Para dar continuidade às obras de construção de viaduto no trevo do km 270 da BR-050, em Catalão, a MGO Rodovias programou algumas interdições parciais e totais de tráfego no local, que aconteceram hoje, terça-feira, (12/02), e amanhã, quarta-feira (13/02), necessárias para o lançamento de vigas da obra.
No local foi implantada sinalização adequada com cones, placas de obras e de estreitamento de pista, entre outros dispositivos para orientação e segurança dos usuários na rodovia. A MGO Rodoviasorienta os motoristas a ficarem atentos e reduzirem a velocidade nesse trecho para evitar acidentes.
Nesta terça-feira (12), a interdição ocorreu de forma parcial na pista norte (sentido Catalão-Campo Alegre) entre os kms 269 e 270 (acostamento e a faixa 2), para transporte de 4 vigas no contrafluxo do trânsito. Neste dia foram lançadas 5 vigas do viaduto, mas não houve interdição total de trafego. Os acessos (entrada e saída) à rodovia GO-504 (área das mineradoras) foram fechados apenas alguns minutos para a passagem de vigas até a obra.
13/02 – Quarta-feira
Para posicionamento do guindaste que fará o içamento e lançamento de vigas sobre a pista sul (sentido Campo Alegre-Catalão), durante todo o dia serão necessárias 12 interdições totais nos dois sentidos da rodovia (Norte e Sul) e realização de operação Pare/Siga. As interdições totais terão cerca de 20 minutos para a montagem do guindaste e 15 minutos para o lançamento das vigas. Elas estão programadas para começar às 8h30, mas o tráfego será liberado nos dois sentidos da rodovia durante 40 minutos, em média, entre uma interdição e outra.
Escrito por: Redação/Comunicação Social – MGO Rodovias
Dos R$ 2.442,31 de lucro, R$ 484, 46 foram para Paróquia São Francisco de Assis, restando apenas R$ 1.937,85 restaram para a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário. Foto: TV Anhanguera/Reprodução
O festeiro da Festa em Louvor a Nossa Senhora do Rosário 2018, Marcos Inácio, disse em entrevista à TV Anhanguera de Catalão, que apesar da lucratividade ter sido baixa, entregou a festa com saldo positivo.
Na mesma entrevista, o festeiro culpou o lucro baixo as empresas que não patrocinaram a festa, que segundo ele, sem citar os nomes de tais empresas, teriam retirado cerca de R$ 30 mil reais de patrocínio de última hora.
Na prestação de contas apresentada, não consta nas descrições, especificações dos valores arrecadados com patrocínios, tanto de empresas quanto do Poder Público Municipal. Diferentemente dos anos anteriores, também não foi especificado os valores investidos em publicidades, tais como divulgação da festa em emissoras de rádios, TVs, jornais impressos e online, fotógrafos e cinegrafistas.
Insatisfação
Leonardo Costa Bueno, presidente da Irmandade Nossa Senhora do Rosário. Foto: TV Anhanguera/Reprodução
“A gente sabe que teve algumas dificuldades encontradas pelo festeiro de angariar recursos, mas sabemos que teve uma festa durante 10 dias, têm a contrapartida, e algumas despesas que não precisavam acontecer, infelizmente aconteceram. Agora é levantar a cabeça, dar continuidade ao trabalho que a gente ainda têm nos próximos dois anos. Já fizemos uma reunião na semana passada, vamos fazer uma outra nessa semana, e assim começar a fazer os eventos pela diretoria da Irmandade. Podem ter certeza que nesses próximos dois anos alguma mudança vai acontecer, e quero assumir uma responsabilidade perante a população, e se a Irmandade e as Congadas aceitarem, assumirei o compromisso de um dia poder realizar a Festa em Louvor a Nossa Senhora do Rosário”, disse Leonardo Bueno em sua entrevista.
O fraco desempenho financeiro da festa, desagradou também, vários capitães de ternos de Congo.
Cristóvão Luiz, Capitão de terno de Congo. Foto: TV Anhanguera/Reprodução
“Esse recurso que o festeiro passa, além de ajudar os dançadores carentes, também ajuda a manter a Igreja de Nossa Senhora do Rosário durante o ano inteiro, com material de limpeza, pagamento de uma pessoa para poder olhar a igreja. Então, esse dinheiro que foi repassado para nós, há um sentimento de cobrar mais do festeiro, ficar junto, ajudar o festeiro, fazer a festa junto com ele, para termos um recurso melhor e uma maneira de manter a igreja durante o ano também. Além de permitir que Irmandade possa continuar ajudando os dançadores carentes de nossa cidade”, disse Cristóvão Luiz, que é Capitão de Terno de Congo.
Saiba quais são as oportunidades de trabalho ofertadas através do Sistema Nacional de Emprego(SINE) por meio da Secretaria de Trabalho e Renda de Catalão (SETRAER). As vagas desta terça-feira (12/02) são:
-Acabador de mármore, com experiência na CTPS, masculino;
-Auxiliar de linha de produção, com experiência na CTPS em marmoraria, masculino;
– Engenheiro civil, com experiência na CTPS, com disponibilidade para residir em Chapadão do Céu, ambos os sexos;
-Garçom, com experiência na CTPS, ensino médio completo, disponibilidade para trabalhar a noite e finais de semana, ambos os sexos;
-Repositor de mercadorias, com experiência na CTPS, masculino;
-Pintor de paredes, ter experiência comprovada na carteira, ter disponibilidade para trabalho noturno, ser assíduo, comprometido, masculino;
-Motorista entregador, com experiência, CNH “D”, masculino;
-Trabalhador rural, solteiro, sem filhos, para fazer todo o serviço da fazenda menos serviço de gado, masculino.
Os interessados devem procurar a Secretária de Trabalho e Renda, na Avenida 20 de agosto, em frente a Caixa Econômica Federal, no centro de Catalão-GO, munidos da Carteira de Trabalho, RG e CPF. Lembrando que algumas vagas podem ter sido preenchidas sem aviso prévio.
Desde de que os prefeitos Hugo Deleon de Três Ranchos e Odemir Moreira de Goiandira, principais cidades próximas de Catalão que promovem tradicionalmente o carnaval de rua, uma discussão que foi levantada nas redes sociais, foi em relação ao som automotivo nestas cidades, com questionamentos se terá ou não a atração durante os dias de carnaval.
A resposta é que sim. Tanto na cidade turística de Três Ranchos quanto em Goiandira, terão nas suas programações o som automotivo. Porém, seguindo a legislação ambiental, com horários e locais que não provoquem a pertubação de sossego das pessoas que moram nestas duas cidades.
Em Três Ranchos, cidade do lago azul, o som automotivo não será mais na região urbana. Após reunião realizada com os órgãos de segurança, ficou definido que todo o som automotivo será autorizado na prainha artificial.
O prefeito de Três Ranchos, usou as redes sociais para explicar os motivos da transferência do som automotivo para a prainha. “De três anos para cá, existe a legislação ambiental, foi uma medida promovida pelo Ministério Público do Estado de Goiás, e o Poder Judiciário de Catalão, que determinaram que a Prefeitura de Três Ranchos criasse a Secretária de Meio Ambiente para fiscalização na questão dos ruídos, isso é fato. Nós temos que seguir a legislação, e se caso não seguirmos, a gente poderá ser punido, o município poderá pagar multas, os agentes ambientais também estarão sujeitos a sofrem sanções judiciais, caso eles não agirem de acordo com a lei.
“Existem as brechas para que a gente possa colocar o som automotivo em determinados locais, até porque a festa tem que existir. E é o que a gente está fazendo esse ano. Em outros anos a gente colocou o som automotivo na Praça das Mães, no ano passado na praça do Rosário, e esse ano, queremos fazer um pouco diferente, pois existem muitas reclamações de moradores que não gostam do som. Existem pessoas idosas, crianças, enfim, pessoas que moram na cidade e não se sentem na obrigação de ficarem escutando o som com o barulho muito alto, e para isso o que a gente está fazendo? Estamos inovando, colocando o som automotivo na praia artificial, mas vamos dar condições para isso, com policiamento da Polícia Militar, seguranças, estrutura de tendas para ninguém ficar no sol, banheiros químicos, ou seja, um povo bonito em uma praia artificial toda revitalizada. “Eu tenho certeza que você que gosta do som automotivo vai gostar e muito desse local”, disse o prefeito da cidade de Três Ranchos, Hugo Deleon de Carvalho, afirmando que o som automotivo na prainha estará autorizado das 15 da manhã até às 21h, como ficou definido em reunião com a PM.
Goiandira
O Blog também procurou os organizadores do carnaval de Rua da cidade de Goiandira, e segundo José Renato, que é servidor do município e o responsável pela organização de eventos na cidade, disse que apenas três carros de Goiandira, os quais foram cadastrados pelo município junto a Polícia Militar e ao Ministério Público, estarão autorizados a ligar o som automotivo no local do evento, no mais, nenhum outro veículo poderá fazer o uso som na altura que infrinja a legislação ambiental, isso vale tanto para o local do evento ou em lugares dispersos da cidade. José Renato disse ainda, que inclusive as músicas a serem tocadas nos veículos cadastrados, serão fiscalizadas por ele, para que não executem canções com xingamentos e ofensas, uma vez que participam do carnaval na cidade, pessoas de todas as idades, como crianças e idosos, tanto que o carnaval de Goiandira é conhecido como o carnaval das famílias em nossa região.
Fiscalização
Tenente Leandro Borges do 18º Batalhão de Polícia Militar – Batalhão Pirapitinga/Catalão. Foto: TV Sucesso/Reprodução
O Blog do Badiinhotambém esteve ontem, segunda-feira (11), na sede do 18º Batalhão de Polícia Militar – Batalhão Pirapitinga, para sabermos das informações e repassarmos aos nossos leitores, como agirá a PM com relação a fiscalização do som automotivo nas cidades que irão promover o carnaval de rua. Ouça o que disse o Tenente Leandro Borges:
Dívidas do Estado com leitos de UTI de Catalão, ocorre desde 2017. Foto: TV Anhanguera/Reprodução
Os dez leitos de Unidade de Terapia Intensivas (UTI) estão em dois hospitais particulares de Catalão, sendo cinco no Hospital Nasr Faiad e outros cinco no São Nicolau. Desde outubro de 2017, esses hospitais deixaram de receber do Estado, uma complementação de R$ 345 reais por leito, e a outra parcela vem do Sistema Único de Saúde (SUS), de R$ 430 reais, que está sendo paga normalmente por meio do município.
Sem o repasse mensal há cerca de um ano e meio, os donos dos hospitais procuraram o Ministério Público, para receberem uma dívida que acumula perto de R$ 1,5 milhão.
Willian André Safatle, diretor do Hospital São Nicolau. Foto: TV Anhanguera/Reprodução
“Todo mês você têm que pagar plantão médico, material, medicamento, e realmente esse atraso é inconcebível. Já são 16 meses, e realmente não tem como mais continuar”, disse Wiliam André Safatle, proprietário do Hospital São Nicolau.
Uma ação foi movida pelo Promotor de Justiça, Cláudio Braga Lima, ainda em dezembro do ano passado, e acatada em fevereiro deste ano pela Justiça.
“Nós entendemos a situação de penúria econômica do Estado, a mudança de governo e tudo mais, mas é preciso pelo menos a sinalização do pagamento dessas verbas. Uma forma, um planejamento, um cronograma de pagamento, para dar uma segurança jurídica para a continuação desses serviços”, disse o Promotor Cláudio Braga Lima.
Promotor de Justiça da área da saúde do MP/Catalão, Cláudio Braga. Foto: TV Anhanguera/Reprodução
A insatisfação com os atrasos nos repasses foi tamanha, que mesmo se o Estado pagar as parcelas em atraso, o dono do Hospital São Nicolau, disse que irá reduzir o número de leitos do SUS. “A ideia é baixar de cinco para três leitos, e essa situação irá ocorrer realmente.
A Secretaria Estadual de Saúde do Estado de Goiás, disse que a Procuradoria Geral do Estado (PGE), ainda não havia tomado conhecimento dessa liminar.
Escrito por: Redação/Reportagem da TV Anhanguera de Catalão
Barragem de mineração da região, pertencente ao grupo CMOC International Brasil – Foto: Drone Super Catalão/Blog do Badiinho
A Agência Nacional de Mineração (ANM) informou hoje (11) que determinou às mineradoras que façam inspeções diárias em barragens de rejeito classificadas como alteamento a montante, do mesmo tipo da que rompeu em Brumadinho, no último dia 25 . As informações sobre as inspeções deverão ser enviadas para o Sistema Integrado de Gestão de Segurança de Barragens de Mineração. Quem não cumprir a determinação poderá ser multado e até ter a barragem interditada.
As empresas que possuem este tipo de barragem deverão apresentar no prazo de até 30 dias Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) da barragem. A declaração deve levar em consideração “todos os estudos necessários à verificação da efetiva condição da estrutura, incluindo estudo de susceptibilidade à liquefação para condição não drenada, sob pena de sanções previstas na regulamentação vigente, incluindo multas e interdições”.
Além disso, as empresas terão que realizar na barragem, reservatório e área de influência da estrutura inspeção com métodos indiretos, tais como geofísica, microssísmica ou outros métodos que possam apoiar as análises do comportamento no interior da barragem, de modo a complementar as informações sobre o estado da barragem, desde que não interfira na condição de estabilidade da estrutura e antecipar até o dia 30 de abril a instalação das sirenes.
A agência expediu ainda outras determinações, que valem para todos os tipos de barragem. As empresas deverão informar quais foram as providências adotadas, após o rompimento da barragem de Brumadinho, quanto à segurança das barragens em razão do risco e do dano potencial associado. O prazo para o envio de informações é três dias.
Elas também deverão informar, no mesmo prazo, alguma ação urgente que tenham adotado e/ou que venham a adotar para imediatas providências, seja quanto à prevenção, controle, mitigação e prevenção de risco e de dano potencial associado.
As empresas com barragens terão o prazo de 15 dias para atualizar o Plano de Atendimento a Emergência de Barragem da Mineração. Elas deverão apresentar o mapeamento sobre a existência de instalações de suporte aos empreendimentos localizados na área de influência das barragens, “avaliando, de imediato, a necessidade de remoção dessas instalações com vistas a resguardar a integridade dos trabalhadores desses empreendimentos, quantificando as pessoas potencialmente afetadas na Zona de Autossalvamento”.
Mineradoras de Catalão possuem oito barragens
As três mineradoras de nossa região, possuem um total de oito barragens, sendo duas da Mosaic Fertilizantes, duas da Copebras e outras quatro da Niobras.
O Promotor de Justiça, Dr. Roni Alvacir Vargas, explicou que das duas barragens da Mosaic, de fato, apenas uma é existente, pois segundo Dr. Roni, a barragem de magnetita está inativa desde o seu rompimento ocorrido no ano de 2004, explicando ele, que na época, a antiga Ultrafétil S/A, optou por não construir a barragem novamente, e na área onde se tinha a represa de rejeitos, cresceu vegetação. Quanto a magnetita que ficava na antiga barragem, a Mosaic está depositando a céu aberto em uma pilha feita dentro da planta da mineradora. Explicando ainda, que a barragem de magnetita, ela só existe no cadastro do órgão federal da Agência Nacional de Mineração (ANM).
Quanto as barragens da Copebras, elas são duas, as quais também estão sendo objetos de investigação por parte do MP. Uma barragem é denominada de “Buraco”, que é a barragem de rejeitos, e a outra barragem chamada “Macaubas”, a qual a Copebras utiliza apenas para armazenamento de água, a qual a empresa usa no processo de reutilização de água em um circuito fechado, ou seja, mesmo faltando ainda a confirmação da empresa ao MP, o Promotor explica que a função da barragem “Macaubas, é apenas o armazenamento de água.
Além das barragens da Mosaic e da Copebras, existem quatro barragens na empresa Niobras, as quais a empresa chama de 1 A, e 1 B e, dois 2 A e 2 B. Segundo o Promotor Roni Alvacir, essas barragens tem rejeitos e são barragens que são uma colada na outra. (Clique aqui e leia)
Assista a entrevista do Promotor do Meio Ambiente, Dr. Roni Alvacir Vargas:
A vendedora Leilaine Rafael da Silva, de 29 anos, que passava pelo local junto com o seu marido, disse que ainda ajudou a socorrer o motorista do caminhão, atingido pelo pelo helicóptero, disse que quebrou o vidro da porta do caminhão para retirar o motorista, e que viu o passageiro estendendo a mão, porém, ela foi impediada por funcionários da concessionária que administra a rodovia, que falaram que aeronave sofreria uma nova explosão, o que aconteceu na sequência.
“Uma pessoa pulou do helicóptero. O piloto ficou dentro do helicóptero. A pessoa que caiu na pista era o que tinha pulado primeiro. Ele pulou na pista, caiu no chão, e o helicóptero caiu em cima dele”, disse a vendedora Leilaine Rafael da Silva, de 29 anos, no 46º Distrito Policial onde o caso foi registrado.
“Mas eu queria salvar ele. Porque o piloto não pulou, ficou dentro do helicóptero”, completou.
No acidente na Rodovia Anhanguera junto ao Rodoanel em São Paulo-SP, o jornalista e radialista Ricardo Boechat estava na aeronave e morreu no local. Assista a reportagem do Balanço Geral da Rede Record, apresentado pelo Jornalista Luiz Bacci, que entrevistou a testemunha que viu Boechat pular da aeronave:
Um leitor do Blog do Badiinho, enviou na manhã de hoje, segunda-feira (11/02), vídeos que flagram uma grande quantidade de equinos na Avenida Presidente Medice, estrada que leva para a mineradora CMOC International Brasil.
Note que no vídeo enviado para a nossa redação, os aninais estão as margens e até mesmo na pista, o que se torna um grande risco de se causar um acidente naquele local, uma que além da mineradoras, diversas empresas ali estão instaladas, o que gera um movimento muito grande de veículos leves como carros de passeios, motocicletas e mais ainda de veículos pesados.
O denunciante pede providências para as autoridades competentes, para que os donos dos animais sejam notificados e assim eles possam ser retirados dali, antes que um acidente ocorra e machuque ou até mesmo ceife vidas humanas e até mesmo dos animais.
Se você flagrou alguma coisa interessante pelas ruas onde quer que você esteja, mande para o Whatsapp do Blog do Badiinho: (64) 9 9927-3817.
Jornalista Ricardo Boechat morreu aos 66 anos de idade em queda de helicóptero em São Paulo. Foto: Reprodução
O jornalista Ricardo Boechat, âncora de dois programas da TV Bandeirantes, estava no helicóptero que caiu no quilômetro 7 da rodovia Anhanguera. Segundo os jornalistas da Band News, Boechat teria ido a um evento de um laboratório farmacêutico, em Campinas (SP), retornando a São Paulo, quando a aeronave teria caído.
O helicóptero caiu em um trecho próximo a chegada a São Paulo, no início da tarde desta segunda-feira e atingiu a parte da frente de um caminhão. O jornalista e o piloto morreram na hora.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a aeronave caiu em cima de um caminhão que trafegava pela rodovia, no sentido interior, próximo à praça do pedágio. Não há, ainda, informação sobre o estado de saúde do motorista – ou se havia passageiros no caminhão acidentado.
O corpos de duas vítimas já localizados, segundo os bombeiros, estavam na aeronave, que explodiu após o choque. Os bombeiros informaram que 11 viaturas foram deslocadas para o local no atendimento à ocorrência.
CARREIRA BRILHANTE NO JORNALISMO
Filho de um diplomata brasileiro, Ricardo Eugênio Boechat nasceu em 13 de julho de 1952, em Buenos Aires, na Argentina. Iniciou a carreira em 1970, no extinto Diário de Notícias (RJ), e começou a trabalhar na coluna de Ibrahim Sued. Transferiu-se para O Globo (RJ) em 1983, ano que marcou sua separação da equipe de Ibrahim – já então em O Globo – para integrar a da coluna Swann, no mesmo jornal, da qual se tornaria titular dois anos depois e que passaria a ter o nome de Boechat em fins dos anos 1980. Ibrahim morreu em 1995, e Boechat já era, então, titular de sua própria coluna há muito tempo.
Em 1987, foi convidado por Moreira Franco, governador do Rio de Janeiro na época, para ser titular da Secretaria de Comunicação Social do Estado. Permaneceu no cargo por seis meses, teve uma breve passagem pelo Jornal do Brasil (RJ), e depois na sucursal carioca de O Estado de S.Paulo (SP). Pela Agência Estado, ganhou o Prêmio Esso de Reportagem 1989, juntamente com Aluizio Maranhão, Suely Caldas e Luiz Guilhermino.
De volta à O Globo, em 1989, como editor da mesma coluna Swann de outrora, logo transformada em Boechat, ali se fixou como um dos colunistas mais influentes do país. Venceu os Prêmios Esso de 1992, na categoria Informação Política, com Rodrigo França, e de 2001, na categoria Informação Econômica, com Chico Otávio e Bernardo de la Peña, sempre por notas de sua coluna que renderam pautas aprofundadas. Saiu de O Globo em junho de 2001. Quando recebeu o Esso, no final daquele ano, já não estava no jornal. Deixou a empresa após rumoroso episódio envolvendo empresas de telefonia. Mas subiu ao palco, com a equipe da casa, para receber o prêmio, mesmo assim, por mérito.
Foi então para o Jornal do Brasil como colunista, assumindo o Informe JB. Ganhou depois coluna própria no primeiro caderno – semelhante à que tinha em O Globo – e, cumulativamente, assumiu a Direção de Redação por um ano, a convite de Nelson Tanure.
Teve participações como colunista no SBT, em notas gravadas na própria redação do JB, para o telejornal apresentado por Hermano Henning. Chegou a fazer um piloto para ancorar um telejornal na emissora, mas não chegou a exercer a função. Fez coluna em O Dia (RJ) e foi professor da Faculdade da Cidade.
Entrou para o grupo Bandeirantes, como diretor de Jornalismo no Rio de Janeiro. Em fevereiro de 2006, mudou-se para São Paulo, para ancorar o Jornal da Band, principal noticiário da emissora. Desempenha a mesma função no programa diário Jornal do Rio, na rádio BandNews FM, transmitido exclusivamente para o Estado do Rio de Janeiro (capital e interior) das 7h às 9h. Assina ainda uma coluna semanal na revista IstoÉ (SP), com a colaboração de Ronaldo Herdy.
Dentre os prêmios conquistados durante a carreira estão os citados três Prêmios Esso – 1989 (reportagem), 1992 (informação política) e 2001 (informação econômica) –, um White Martins de Imprensa, além de nove Comunique-se – 2007, 2010 e 2012, na categoria Âncora de TV; 2006, 2008 e 2010, como Apresentador/Âncora de Rádio, e 2008, 2010 e 2012, como Colunista de Notícia. Pelo acúmulo de troféus Comunique-se, entrou para a Galeria de Mestres do Jornalismo da competição e passou a ser considerado hors-concours em duas categorias: Apresentador/Âncora de Rádio e Colunista de Notícia.
Ricardo Boechat também é nome frequente no Ranking J&Cia anual, levantamento que contabiliza os pontos recebidos pelos jornalistas de acordo com os prêmios conquistados. Em 2012 com 372,5 pontos ficou 18º lugar entre os Mais Premiados Jornalistas Brasileiros de Todos os Tempos. Na edição do Ranking J&Cia em 2014 subiu mais algumas posições e colocou-se em 11º, entre os mais premiados.
Também foi eleito o jornalista ‘Mais admirado’ na pesquisa de Jornalistas&Cia em 2014, que elencou os 100 principais profissionais do mercado.
É autor do livro Copacabana Palace – Um Hotel e sua História (DBA, 1998), que resgatou a trajetória do hotel mais exclusivo e sofisticado do País, completando 75 anos de existência no ano da publicação.
Em 2015 segue como colunista da IstoÉ Independente, âncora do Jornal da Band e da rádio BandNews FM.
Foi eleito bicampeão no Prêmio Os +Admirados Jornalistas Brasileiros edição 2015. Realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress, a votação é feita dois turnos, abrange um colégio eleitoral integrado por 48 mil profissionais, sendo cerca de 3 mil da área de comunicação corporativa e 45 mil jornalistas de redações. Nesta segunda edição da premiação foram recebidas cerca de 8 mil indicações, abrangendo quase 3 mil nomes de jornalistas. Passaram para a final 347 jornalistas da etapa Nacional. Boechat além de ter conquistado o primeiro lugar na votação, abriu um diferença de mais de 7 mil votos à frente do segundo colocado.
Prestação de contas aconteceu na última sexta (08/02), no Centro Folclórico. Foto: Facebook/Reprodução
Na última sexta-feira (08/02), os festeiros da Festa em Louvor a Nossa Senhora do Rosário do ano de 2018, realizaram a prestação de contas da centenária festa religiosa católica na cidade de Catalão, considerada a maior festa das Congadas do Brasil.
Segundo a prestação de contas apresentada pelo festeiro, a festa gerou um lucro de R$ 2.442,31, sendo que deste montante 20%, pouco mais de R$ 400 reais vai para a Paróquia São Francisco de Assis, e pouco mais de R$ 1.900 reais ficou para a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário. Veja os números:
Foto: ReproduçãoFoto: Reprodução
Sobre o déficit de mais de 12 mil reais, também descrito na primeira página da prestação de contas, trata-se das despesas relacionadas a jantares na apresentação da comissão e de um jantar de confraternização para a comissão após a entrega da coroa
Já a respeito do déficit dos terços, trata-se eventos como jantares nas celebrações dos terços.
A última festa que teve um lucro significativo, foi em 2013, quando realizada pelo casal Ricardo Bueno e Ivana. Naquele ano, rendeu um lucro de R$ 50.647.64, do qual R$ 10.129.50 foram para a Paróquia São Francisco de Assis e os outros R$ 40.518.13 vai para o Irmandade. De lá para cá, quando não empata, soma-se prejuízos,como ocorreu em 2014, ano em que a festa foi realizada pelo ex-vereador Silvano Mecânico, ano em que a festa registrou um prejuízo de R$ 21 mil reais. Segundo a prestação de contas daquele ano, foram arrecadados R$ 250 mil reais, mas as despesas somaram-se R$ 271 mil reais. Já em 2017, o festeiro daquele ano, empresário Paulo Arruda, afirmou que teve que desembolsar cerca de R$ 16 mil reais para poder fazer a apresentação das contas.
A preocupação agora do presidente da Irmandade, é com relação com as despesas ao longo de 2019, que vão de pagamento de energia elétrica dos imóveis até o pagamento da pessoa que zela da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, como os suportes básicos para as congadas de Catalão.