“Estrutura teria sido colocada sem comunicado oficial”
Alterações feitas no plenário da Câmara de Goiânia provocaram polêmica essa semana. Uma proteção de vidro colocada entre a galeria e o plenário foi vista por opositores como meio de afastar a população das decisões da Casa. A proteção foi colocada durante a reforma do local que ocorreu no último mês. Alguns vereadores afirmaram que o presidente Clécio Alves (PMDB) não os teria comunicado sobre a mudança. Já Clécio afirma que o vidro serve como “medida de segurança” para a própria população que vai ao local e que “a polêmica que estão tentando criar não existe”. Ele afirma que nas últimas invasões da Casa por grevistas alguns se machucaram ao pular para o plenário, o que resultou também em acidente com um vereador.
“As portas que dão acesso ao plenário vão continuar abertas, a gente não isolou nada e nem pretendemos nos afastar da população.” Clécio acrescentou que a reforma foi um pedido do Ministério Público de Goiás.
O primeiro dia de trabalhos após a reforma, na terça, teve discursos acalorados a respeito das placas de vidros. Alguns vereadores chegaram a comparar a estrutura ao muro de Berlim. Apesar das reclamações, a estrutura continuará no local.
INVASÕES
O plenário da Casa já foi invadido por servidores da Educação em duas oportunidades: no dia 10 de junho, após pedido de impeachment do prefeito Paulo Garcia (PT) ser negado, e antes disso, dia 8 de outubro de 2013, por conta da rejeição de emenda do projeto de auxílio locomoção.
Escrito por: Natália Manfrin (Assessora de Comunicação/Sefac)
Mais de 800 crianças assistiram às apresentações durante o Projeto ‘Leitura na Praça’
A Biblioteca Municipal Professora Benedita Lisboa de Castro, de Campo Alegre de Goiás, realizou, na Praça Coronel João Vaz, a atividade “Leitura na Praça”, durante as duas últimas semanas. O projeto pretende estimular o hábito da leitura por meio de atividades lúdicas, como a contação de histórias.
Idealizado pela bibliotecária Carolina Santin Calçadas (36 anos) com o propósito de incentivar a frequência à Biblioteca Municipal e criar uma rede de contadores de história, Carolina resolveu mobilizar a comunidade e as escolas municipais para que conhecessem o acervo da biblioteca, desse modo, tornando-a um espaço vivo e dinâmico. “Formar uma rede de contadores de histórias é uma das ações que estimulam a leitura. A realização do projeto só foi possível porque teve o apoio das pessoas que trabalham aqui e dos voluntários da comunidade”, disse.
Mais de 800 alunos das escolas municipais que participaram do “Leitura na Praça” mantiveram seus olhares atentos a cada detalhe. A imaginação era provocada nas crianças e entre risadas e sustos ansiavam por descobrir o final da história.
A aluna Cidele Lima Costa, de 7 anos, entusiasmada com as histórias, disse ter gostado de visitar a biblioteca e “fiquei torcendo para a ratinha se casar”. O aluno Mário Augusto Silva Rabelo, de 9 anos, também gostou da atividade na praça e comentou que “a história sobre o amuleto foi interessante, faz a gente pensar o quanto é importante dar valor a nossas atitudes”.
“A experiência foi muito gratificante. Ver o sorriso e o olhinho brilhando das crianças a cada história contada nos estimula a continuar e a desenvolver outros projetos” comentou Carolina.
Dentre as atividades, houve a conversa com o biólogo Daniel Simões, do Programa de Educação Ambiental da Serra do Facão Energia S.A. (Sefac), sobre lixo e reuso de material reciclável. Os alunos se impressionaram ao ver uma sacola confeccionada com tecido feito a partir de garrafas pet. A cartilha ‘Lixo’, produzida pela Sefac foi entregue no final do encontro.
“Abordagem foi efetuado por policiais P2 que retornavam de Goiânia”
Na tarde desta última terça-feira (25), no momento em que dois policiais militares do Serviço de Inteligência do 18º Batalhão de Polícia Militar retornavam de Goiânia, já nas proximidades da cidade de Pires do Rio, ainda na GO 020, nas proximidades da empresa Rodaboi, os policiais depararam com um indivíduo em atitude suspeita, conduzindo uma Honda CG titan 150 vermelha, com placa de Goiânia. Diante da situação, os policiais resolveram abordar o suspeito. Após ser realizado uma vistoria na moto, foi notado que o chassi estava raspado e, ao consultarem a placa nela estava, foi constada que se tratava de um veículo clonado. Os policiais consultaram então a numeração do motor, confirmando que se tratava de um veículo que havia sido roubado na cidade de Caldas novas, no dia 10 de janeiro deste ano.
O condutor foi encaminhado foi preso, sendo conduzido para delegacia de Pires do Rio, o qual foi autuado em flagrante e deverá responder pelos crimes de receptação e adulteração de sinal de identificador de veículo automotor.
“Tenente Silva em entrevista neste manhã falou sobre o homicídio em Davinópolis”
Na manhã desta quarta-feira (26), estivemos no 18º Batalhão de Polícia Militar, onde conversamos com o Tenente Fernandes, o qual repassou as ocorrências registradas no transcorrer desta última terça-feira (25) e madrugada de hoje, quarta-feira (26).
Homicídio: Em Davinópolis mulher é encontrada morta com sete facadas
“Maria Gomes de Carvalho, tinha o apelido de Marlene, foi assassinada com sete golpes de faca em Davinópolis” (Foto: Reprodução/Facebook)
O Tenente Fernandes também repassou as informações do homicídio ocorrido em Davinópolis, onde na tarde de ontem, por volta das 16h, uma mulher de 57 anos de idade, foi encontrada no interior de sua residência, na Rua Aderlado Pinto, no Centro de Davinópolis, com sete perfurações em diversas partes de seu corpo.
A vítima que chamava Maria Gomes de Carvalho, tinha o apelido de Marlene, sofreu perfurações abdome, tórax e pescoço. Segundo o Fernandes, um lavrador de 50 anos de idade, foi conduzido até a delegacia de polícia, onde foi ouvido e liberado, pois se tornou suspeito porque segundo comentários de uma testemunha, o lavrador teria comentado na cidade que praticaria um crime de homicídio em Davinópolis. Ouçam o áudio da entrevista.
Entrevista em áudio com o Tenente Fernandes do 18º BPM/Catalão-GO
O Sindicato Rural de Catalão segue na organização da Exposição Agropecuária de 2015, onde pretende inovar ainda mais a feira de exposição para o próximo ano.
As possíveis atrações artísticas serão, Guilherme e Santiago, Israel e Rodolfo e Henrique e Juliano. Já para a narração do rodeio profissional, o nome mais cotado é o locutor com experiencia nos rodeios de Barretos-SP, Almir Cambra.
“O renomado e experiente Almir Cambra poderá animar as noites do rodeio profissional na arena de Catalão”
Nossa reportagem entrou em contato com o Sindicato Rural, que não confirmou a grade artística, mas que a mesma está praticamente fechada e será divulgada logo no início do ano.
Na tarde desta terça-feira (25), por volta das 16h, uma mulher de 57 anos de idade foi encontrada morta dentro de sua casa, na cidade de Davinópolis, cerca de 57 quilômetros de Catalão. A vítima apresentava perfurações em regiões do corpo, provavelmente provocado por uma arma branca (faca).
“Marlene Gomes, 57 anos, foi encontrada pelo seu marido que retornava do trabalho” (Foto: Reprodução/Facebook)
A vítima Marlene Gomes, 57 anos, que morava na Rua Aderlado Pinto, no Centro de Davinópolis, foi encontrada pelo marido, que retornava do trabalho. Até o fechamento da matéria, a Polícia Militar de Davinópolis terminava o Boletim de Ocorrência (BO), o que não possível colher maiores informações.
Na manhã desta terça-feira (25), um grave acidente aconteceu na BR 050, próximo ao trevo de acesso da GO que liga até a cidade de Cumari.
“colisão frontal entre um veículo de passeio e um carro forte provocou a morte de um homem de 56 anos”
Informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), revelaram que um Volkswagen Gol, com placa de São Bernardo Campo-SP, o qual viajava de Catalão, sentido a cidade mineira de Araguari, se chocou com um carro forte de uma empresa de segurança, o que causou a morte de Pedro Luiz Marchete, de 56 anos (condutor do Gol) ficou preso em meio as ferragens e morreu no local. Uma carreta que vinha logo atrás, teve grandes dificuldades para não se envolver no acidente, mas apesar de praticado uma manobra o que fez com o veículo de grande porte ficasse atravessado na pista, o condutor conseguiu evitar uma tragédia maior ainda.
“Pista ficou interditada até que limpeza fosse realizada”
Nas proximidades do acidente os dois lados da pista ficou interditada, até que operários da MGO Rodovias realizassem a limpeza do óleo que foi derramado.
Nossa reportagem tem recebido nestes últimos 10 dias, inúmeras mensagens de usuários do Pronto Socorro da Santa de Catalão, os quais estão reclamando do atendimento. No último dia 18 de novembro, uma internauta que estava no Pronto Socorro, procurou nossa reportagem, afirmando que uma criança que estava acompanhado de sua mãe, chegou com 39 graus de febre, como não tinha plano de saúde e, procurava por atendimento através do Sistema de Único de Saúde (SUS), a mulher não conseguiu atendimento para a criança.
No domingo (23), outro usuário do Pronto Socorro da Santa de Catalão, enviou um torpedo SMS para o nosso número, onde alegava a grande quantidade de gente que procurava pelo atendimento e reclamava da lentidão.
Segundo informações que circula por veículos de comunicação de Catalão, existe um impasse no repasse financeiro do município de Catalão para a Santa Casa. O comentário que a dívida ultrapassa a casa de R$. 1 milhão de reais.
Nossa reportagem também procurou a Santa Casa de Catalão, a qual disse que a anormalidade no Pronto Socorro tem ocorrido pela falta de um médico clico geral, mas juntamente com a Secretaria Municipal de Saúde, estão à procura de um profissional para solucionar o problema. A direção também informou, que os casos de emergências, encaminhados pelo Corpo de Bombeiros e Samu, seguem tendo prioridade pela unidade de saúde. Com relação a dívida da prefeitura, a direção também informou que a secretaria de saúde do município estará efetuando todos os repasses até a próxima semana.
“Raquel Policena, durante entrevista ao Popular: “Procedimento estético, nunca mais” (Foto Ricardo Rafael/Jornal O popular)
Foram 12 dias desde que ela foi detida, na tarde de 13 de novembro, até por volta das 16 horas de ontem, quando a prisão foi revogada pela Poder Judiciário. No escritório do advogado Ricardo Naves, no Setor Sul, onde conversou por mais de 30 minutos com o POPULAR, logo após ter deixado a cela do 14º Distrito Policial (DP), na Vila Pedroso, Raquel Policena Rosa, de 27 anos, afirmou estar arrependida dos procedimentos estéticos realizados em Catalão e Goiânia, que resultaram em indiciamento por homicídio com dolo eventual – entre três outros crimes – no inquérito sobre a morte da auxiliar de leilões Maria José Medrado de Souza Brandão, de 39 anos, há exato um mês.
O tempo na cadeia e a enorme repercussão do caso, contudo, não abalaram a vaidade da jovem, que preocupou-se durante a entrevista em apresentar-se bem para as fotos e não negou ter se submetido, ela própria, a aplicações para preenchimento dos glúteos para sentir-se mais bonita. “Que mulher não quer um bumbum bonito e durinho? Ah, eu sou vaidosa, sim, e fiz essa mesma aplicação em mim, por duas vezes. Se quiser, posso mostrar como ficou e você vai ver a marca do furinho, que ainda está aí”, sugeriu, referindo-se aos resultados, nela mesma, do mesmo produto que ela garante ter aplicado em Maria José. “Se eu soubesse que faria mal, que poderia matar, você acha que eu teria aplicado em mim, e duas vezes?”, argumentou.
A reportagem conferiu. Depois da longa conversa, já na hora da despedida, ali mesmo, na sala de reuniões, na presença – mas não na frente – do advogado Tadeu Bastos Roriz e do fotógrafo Ricardo Rafael. Raquel ergueu a parte de trás do vestido preto curto e mostrou o bumbum: “Aperta para ver como ficou durinho… Não está bonito?”, perguntou, orgulhosa, emendando que não teria feito o procedimento em suas clientes sem antes experimentá-lo em si mesma e se certificar do resultado final. “Já propusemos fazer uma análise do produto que apliquei aqui e do que apliquei na Maria José. É o mesmo; tudo igual. Eu não tive a intenção de matá-la, não sou esse monstro que estão dizendo que eu sou”, desabafou, ao lembrar o pedido dos advogados que a representam para que conste do processo um laudo técnico de comparação entre as duas substâncias.
Apesar dos mais de dez dias na cadeia, Raquel estava arrumada – embora tenha feito questão de chamar a atenção para o quanto estava abatida. Sem maquiagem – o que a incomodava um pouco -, o rosto ostentava óculos de grau de grife, da marca Vogue. Os cabelos, compridos, amarrados em um rabo de cavalo, não tinham mais o aplique “para dar volume” – a jovem informou tê-lo doado para pacientes com câncer. As unhas das mãos, curtas, estavam bem feitas, pintadas com um esmalte claro, cobertos com um toque de glitter. Nos pés – também esmaltados -, uma sandália rasteira com pedras, compondo com o pretinho nem tão básico assim – com detalhe em tule transparente nas costas e no decote -, curto, deixando à mostra as pernas torneadas.
“CIRCO”
“Isso tudo virou um circo! Minha vida deu uma reviravolta enorme, eu estou sofrendo, minha família está sofrendo. Tenho um sobrinho que me tem como mãe; ele está sendo apontado na escola. Dizem: ‘Sua tia matou uma mulher’. Não sou uma assassina, não sou um monstro ”, repetiu Raquel Rosa. “Por que não mostram a Raquel que eu sou de verdade?”, lamentou a jovem, que, do escritório dos advogados, em Goiânia, seguiu, por volta das 18h30, para Catalão, cidade onde vive e é bastante conhecida, distante cerca de 250 quilômetros da capital. “Só quero estar com a minha família, na minha casa. Se eu pudesse voltar no tempo, teria feito tudo diferente.”
Daqui para a frente, Raquel garante que não quer mais atuar na área da estética – para a qual diz ter formação em cursos livres. Também não deve retomar a venda de semi-jóias que fazia antes. “Procedimentos estéticos, nunca mais! Quero voltar para o meu curso de Arquitetura e Urbanismo (abandonado depois de concluir o primeiro período, em Uberlândia) e seguir com a minha vida”, sublinha, dizendo estar ciente das acusações que pesam sobre ela, mas ter “fé em Deus” para enfrentar tudo.
O rosto da jovem se ilumina quando perguntada a respeito do relacionamento com o professor de línguas Fábio Justiniano Ribeiro, de 33 anos, também indiciado no inquérito sobre a morte de Maria José.
Advogado vai tentar reverter indiciamento
“Foto Reprodução O popular”
Para o juiz Eduardo Pio Mascarenhas da Silva, da 1ª Vara Criminal de Goiânia, que determinou, na tarde de ontem, a revogação da prisão preventiva de Raquel Policena Rosa, ela “não representa uma ameaça à ordem pública”. Depois de conseguirem o habeas corpus, os advogados da jovem pretendem, agora, reverter o indiciamento por homicídio com dolo eventual para homicídio culposo. “Foi exatamente isso que ocorreu: imprudência, imperícia. É claro que a Raquel não teve a intenção de matar Maria José nem assumiu risco pela morte dela”, destaca o advogado Ricardo Naves.
Na entrevista ao POPULAR, Raquel Rosa praticamente manteve o que disse em seu segundo depoimento à delegada Myriam Vidal, titular do 17º Distrito Policial (DP), que concluiu e remeteu à Justiça, na última sexta-feira, o inquérito sobre a morte da auxiliar de leilões Maria José Brandão, vítima de embolia pulmonar menos de 24 horas depois de ter se submetido a um procedimento para aumento dos glúteos com a jovem. No caso, ela e o noivo, Fábio Justiniano Ribeiro, foram indiciados por homicídio com dolo eventual (quando se assume o risco de matar), exercício ilegal da Medicina, lesão corporal e distribuição de produtos farmacêuticos adulterados ou sem procedência. O processo foi remetido ao Judiciário sem a conclusão dos laudos periciais e do Instituto Médico Legal (IML).
Segundo Raquel, ela nunca teria se apresentado como biomédica e só realizou as aplicações em cinco mulheres – incluindo Maria José -, além dela mesma. A jovem alega, ainda, que decidiu fazer os procedimentos depois de ter passado por um curso livre de Bioplastia Estética em Mogi Guaçu (SP), durante 15 dias, entre 18 de agosto e 5 de setembro passado – entretanto, uma denúncia anônima foi feita, no dia 10 de julho, à Vigilância Sanitária de Catalão relatando a prática da atividade por ela, em centros de estética locais.
HIDROGEL
“Eu saí do curso em Mogi Guaçu me sentindo capacitada para realizar o procedimento por conta própria. Não teria pago quase R$ 2 mil, além de gasolina e estadia, se fosse para auxiliar algum médico”, declarou Raquel Rosa à reportagem, rebatendo as afirmações do coordenador e instrutor de cursos no Instituto Folha Verde – Escola de Formação de Terapeutas e Centro Aplicado de Estética e Saúde Integral, Carlos Firmino. Sobre o produto, ela também diz ter adquirido em São Paulo, de um vendedor, nas proximidades do local do curso. “Eu comprei hidrogel de poliamida. Foi o que apliquei inclusive em mim”, argumentou.
Quanto à parceria com a carioca Thais Maia da Silva, de 28 anos – citada por testemunhas, ouvida pela polícia na semana passada e que admite ter realizado o procedimento para aumento de glúteos em 20 mulheres goianas -, Raquel afirma que as duas se conheceram pela antiga rede social Orkut, em 2008, quando teria feito uma aplicação de Metacril com a esteticista, cujo resultado gostou. “Tenho fotos com ela em Caldas Novas e em outros locais. Neste ano (2014) ela me procurou dizendo que estava trabalhando com o Aqualift e se ofereceu para aplicar em mim, mas que só compensaria vir para Goiânia se eu tivesse outras clientes para ela. Aí eu juntei um grupo e a coisa virou uma bola de neve.”
“MT .40 Tauros Famae, policiais militares da PRE estão aptos para o seu manuseio”
Aconteceu nos dias 19, 20 e 21 de novembro, no stand de tiro da Polícia Militar de Catalão, localizado no Clube da Vale Fertilizantes, as aulas de instrução e habilitação de 60 policiais militares rodoviários, para manuseio da Metralhadora ponto 40 Tauros Famae.
“Aulas de instrução foi para 60 policiais militares”
A arma é muito potente, de uso individual, que os policiais agora irão utilizá-la nas funções do dia a dia, garantido uma proteção maior aos nossos cidadãos. Finalizou o Subtenente Gilson da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) de Catalão.