Após dois dias de buscas, bombeiros acharam o corpo da sétima e última vítima de um naufrágio ocorrido no Pantanal na sexta-feira (15). Um barco turístico com 21 passageiros afundou no Rio Paraguai, próximo a Corumbá (MS), durante um vendaval que atingiu diversas cidades da região.
Quatorze pessoas conseguiram nadar e foram resgatadas com vida, e outras sete ficaram submersas. Seis delas já haviam sido encontradas, incluindo o piloto e cinco parentes e amigos que faziam um churrasco, mas as buscas foram paralisadas à noite.
“A maior dificuldade é que essa água está muito correntosa, é uma embarcação que tem muitos compartimentos e provavelmente a vítima está dentro de um deles. Nós estamos fazendo toda a varredura com os mergulhadores”, afirmou o Capitão Bueno, comandante da operação, antes de encontrá-la.
O sétimo corpo ainda não teve a identidade divulgada pela Polícia Civil, mas as outras vítimas são Fernando Gomes de Oliveira, 49, Fernando Rodrigues Leão, 44, Geraldo Alves de Souza, 78, Olímpio Alves de Souza, 71, Thiago Souza Gomes, 18, e o piloto Vitor Celestino Francelino, 64.
Os cinco primeiros são parentes ou amigos de um médico que sobreviveu, o urologista Geovanne Furtado Souza. A Sociedade de Medicina e Cirurgia de São José do Rio Preto (interior de São Paulo) divulgou uma nota lamentando as mortes da família.
Geraldo era seu pai, Olímpio era seu tio (os dois eram irmãos), Thiago era seu sobrinho e Fernando Leão, seu amigo. A maior parte dos ocupantes da embarcação eram turistas de Rio Verde, no interior de Goiás, e de São José do Rio Preto, e nove deles eram da tripulação.
Ventanias e nuvens de poeira atingiram diversas cidades de Mato Grosso do Sul naquela tarde, provocando estragos. Além de Corumbá, houve registro de vendaval em Campo Grande, Dourados, Ponta Porã, Sidrolândia, Aquidauana e Nova Alvorada do Sul.
Um vídeo gravado por pessoas que passavam de barco pelo local mostra uma grande nuvem de poeira sobre o rio. Outro mostra parte dos passageiros sobre a embarcação que naufragou revirado na água, aguardando resgate.
Os Bombeiros foram chamados por volta das 14h de sexta e iniciaram as buscas com 16 militares, entre eles quatro mergulhadores, e o apoio de equipes da Marinha. Foram usadas ao menos uma viatura de salvamento, duas embarcações, uma unidade de resgate e equipamentos para mergulho.
Publicado por Badiinho Filho com informações do Mais Goiás
O dentista Leonardo Oliveira Alves, de 47 anos, um dos sobreviventes do naufrágio de um barco no Mato Grosso do Sul, disse que o barco virou em segundos e que achou que morreria naquele momento. Ele perdeu parentes no acidente. As vítimas estão sendo veladas em Rio Verde, no sudoeste de Goiás, onde também serão enterradas.
“Eu estava morto naquele momento, cheguei a pensar que ali que tinha acabado a vida. Machuquei um pouco, porque caiu coisa em mim e, de repente, Deus me tirou de lá e eu consegui sair”, disse.
Leonardo é filho de uma das vítimas do acidente, Olímpio Alves de Souza, de 71 anos. O dentista contou que a família ia todos anos a Corumbá para pescar. Os momentos antes do acidente eram de extrema alegria entre eles. O grupo fazia um churrasco, que encerraria o passeio.
O tempo, então, ficou nublado rapidamente, mas sem vento forte. Porém, segundos depois, uma rajada de vento quase derrubou uma geladeira. Ele segurou o eletrodoméstico e ficou na parte de cima para ajudar a organizar as coisas.
“Nesse momento, quando a gente pegou uma vasilha de comida, era para eu ter descido, mas eu voltei para pegar um celular. Quando eu peguei o celular, o barco, em dois segundos, porque não deu tempo de respirar, o barco de 75 toneladas levantou e virou”, contou.
Acidente
A embarcação estava com 21 pessoas a bordo, sendo 12 turistas de Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Ao todo, sete morreram e 14 conseguiram se salvar. Das vítimas, cinco são de Rio Verde:
Thiago Souza Gomes, de 18 anos;
Fernando Gomes de Oliveira, de 49 anos, pai de Thiago;
Olímpio Alves de Souza, de 71 anos;
Geraldo Alves de Souza, de 78 anos, era irmão de Olímpio, sogro de Fernando Gomes e avô de Thiago;
Fernandes Rodrigues Leão.
Publicado por Badiinho Filho, com informações do G1
O governador Ronaldo Caiado (DEM) manifestou pesar pela morte de cinco goianos no naufrágio de uma embarcação no rio Paraguai, região do Pantanal do Mato Grosso do Sul, na última sexta-feira (17). De acordo com informações da polícia local, havia 21 pessoas a bordo, das quais 12 eram de Goiás e nove moravam na região. Sobreviveram ao acidente 14 passageiros. As autoridades já confirmaram o falecimento de seis pessoas. Uma está desaparecida.
“É impossível mensurar a dor dessa perda”, diz o governador na nota. “Estamos todos muito consternados diante desta grande tragédia (…). Deixamos nossa solidariedade e sentimentos. Oramos a Deus para que, em sua infinita bondade, possa confortar o coração de cada um de vocês”. O naufrágio teria sido provocado por um vendaval.
Confira a íntegra da nota sobre o naufrágio
Estamos todos muito consternados diante desta grande tragédia que vitimou sete pessoas durante naufrágio no Pantanal, nas proximidades do Porto Geral de Corumbá, no Mato Grosso do Sul (MS), na sexta-feira (15/10).
A embarcação levava turistas pelo Rio Paraguai e naufragou após uma ventania. Entre os mortos, cinco eram goianos, moradores de Rio Verde. E quatro deles faziam parte da mesma família. É impossível mensurar a dor dessa perda.
Lamento profundamente a morte precoce do ex-vereador e ex-presidente do Sindicato Rural de Rio Verde, Geraldo Alves de Sousa; do seu irmão, Olímpio Alves de Sousa; do genro, Fernando Gomes de Oliveira; do neto do ex-vereador, Thiago Souza Gomes; do amigo Fernando Rodrigues Leão e de Vitor Celestino Francelino.
Geraldo Alves de Sousa, também conhecido como Geraldo Bilú, foi membro da Loja Maçônica Estrela Rio-Verdense e teve grande contribuição para o desenvolvimento do município.
Publicado por Badiinho Filho, com informações do Mais Goiás
Moradores dizem que em Nova Aurora (GO) todo mundo se conhece. Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
Uma equipe de reportagem do site Metrópoles, de Brasília – Distrito Federal, um dos maiores portais de notícias e entretenimento do Brasil, estiveram na cidade de Nova Aurora de Goiás no último dia 11 de outubro, onde registraram e transformaram em matéria, publicada neste domingo (17), destacando a não existência de ocorrências de violência, como homicídios, tentativas de homicídios, furtos e roubos na cidade.
Dentre os destaques da reportagem, está o Bar do Berlim, onde trabalha há 36 anos, o Senhor João Batista Borges, 54 anos de idade, que relatou a equipe do Metrópoles que “a única violência que vi aqui nesses 37 anos foi uma facada, e o esfaqueado está vivo até hoje”, garantiu o Senhor João, funcionário do Senhor Berlim desde os 16 anos de idade, tirando seu sustento para criar sua família e garantir os estudos de nível superior de suas duas filhas.
Leia a matéria do site Metrópoles sobre Nova Aurora abaixo:
Conheça a cidade onde o medo da violência se resume a roubos de panelas ou bujões de gás
Nova Aurora faz divisa com Catalão e Goiandira. Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
A pequena Nova Aurora, no sudoeste goiano, se tornou um oásis de tranquilidade quando o assunto é segurança pública. O município de apenas 2,3 mil habitantes não registra homicídios há 10 anos.
O Metrópoles foi até a cidade na última segunda-feira (11/10) e viu de perto o clima de paz. Logo na entrada da área urbana do município, que fica a 260 km de Goiânia, chama a atenção a procissão de mulheres que fazem caminhada sozinhas, na beira da rodovia GO-210, no começo da manhã.
Nova Aurora, no sudoeste goiano, sem homicídios há 10 anos. Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
“A gente ainda mora em um paraíso muito bom”, define a aposentada Terezinha de Fátima, de 66 anos. Os assassinatos de que ela se lembra ocorreram quando era jovem e vivia na zona rural de Nova Aurora. As motivações segundo ela eram as “relias”, que é quando alguém “toma nojo” da cara do outro.
As ocorrências mais comuns relatadas por moradores atualmente? Jovens que empinam motos em momentos de lazer e furtos de panelas ou bujões de gás em fazendas.
Cidade tem ruas extremamente limpas. Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
Poucas famílias
O aposentado Altamir Ribeiro, de 81 anos, nasceu em Nova Aurora, e lembra de memória os poucos assassinatos que ocorreram na cidade. O último foi no dia 21 de fevereiro de 2011. Os outros casos
“Aqui é todo mundo das mesmas famílias”, diz Altamir Ribeiro, de 81 anos. Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
“Aqui é todo mundo das mesmas famílias. Para falar a verdade, a gente aqui sai e deixa o carro aberto”, conta o aposentado.
Em Nova Aurora, “todo mundo se conhece”, repetiram moradores ouvidos pela reportagem. Ao chegar no cemitério municipal, é possível ver que muitos dos mortos têm os mesmos sobrenomes. São as principais famílias que formaram o município – os Pimenta, os Borba e os Carneiro.
“Só uma facada”
Mesmo no boteco, local onde os clientes poderiam se tornar violentos após o consumo de bebida alcoólica, o clima é de predominante paz há décadas.
João Batista Borges, de 54 anos, garante calmaria da cidade. Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
João Batista Borges, de 54 anos, atende no Bar do Berlim há mais de 30 anos e garante a calmaria do local. O estabelecimento é tradicional na cidade e recebe desde autoridades locais até trabalhadores sem renome.
“A única violência que vi aqui nesses 37 anos foi uma facada, e o esfaqueado está vivo até hoje”, garante João.
Bar do Berlim funciona há 37 anos em Nova Aurora (GO) e antes disso já era outro bar. Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
Câmeras e tradição
Nova Aurora se tornou município em 1953. Antes era distrito de Catalão, hoje cidade vizinha, de 111 mil habitantes. Muitas ruas de Nova Aurora ainda são pavimentadas com bloquetes, e é fácil encontrar aqui e ali casas de adobe, cobertas de telhas de cerâmica antigas.
Nova Aurora é uma cidade cheia de câmeras de monitoramento. Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
Também é fácil achar idosos sentados nas portas, em alpendres e na beira da janela dessas casas. Parte da população jovem migrou para outras cidades para conseguir empregos.
A tranquilidade na cidade se mantém mesmo com pouca presença da Polícia Militar e da Polícia Civil. A reportagem não viu uma viatura no período em que esteve no município em 11/10. Na delegacia da cidade há apenas um servidor que registra ocorrências, não há um delegado de prontidão.
Em compensação, câmeras de monitoramento estão espalhadas para todos os lados, uma iniciativa do Ministério Público de Goiás. Todas as saídas para as fazendas são filmadas, além de praças e cruzamentos.
Repasses bem-vindos
Chama atenção a extrema limpeza das ruas de Nova Aurora, a organização das praças, a grande quantidade de calçadas e meios-fios em ótimas condições.
A pequena quantidade de habitantes de Nova Aurora acaba sendo um fator positivo na administração pública. Para se ter uma ideia, a cidade recebe R$ 642,6 mil de repasse financeiro da União, do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
É a mesma quantidade de verba que chega para a cidade vizinha Goiandira, que tem mais que o dobro da população de Nova Aurora.
Luz para todos
A auxiliar administrativo Gabrielly Emídio Oliveira, de 23 anos, garante que dá para andar pelas ruas no período noturno sem medo. A prefeitura até divulga um número nas redes sociais chamado “Disk Lâmpada”, que é para garantir a troca da iluminação pública, quando a lâmpada de algum poste é danificada.
Último assassinato
Carlos André, de 33 anos, foi atropelado e degolado. Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
Apesar da tranquilidade e da vida pacata, o último assassinato que ocorreu em Nova Aurora foi particularmente brutal e está bem vivo na memória da população. Carlos André do Nascimento, então com 33 anos, foi atropelado e em seguida degolado, durante uma manhã, em via pública. O crime aconteceu em fevereiro de 2011.
Carlão, como era conhecido, tinha aparente doença psiquiátrica e era conhecido por praticar furtos na cidade e atuar como pedinte. Ele desenvolveu uma fixação por uma jovem moradora e teria começado a persegui-la. Na cela da cadeia, escrevia repetidas vezes o nome do amor platônico, enviava cartas românticas e, quando estava bêbado, ia até a casa da mulher.
O pai dessa jovem decidiu matar o homem que a perseguia. Carlos andava na rua com uma sacola de carne, um coco e um cachorro de rua, quando foi atropelado de forma proposital. Quando estava caído no chão, o motorista desceu e o degolou. O assassino, entretanto, foi absolvido por unanimidade no júri popular.
“Meu filho tinha muita passagem pela polícia. O advogado do homem que matou foi muito cruel. Ele falou que a morte do meu filho ‘foi uma limpeza, morreu tarde’, relata a mãe de Carlão, a aposentada Lázara Maria Fidelis do Nascimento, de 63 anos. Ela decidiu não entrar com recurso no processo, pois isso não traria seu filho de volta, e agora deposita sua esperança na justiça divina.
O assassinato de Carlos não consta no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS). O portal pediu um esclarecimento para a Secretaria Municipal de Saúde, responsável por alimentar esse banco de dados, e não teve retorno até a publicação desta reportagem.
Assassinato histórico
“Chacina em Nova Aurora”, diz manchete de jornal em 1950. Foto: TV Alego/Reprodução
Por coincidência do destino, a cidade com tão poucos homicídios é conhecida na história de Goiás por um assassinato político. Foi em Nova Aurora que morreu assassinado o deputado do PSD major Getulino Artiaga, em 8 de setembro de 1950.
“A chacina de Nova Aurora”, estampou a manchete do jornal Folha de Goiaz na época. Getulino foi morto por udenistas com 18 tiros, no mesmo local onde hoje funciona o Bar do Berlim, que na época tinha outro nome. Pouco antes havia sido morto o líder do PSD local, Tatico Rosa.
A confusão teria começado depois de uma briga entre integrantes dos dois partidos e duas pessoas que conduziam um caminhão com faixas do PSD foram mortas, segundo depoimentos de filhos de Getulino para a TV da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). Houve tiroteio na cidade e várias pessoas foram feridas. Ninguém foi punido.
Getulino Artiaga, assassinado em Nova Aurora, ao lado da esposa e dos filhos. Foto: TV Alego/Reprodução
Deputado Getulino, de braço erguido, ao lado de Pedro Ludovico Teixeira, fundador de Goiânia. Foto: TV Alego/Reprodução
Deputado Getulino Artiaga ao lado do ex-governador de Goiás, Pedro Ludovico. Foto: TV Alego/Reprodução
Carros de funerária pegam corpos de goianos mortos no naufrágio em Mato Grosso do Sul — Foto: Luiz Phillipe/O Popular
Os quatro corpos de uma família que morreu em naufrágio no Mato Grosso do Sul chegaram a Rio Verde neste domingo (17) para velório no cemitério São Miguel. Eles estavam no barco-hotel Carcará no Rio Paraguai para uma expedição de pesca pelo Pantanal. Uma vítima segue desaparecida.
As chuvas e os ventos fortes podem ter sido os motivos do naufrágio, segundo o Corpo de Bombeiros. A embarcação estava com 21 pessoas a bordo, sendo 12 turistas de Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Ao todo, sete morreram e 14 conseguiram se salvar.
Os Bombeiros retomaram na manhã deste domingo (17), as buscas pela 7ª vítima do naufrágio.
-Fernando Gomes de Oliveira, de 49 anos, pai de Thiago;
-Fernandes Rodrigues Leão (corpo ainda não foi retirado do barco);
-Olímpio Alves de Souza, de 71 anos;
-Geraldo Alves de Souza, de 78 anos, era irmão de Olímpio, sogro de Fernando Gomes e avô de Thiago;
-Vitor Celestino Francelino, de 64 anos, comandante da embarcação;
-Mauro Rodrigues Canavarro, de 49 anos, auxiliar de convés.
Goianos ficam desaparecidos após naufrágio no Pantanal — Foto: Arquivo Pessoal/Thamiris Furquim
Os sobreviventes contaram à polícia que faziam um churrasco ao ar livre na área de cima do barco quando foram surpreendidos por uma ventania. O barco virou e eles não tiveram tempo de saltar.
Depois da tempestade, o barco continuou virado com 14 sobreviventes esperando resgate. A embarcação tinha 21 metros de cumprimento e seis de altura. Segundo os bombeiros, os ventos podem ter chegado a 65 km/h para virar o barco.
Publicado por: Badiinho Filho/Informações do G1 Goiás
O avanço de uma frente fria pelo Brasil pode contribuir com fortes pancadas de chuva, inclusive com granizo, em Goiás durante o final de semana. Isso ocorre em razão da formação de um corredor de umidade sobre o Estado, de acordo com informações do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo).
No domingo (17/10), a previsão se mantém a mesma em Goiás: sol com variação de nebulosidade. O corredor de umidade que está sobre nosso Estado favorece a possibilidade de pancadas de chuvas isoladas localmente fortes que podem vir acompanhadas de rajadas de vento, raios e granizo.
Já na capital, o domingo pode chegar com variação de nebulosidade e a temperatura máxima pode chegar aos 31ºC e a umidade relativa do ar varia entre 45% a 90%. Há possibilidade de chover 8 milímetros.
Publicado por: Badiinho Filho, com informações do Mais Goiás
Desde a criação da Universidade Federal de Catalão (UFCAT), em março de 2018, inúmeros passos e processos vem sendo executados para o desmembramento da Universidade Federal de Goiás (UFG) e a consolidação de nossa nova universidade.
Neste processo, uma etapa importante é o estabelecimento da UFCAT no mundo através de sua marca própria. Com este objetivo, em setembro de 2020 foi definida uma comissão de identidade visual para a criação da marca UFCAT. O processo de criação da identidade visual envolveu ampla coleta de dados com a comunidade acadêmica por meio de survey e workshop, a contratação de uma empresa especializada para elaboração de propostas, consulta pública para seleção da logomarca e aprovação em instância deliberativa.
Somos uma Universidade determinada, crítica e transformadora. Nossos valores remetem ao papel fundamental de uma Universidade pública e gratuita, fomentando o pensamento crítico por meio do ensino, pesquisa, extensão. Nossa marca carrega em seu símbolo a determinação em prosperar e a evolução. E ao mesmo tempo o caráter não linear, não horizontal das interações culturais e humanísticas que permeiam o ato de aprender e ensinar.
A partir de outubro de 2021, a nova marca passa a ser empregada em todo o material gráfico em meio digital e físico da UFCAT. Acesse o Manual da Identidade Visual da UFCAT para compreender na íntegra o simbolismo e parâmetros que nortearam a elaboração desta identidade visual.
O manual de uso da marca também orienta as normas técnicas de uso quanto ao tamanho, paleta de cores, paleta tipográfica, formas, aplicações e restrições. Além disso, apresenta sugestões para aplicações da marca em papelaria, uniformes, veículos oficiais e placas de sinalização.
A Assessoria de Comunicação da UFCAT é responsável pela análise dos casos não previstos no manual.
Moradores da Rua Rui Barbosa, em Goiandira, buscam atendimento da Enel Distribuição para manutenção na rede elétrica há três dias, que de acordo com relatos dos solicitantes, dois postes estão com as travessas quebradas, fazendo com que os cabos encostem na fiação dos padrões de duas residências e provoquem prejuízos ou até mesmo coloque em risco a integridade física das pessoas.
De acordo com esses moradores, inúmeros protocolos foram abertos, mas o problema continua, afirmando eles que funcionários da Enel estiveram no local e apenas tiraram fotos, mas resolver o problema que é bom nada.
Quinta etapa do programa oferece oportunidade para obter ou mudar categoria da habilitação de graça. Interessados devem acessar site www.detran.go.gov.br e preencher formulário. Para participar, é necessário ter idade igual ou superior a 18 anos, saber ler e escrever e possuir cadastro ativo há pelo menos seis meses no CadÚnico.
Foto: Reprodução
O Governo de Goiás, por meio do Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO), encerra na segunda-feira (18/10) o prazo de inscrições da quinta etapa do programa CNH Social. Com 5.010 vagas abertas, a iniciativa oferece à população de baixa renda a oportunidade de tirar a primeira Carteira Nacional de Habilitação, adicionar ou mudar a categoria do documento gratuitamente.
As inscrições são realizadas exclusivamente pelo site www.detran.go.gov.br, na aba “CNH Social”. Os interessados devem preencher o formulário com as informações solicitadas. É necessário ter idade igual ou superior a 18 anos, saber ler e escrever e possuir cadastro ativo há pelo menos seis meses nos programas sociais do governo federal (CadÚnico).
Cada pessoa poderá se candidatar em apenas uma das modalidades do programa, que são: Estudantil, Urbana e Rural. Na modalidade Estudantil, podem participar jovens de 18 a 25 anos que cursaram todo o Ensino Médio em escola da rede pública estadual de Goiás. Um dos critérios de desempate será a nota média apurada pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc).
Nas modalidades Urbana e Rural poderão concorrer moradores de cidades e da zona rural, respectivamente. Eles devem saber ler e escrever, ter idade igual ou superior a 18 anos e atender aos critérios estabelecidos pelo Código Brasileiro de Trânsito e pela lei estadual 20.834/2020. Os candidatos à mudança ou adição de categoria não podem ter praticado, nos últimos 12 meses anteriores à inscrição, infração de trânsito de natureza gravíssima, grave ou ser reincidente em média.
Os contemplados recebem isenção de taxas como inclusão no Renach, Licença de Aprendizagem de Direção Veicular, agendamento de prova teórica, agendamento de exame prático, exame médico e psicológico. Por meio de parcerias com os Centros de Formação de Condutores (CFCs), são oferecidos ainda o curso teórico de legislação de trânsito, as aulas práticas de direção e até três retestes gratuitos.
Calendário
A lista com o nome dos classificados dentro do limite de vagas deve ser divulgada no dia 25 de outubro, exclusivamente no site do Detran-GO. Por isso, é importante que os inscritos fiquem atentos para não correrem o risco de perder a oportunidade. Vale ressaltar que os candidatos que deixarem de realizar a matrícula on-line dentro de 15 dias após a publicação do resultado, automaticamente, perdem as vagas.
Publicado por: Badiinho Filho/Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) – Governo de Goiás
Um naufrágio de um barco-hotel, na tarde de desta sexta-feira (15), no Rio Paraguai, na altura de Corumbá (MS), a cerca de 415 Km da capital, vitimou cinco pessoas de uma mesma família de Rio Verde. Ao todo, 12 são do município do Sudoeste Goiano. Até o momento, foram localizados seis corpos entre todas as vítimas da tragédia e há dois identificados.
De acordo com o Jornal O Popular, de Goiânia, capital de Goiás, entre os familiares há uma mulher de Rio Verde que perdeu o pai, o esposo e um filho. Todos os familiares estão abalados, conforme uma parente, e aguardam a chegada de mais informações, pois as buscas continuam no local.
Uma das vítimas é André Furquim, irmão do secretário de Infraestrutura de Rio Verde, Tyrone César Furquim de Oliveira. Para uma equipe de TV goiana, Tyrone afirmou que “a família está toda em desespero”.
Como há corpos ainda não localizados e sem identificação, ainda não informações sobre o velório em Rio Verde. Um dos sobreviventes, que estava na sala do barco no momento do naufrágio, é quem representa a família e acompanha o andamento dos trabalhos em Corumbá (MS). Parentes se deslocam para dar apoio.
De acordo com o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul, a embarcação, que levava um grupo de pesca, naufragou com 21 pessoas. Os dois identificados são Fernando Gomes e Geraldo Alves. Foram resgatadas 14 pessoas. No momento do acidente, o local do acidente passava por ventos fortes, de até 45 quilômetros por hora.
O barco-hotel Carcará naufragou nesta sexta-feira (15), por volta das 14h
O trabalho do Corpo de Bombeiros em Corumbá no resgate de vítimas de naufrágio começou logo cedo neste sábado (16) e as equipes já localizaram três corpos. Dois deles foram identificados como Fernando Gomes e Geraldo Alves de Souza.
O barco-hotel Carcará naufragou na sexta-feira (15), por volta das 14h, há cerca de 1 hora de Corumbá. Os turistas que estavam no barco-hotel Carcará são de Rio Verde-GO e haviam saído da cidade goiana no dia 8 de outubro.
Eles estavam de retorno para a cidade e a tempestade, com rajadas de vento fortes, atingiram o grupo na região do Tagiloma.