É dada como certa uma nova greve dos caminhoneiros após aumento de 14% no preço do diesel, informam os líderes do movimento que paralisou o país em maio.
“Se fosse pela empolgação, hoje íamos amanhecer parados em vários pontos”, afirma Edimilson Carneiro, o Dodô, que administra a página UDC (União dos Caminhoneiros do Brasil).
Por meio de nota, a UDC promete parar o país depois do feriadão de 7 de setembro (Dia da Independência). A nova paralisação seria por tempo indeterminado, a exemplo do movimento ocorrido em maio passado.
Desde a última sexta-feira (31), o preço médio do diesel nas refinarias da Petrobras subiu em 14%. Com o aumento, o preço passou de R$ 2,0316 para R$ 2,2964. É o primeiro reajuste desde junho, quando, em acordo com os caminhoneiros em greve, o governo congelou o preço do produto nas refinarias em R$ 2,0316 por litro.
A senadora Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT, publicou uma mensagem em apoio ao iminente movimento dos caminhoneiros.
“Vivemos tempos difíceis! O aumento de 13% do diesel, o corte de 50% do Bolsa Família p/ 2019, a decisão do Judiciário de aumentar seus salários e do STF de aprovar a terceirização é um tapa na cara do povo. A greve anunciada dos caminhoneiros, é uma reação mais do que justificada”, escreveu no Twitter.
Jornais e sites repercutem possibilidade de nova greve
A matéria acima é do Blog do Esmael, publicada ontem, domingo, dia 02 de setembro, mesmo blog que anunciou a greve dos caminhoneiros no início do ano três dias antes de ser iniciada, a qual durou 11 dias e parou todo o Brasil, matéria que republicamos aqui também.
Um dos líderes do movimento, Wallace Landim “Chorão”, publicou um vídeo em sua página do Facebook, afirmando que não existe a possibilidade de se iniciar uma greve dos caminhoneiros no próximo feriado de 07 de setembro. Sentado em frente a um computador, “Chorão” afirma desconhecer a entidade chamada de União dos Caminhoneiros do Brasil (UDC), e segundo ele, foram patrocinados os links no Google para que a notícia se propagasse rapidamente afim de outros interesses, afirmando que pessoas estão usando a categoria para uma nova paralisação.
Na primeira paralisação, “Chorão” foi muito crítico com vários integrantes da imprensa nacional, especificamente as organizações Globo, mas neste último vídeo cita como fonte o Jornal Nacional, telejornal da Globo que questiona a idoneidade da UDC.
Chorão encerra o vídeo afirmando que está preocupado com as pessoas infiltradas no meio da categoria. “Eu fico muito triste porque nós lutamos, ficamos 11 dias na beira da estrada, conseguimos a Lei, ela está aí, existe, hoje ela é a 13. 703.
“Eu quero deixar claro para vocês aqui pessoal, não existe paralisação para o dia 07 de setembro, mas no dia 12/09, nós (caminhoneiros), várias lideranças de vários Estados, vamos para a porta da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), forçar a fiscalização, pois nessa Lei tem o gatilho, onde se sobe 10%, a ANTT obrigatoriedade de soltar um novo piso com o reajuste, então nós vamos forçar a ANTT soltar um novo piso, e fiscalizar, que seja por meio de um bloquei há onde não se consiga manifestar a Nota Fiscal abaixo do piso, travando o manifesto”. Assistam o vídeo na íntegra abaixo:
O Corpo de Bombeiros informou que a partir das primeiras horas desta manhã homens de 13 quartéis e 24 viaturas estavam no local. Integrantes da Polícia Federal, Polícia Militar e da Guarda Municipal, além de profissionais de saúde, também foram chamados para colaborar com os trabalhos.
Vários diretores, funcionários e pesquisadores do Museu Nacional passaram a noite no local acompanhando os trabalhos e tentando colaborar. Havia preocupação com as dificuldades em controlar as chamas, a ausência de água e o risco de desabamento.
Oficialmente, o Corpo de Bombeiros informou que não há ainda dados sobre as causas do incêndio. Ontem (2), funcionários do museu relataram problemas na obtenção de água, pois dois hidrantes não funcionaram no momento em que os bombeiros estavam no local.
Como o museu está em uma colina, no parque nacional, há uma série de limitações para o fornecimento de água. Os bombeiros confirmaram que o abastecimento de água foi feito por carros-pipa, cedidos pela companhia de água e esgoto do Rio de Janeiro.
Acervo
O Museu Nacional do Rio reunia um acervo de mais de 20 milhões de itens dos mais variados temas, coleções de geologia, paleontologia, botânica, zoologia e arqueologia. No local, estava a maior coleção de múmias egípcias das Américas.
No local, também estava Luzia, o mais antigo fóssil humano encontrado nas Américas, que remete a 12 mil anos, e representa uma jovem de 20 a 24 anos. No museu, havia ainda o esqueleto do Maxakalisaurus topai, maior dinossauro encontrado no Brasil.
O museu é a mais antiga instituição histórica do país, pois foi fundado por dom João VI em 1818. É vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com perfil acadêmico e científico. Tem nota elevada nos institutos de pesquisa por reunir peças raras, como esqueletos de animais pré-históricos e múmias.
História
O local foi sede da primeira Assembleia Constituinte Republicana de 1889 a 1891, antes de ser destinado ao uso do museu, em 1892. O edifício é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O Museu Nacional do Rio oferece cursos de extensão e pós-graduação em várias áreas de conhecimento. Para esta semana, era esperado um debate sobre a independência do país. No próximo mês, estava previsto o IV Simpósio Brasileiro de Paleontoinvertebrados no local.
A destruição para além do físico
O incêndio que destruiu o Museu Nacional/UFRJ na noite de domingo, dia 2, levou consigo muito mais do que um prédio histórico que abrigou a família real.
Aliás, desde quando se transformou em Museu Nacional, a instituição fazia questão de se apresentar como um espaço de produção e exposição de ciência.
Quem visitasse esperando um trono real de D. João VI sairia desolado. Poucas referências à presença dos imperiais apareciam em seus corredores. Ainda assim, indiretamente os antigos moradores estavam presentes na exposição.
A cadeira real do antigo imperador do Brasil não estava ali, mas outro trono tinha destaque no acervo. Era do rei Adandozan, do reino de Daomé (atual Benin), na África, e que foi dado em 1811 para Dom João VI como uma prova da boa relação que o reino português – recém fugido para o Brasil – queria manter com este povo.
Uma peça que contribuiu nas relações diplomáticas que consolidaram na trágica história escravista do país.
Muito perto deste trono também havia um manto real. Novamente, não era da família portuguesa. Era um presente, cheio de plumas, do rei Tamehameha II, das ilhas Sandwich (atual Havaí) ao imperador D. Pedro I.
A possível perda destes itens configura um vazio no entendimento de uma relação entre o Brasil e povos estrangeiros que até hoje não é tão exposta ao grande público. Em um museu com uma entrada de R$ 3, ela se tornava mais difundida.
As tão comentadas exposições de Grécia, Roma e Egito também tiveram seu surgimento atrelado às aquisições da família real. D. Pedro, por exemplo, comprava múmias de mercadores para sua coleção particular.
Seu filho, D. Pedro II, chegou a fazer expedições ao Egito para comprar mais. Dentre as adquiridas, existe uma cujo processo de mumificação é bastante raro: cada parte do corpo é enrolada de forma que se possa identificar dedos, braços e pernas.
Somente outras seis no mundo obedecem a esta lógica. Uma peça cuja preservação é de interesse mundial e que atravessou milhares de anos.
Já a imperatriz Teresa Cristina contribuiu com a exposição de Grécia e Roma ao ter expostos os vasos etruscos que tinha comprado. São peças que detalhavam hábitos cotidianos de povos da península de Itálica de uma época anterior ao nascimento de Jesus Cristo. Ao contrário do que muito foi escutado na cobertura do incêndio, o acervo do Museu Nacional transcende os seus 200 anos.
A exposição era muito mais do que as peças adquiridas pela família real. Aquele prédio também era uma instituição de produção de conhecimento. Estavam ali os fósseis de Luzia, a mais antiga moradora de nossas terras e que mudou a percepção sobre o deslocamento da humanidade da África até a América.
É também o museu que fez importantes descobertas paleontológicas e se transformou em um dos principais centros de estudo na América Latina. São dezenas de pesquisadores que perdem completamente suas pesquisas. O prédio, tombado como patrimônio público, poderá ser reerguido. Não será como antes, infelizmente.
Ainda assim, irrecuperáveis serão as peças e pesquisas que, porventura, forem destruídas. Surgirão lacunas na já tão complicada forma como narramos e lidamos com o nosso passado e um atraso cientifico que impedirá a produção de conhecimentos futuros.
Reitor: dificuldades dos bombeiros prejudicaram combate a incêndio
O reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Leher, afirmou na madrugada de hoje (3) que as dificuldades logísticas e estruturais dos bombeiros prejudicaram o combate ao incêndio no Museu Nacional. O incêndio no museu, vinculado à UFRJ, começou por volta das 19h30 de ontem (2) e ainda consumia o prédio à 1h30 de hoje.
Segundo o próprio comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Roberto Robadey, o combate ao incêndio foi prejudicado pela falta de água. Segundo Robadey, os bombeiros chegaram com um caminhão-tanque cheio de água, mas quando o reservatório se esgotou, tentou-se sem sucesso usar água dos hidrantes localizados ao redor do museu.
Como a água não tinha potência suficiente para ser lançada no fogo, os bombeiros tiveram que atrasar por vários minutos o combate às chamas até que novos caminhões e carros-pipa da Cedae chegassem ao local.
Segundo um funcionário da Cedae que estava no local, a água não chega com pressão suficiente aos hidrantes porque o museu se localiza em uma colina.
“Reconhecemos o trabalho valoroso do Corpo de Bombeiros, mas a forma de combate ao incêndio não foi da mesma proporção e escala do incêndio. Percebemos claramente que faltou uma logística e uma capacidade de infraestrutura”, disse Leher.
O reitor também reconheceu que, por ser um prédio centenário, a sede do museu não atendia totalmente às exigências contra incêndio.
“Essa é uma edificação muito antiga que foi concebida em um contexto em que não existia o uso de energia, muito menos o uso intensivo de energia como são as edificação acadêmicas, que têm laboratórios, área administrativa, informática. É um prédio que dispunha de brigada, nós temos um trabalho sistemático com o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil, de trabalhar com a brigada. Extintores estavam em dia. Obviamente, a universidade precisa de uma reforma estrutural e foi isso que buscamos com o BNDES {Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social}”, disse.
Recentemente, a universidade fechou com o BNDES um acordo para viabilizar mudanças estruturais no prédio histórico e a mudança de laboratórios e do setor administrativo para prédios anexos, a fim de minimizar o uso de energia elétrica no prédio, deixando-o apenas destinado a exposições. “A primeira parcela seria de R$ 21 milhões. Grande parte desses recursos estava destinada justamente para um sistema de prevenção de incêndio”, disse.
Restrição orçamentária
Segundo Leher, o museu sofreu com cortes no orçamento porque a UFRJ está sob restrição orçamentária, assim como outras universidades públicas brasileiras. “Num contexto como esse, todas as unidades [da universidade] são afetadas”.
O reitor informou que terá uma reunião hoje (3) com o ministro da Educação, Rossieli Soares, e cobrará do governo federal empenho para reconstruir o prédio e o acervo da instituição, que, segundo o próprio Museu Nacional, tem a maior coleção da América Latina.
“Para o país, é uma perda imensa. Aqui temos a nossa memória. Grande parte do processo de constituição da história moderna do Brasil passa pelo Museu Nacional. Este incêndio sangra o coração do país. A única forma que temos neste momento de trabalhar essa brutal perda é reconstruir. Creio que o Brasil tem que forjar um compromisso com a sociedade política, o governo federal, que tem meios para isso, para que haja orçamento, para que a universidade possa de fato reconstruir essa edificação e recuperar, dentro do que for possível, seu extraordinário acervo”, disse.
Acervo
De acordo com o diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, ainda não é possível avaliar o quanto do acervo foi perdido, mas quando as chamas começaram, os professores e funcionários conseguiram retirar algumas coisas.
“O que aconteceu hoje afeta não apenas o museu ou a UFRJ. Afeta todos vocês. Tendo essa tragédia, nossa ação será avaliar o que realmente foi perdido e tentar recuperar o que puder ser recuperado. Não temos como avaliar com exatidão qual o percentual do material que foi retirada antes das chamas. Saiu um material, as pessoas lutaram, professores vieram de suas casas, todos em prol da instituição Museu Nacional”, disse Kellner.
Pelo menos o acervo de invertebrados foi salvo, diz diretora do museu
Em meio às chamas e aguardando o controle do incêndio, a vice-diretora do Museu Nacional do Rio de Janeiro, Cristina Serejo, afirmou que “nem tudo foi perdido do acervo” do museu. Uma coleção de invertebrados escapou do fogo, pois fica em um prédio anexo, que não foi afetado pelas chamas. O museu tem três andares e prédios anexos, localizados na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na zona norte da capital.
Segundo Cristina Serejo, alguns pesquisadores conseguiram sair do prédio com seus acervos pessoais. Outros funcionários tiveram condições de retirar computadores pessoais.
O Museu Nacional do Rio reunia um acervo de mais de 20 milhões de itens de geologia, paleontologia, botânica, zoologia e arqueologia. No local, estava a maior coleção de múmias egípcias das Américas, havia ainda esqueletos de dinossauros e várias peças de arte.
É a mais antiga instituição histórica do país, pois o local foi fundado por dom João VI, em 1818. O museu é vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com perfil acadêmico e científico. Tem nota elevada nos institutos por reunir pesquisas diferenciadas, como esqueletos de animais pré-históricos e livros raros.
Fogo
Marcelo Sayão/EFE
O comandante do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, coronel Roberto Robadey Costa Júnior, disse que pelo menos duas áreas não foram atingidas pelo fogo. Segundo ele, por duas horas, os bombeiros e funcionários do museu retiraram uma parte do acervo.
“Mas é muito triste dizer que muita coisa se perdeu”, disse o comandante. “Estamos trabalhando para evitar mais perdas, para que o fogo não vá para áreas que ainda estão intactas.
O incêndio começou ontem (2) por volta das 19h30. Homens e viaturas de 21 quartéis trabalharam na operação. Segundo o comandante, às 23h30 eram 80 homens e três escadas magirus na área. As dificuldades eram o abastecimento de água, acesso ao local e a elevada quantidade de material inflamável.
Saibam quais são as oportunidades de trabalho ofertadas através do Sistema Nacional de Emprego (SINE) por meio da Secretaria de Trabalho e Renda de Catalão (SETRAER). As vagas desta segunda-feira (03/09) são:
-Acabador de mármore e granito, com experiência, ambos os sexos; -Cortador de pedras (serrador), com experiência na CTPS, ambos os sexos; – Cortador de roupa (tecido), com experiência, feminino; -Encarregado de fábrica, com conhecimento em administração de produção de caldeiraria, montagens e soldas, e usinagem na CTPS, masculino; -Operador de rolo compactador, com experiência na CTPS, CNH “A”, atividade remunerada na CNH, masculino; -Recepcionista atendente, com experiência na CTPS, feminino; -Torneiro mecânico, com experiência na CTPS, conhecimento em processos de usinagem,masculino.
Informações sobre as vagas podem ser obtidas na sede da secretaria, na Avenida 20 de agosto, 1857, Centro, em frente a Caixa Econômica Federal.
Observação: Algumas vagas podem ter sido preenchidas sem aviso prévio.
Partida em Catalão ficou empatada em 1 a 1. Foto: Roberto Silva – De Olho na Cidade/Reprodução
O Clube Recreativo e Atlético Catalano (Crac), recebeu ontem, domingo (02), no Estádio Genervino da Fonseca, em Catalão, a equipe do Morrinhos, partida essa que ficou em empatada em um a um.
O primeiro gol foi anotado por Elcarlos pelo lado do América de Morrinhos, que abriu placar em Catalão em cobrança de pênalti, Já para o lado do Crac, quem marcou de cabeça aos 40 minutos do 2º tempo, foi o jogador Édipo, evitando a derrota da equipe catalana dentro da própria casa.
Apesar do empate, o Leão do Sul continua na liderança do Campeonato Goiano Divisão de Acesso com 23 pontos, seguido pelo Goiânia com 21 pontos e Goianésia com 19 pontos.
O próximo jogo do Crac de Catalão será contra a equipe do Goianésia, no Estádio Valdair José de Oliveira.
Campeonato Goiano da Divisão de Acesso/2018 – 3º Turno – 1ª Rodada:
Grupo A:
Santa Helena EC 0x2 Goiânia EC – Pedro Romualdo Cabral (Santa Helena)
Árbitro: Osimar Moreira. Assistentes: Adaílton Fernando e Alexandro Hume.
Gols: Waldson (cabeça) 17’ do 1º tempo. Renato 7’ do 2º tempo.
Renda: R$ 930,00. Público pagante: 101.
Grupo B:
CRA Catalano 1×1 América FC – Genervino da Fonseca (Catalão)
Árbitro: Bruno Rezende. Assistentes: Adriano Mendes e Wellington Pereira.
Gols: Elcarlos (pênalti) 2’ e Édipo (cabeça) (C) 40’ do 2º tempo.
Renda: R$ 9.030,00. Público pagante: 534.
AE Jataiense 2×1 Goianésia EC – Arapucão (Jataí)
Árbitro: Elmo Resende. Assistentes: Tiego dos Santos e Hederson Leão.
Gols: Hamílton (cabeça) 28’ do 1º tempo. Gênesis (pênalti) 13’ e Nonato (G) 30’ do 2º tempo.
Prevista para serem iniciadas no dia 10 de setembro, os organizadores do show Henrique e Juliano resolveram antecipar para a próxima quarta-feira, 05 de setembro.
Neste primeiro lote, os preços dos bilhetes terão preços promocionais por 72 horas e estarão disponíveis nos seguintes pontos na cidade de Catalão: Disque Bebidas (AV. Raulina. F. Paschoal) e Loja Colcci (A.20 de agosto). Confiram a tabela com os preços do 1º lote abaixo:
Se vencer a partida contra o América de Morrinhos, no Estádio Genervino da Fonsenca, em Catalão, Crac de Catalão estará classificado para a 1ª Divisão do Campeonato Goiano 2019. Foto: Internet/Reprodução
O Clube Recreativo e Atlético Catalano (Crac) entrará em campo logo mais às 16h deste domingo, 02 de setembro, no Estádio Genervino da Fonseca, em Catalão, para encarar a equipe do América Morrinhos.
Com 22 pontos, o Leão do Sul é o líder da competição, e enfrentará uma equipe com situação contrária no campeonato, pois o América de Morrinhos é o penúltimo colocado na classificação geral, ou seja, está na zona de rebaixamento, mas se Crac vencer a partida de hoje, estará classificado para o Campeonato Goiano da 1ª Divisão de 2019.
Lula durante propaganda eleitoral do Partido dos Trabalhadores veiculada pela internet – 28/08/2018 (YouTube/Reprodução)
O primeiro dia de propaganda dos presidenciáveis no horário eleitoral de rádio e televisão foi marcado por uma mudança de última hora, provocada pela decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de rejeitar o registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Como efeito da decisão, o PT não pôde mais exibir o vídeo que havia preparado, com depoimento de apoiadores e imagens gravadas antes da prisão.
No lugar, primeiro uma tela azul com críticas ao julgamento dos ministros, que o partido chamou de mais um “duro golpe” contra a postulação do ex-presidente e prometeu recorrer para mantê-lo na disputa.
“Atenção. A ONU já decidiu que Lula pode ser candidato e ser eleito presidente do Brasil. Mesmo assim, a vontade do povo sofreu mais um duro golpe com a cassação da candidatura de Lula pelo TSE. A coligação O Povo Feliz de Novo entrará com todos os recursos para garantir o direito de Lula ser candidato. Não vão aprisionar a vontade do povo”, diz a mensagem.
Na sequência, foram exibidas imagens da vigília pelo ex-presidente em Curitiba, onde ele está preso desde abril e de manifestações pela libertação do petista. Lula aparece elencando realizações de seu governo e dizendo que tentam impedi-lo de voltar, mas sem pedido de voto ou exibição de seu nome ao lado do número 13. Pela decisão da Justiça, o PT pode divulgar apenas a coligação e o candidato a vice-presidente, Fernando Haddad (PT).
Haddad aparece “jurando lealdade” a Lula. “Nós não vamos descansar. Vamos trazer o Brasil de Lula de volta e libertar o povo de toda essa injustiça”, diz, em menção às reformas promovidas pelo governo do presidente Michel Temer (MDB).
Marina e as mulheres
O primeiro programa a ir ao ar foi o da candidata da Rede, Marina Silva. Em apenas 23 segundos, Marina optou por acenar às mulheres, eleitorado no qual cresce consideravelmente em todas as pesquisas de opinião e no qual o líder das pesquisas nos cenários sem Lula, Jair Bolsonaro (PSL), encontra dificuldades.
“Eu quero falar com você, mulher. Alguma vez já te chamaram de fraca? De incapaz? Eu sei como é. Juntas, nós somos fortes. Eu vou trabalhar para que ninguém diga que você não pode”, afirmou, repetindo a estratégia que utilizou no último debate, na RedeTV!, quando confrontou Bolsonaro sobre a sua posição de não interferir na iniciativa privada para garantir igualdade salarial entre homens e mulheres.
Alckmin, Meirelles e os históricos
Donos dos maiores tempos de televisão entre os candidatos aprovados, Geraldo Alckmin (PSDB) eHenrique Meirelles (MDB) fizeram os programas mais parecidos com a era de bonança das campanhas, que vigorou até a proibição do financiamento empresarial em 2015. Alckmin ressaltou o passado como médico e a experiência de ter sido prefeito e quatro vezes governador de São Paulo.
Ele levou ao ar ainda o vídeo inspirado na campanha internacional Guns Kill: Kill Guns, na qual uma bala pára a poucos centímetros da cabeça de uma criança para alertar contra o armamento, uma das principais bandeiras de Bolsonaro. Para tentar enfatizar a diferença entre ele e o candidato do PSL, iniciou o programa com uma locutora dizendo que, apesar de estar indignada, “não vou votar com raiva”.
“Com raiva, a gente não pensa. E quando a gente não pensa, a chance de fazer besteira aumenta. É só olhar o Facebook e o WhatsApp. Amigos brigando, divididos, com discurso de ódio. É hora de alguém que resolva, usando a cabeça e o coração”, diz a apresentadora, em referência a Bolsonaro que, nos seus oito segundos de propaganda, falou em “caminhar juntos em defesa da família e da verdade”
Já Meirelles tentou mais uma vez se vender como “aquele cara que os governos chamam para resolver problemas que eles não sabem a solução”. Fez menção a sua participação nos governos de Lula (“quem primeiro chamou foi o Lula. O país cresceu e criamos dez milhões de empregos”) – e Temer – (“depois, me chamaram para corrigir os erros da Dilma”)
Ciro e o SPC, Alvaro e Moro, Boulos e Wagner Moura
O candidato do PDT, Ciro Gomes, se queixou do fato de ter pouco tempo de televisão e pediu aos eleitores que procurem em suas páginas na internet por propostas, em especial, o programa “Nome Limpo”. Trata-se do projeto alardeado pelo pedetista de utilizar os bancos públicos para renegociar as dívidas dos brasileiros que estão com “nome sujo” no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).
O candidato do Podemos, Alvaro Dias, que é paranaense, lamentou ter “gente visitando a minha cidade para visitar um político preso”. Dizendo ter “escolhido andar do lado certo”, Dias exibiu uma foto sua com o juiz Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato no Paraná e que ele já prometeu, se eleito, nomear para o Ministério da Justiça.
O candidato do PSOL, Guilherme Boulos, recorreu, em seus apenas treze segundos, trazer uma apresentação sua feita pelo ator Wagner Moura, frequente apoiador do seu partido. “Eu quero apresentar para vocês Guilherme Boulos, o candidato à Presidência que tem coragem para enfrentar privilégios”, diz o ator de filmes como Tropa de Elite.
Postulantes com pouquíssimo tempo de televisão adotaram diferentes estratégias. Cabo Daciolo, do Patriota, recorreu à Deus. José Maria Eymael, da Democracia Cristã, exibiu seu tradicional jingle. Vera Lúcia, do PSTU, falou em “rebelião”. João Amoêdo, do Partido Novo, prometeu acabar com o horário eleitoral gratuito. E João Goulart Filho, do PPL, lembrou o pai, o ex-presidente João Goulart. (Texto: Veja)
Por 6 votos a 1, TSE indefere candidatura de Lula à presidência
(Foto: Estadão Conteúdo)
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria na noite da última sexta-feira, 31, contra o registro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com base no entendimento de que o petista está enquadrado na Lei da Ficha Limpa. A maioria do tribunal também quer impedir Lula de manter atividades de campanha – como o horário eleitoral no rádio e na televisão – até que a sua coligação faça a sua substituição na cabeça de chapa dentro de um prazo de 10 dias.
Para o relator do caso, ministro Luís Roberto Barroso, o petista está enquadrado na Lei da Ficha Limpa depois de ser condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá. Ao discordar da principal tese de argumentação da defesa, Barroso considerou que o Brasil não é obrigado a atender o comunicado apresentado pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU que defende o direito de Lula disputar as próximas eleições.
Além de Barroso, votaram contra o registro de Lula os ministros Og Fernandes, Jorge Mussi, Admar Gonzaga e a presidente Rosa Weber.
“Minha única preocupação é a defesa da democracia. Não há qualquer razão para o TSE contribuir para a indefinição e a insegurança jurídica e política do País”, disse Barroso, ao iniciar a leitura de seu voto, que durou cerca de uma hora e vinte minutos.
Durante a sessão extraordinária da última sexta-feira, o ministro alegou que não deu tratamento diferenciado ao ex-presidente, observando que procurou levar a julgamento todos os registros que estavam sob sua relatoria antes do início do horário eleitoral. Os blocos de propaganda dos presidenciáveis começaram a serem veiculados hoje, sábado (1.º), mas as inserções já foram transmitidas nesta sexta-feira ao longo da programação das emissoras de rádio e TV.
“Não houve nem atropelo, nem tratamento desigual. Queria deixar claro que o que o TSE procura é assegurar os direitos do impugnado (Lula) e da sociedade brasileira de terem uma eleição presidencial com os candidatos definidos”, frisou o ministro, cujo gabinete trabalhou madrugada adentro para concluir os trabalhos.
INTEGRIDADE. Ao destacar a Lei da Ficha Limpa – sancionada pelo então presidente Lula em junho de 2010 -, Barroso afirmou que a iniciativa foi “o início de um processo profundo e emocionante na sociedade brasileira de demanda por integridade, por idealismo, por patriotismo”.
A divergência no julgamento foi aberta pelo ministro Edson Fachin, que entendeu que não seria possível afastar o entendimento do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que pede que Lula participe como candidato às eleições de 2018.
“Entendo que o candidato requerente está inelegível por força da Lei da Ficha Limpa, contudo, diante do Comitê, obtém o direito de paralisar a eficácia da decisão que nega o registro de candidatura”, disse Fachin, acrescentando que, em face da medida da ONU, se “impõe em caráter provisório reconhecer o direito do petista se candidatar às eleições”. O comitê da ONU ainda não analisou o mérito do pedido de Lula, segundo Barroso.
“Em face da medida provisória concedida no âmbito do Comitê, se impõe em caráter provisório reconhecer o direito, mesmo estando preso, de se candidatar às eleições presidenciais de 2018”, defendeu Fachin.
A decisão do Comitê da ONU, que embasou o voto de Fachin a favor de Lula, foi minimizada por Barroso, que destacou que o comunicado foi assinado por apenas dois representantes. (Texto: Jornal O Popular).
Após freio falhar, motorista perde o controle e caminhão capota em rua de Catalão. Foto: Luiz Cláudio Elias -Blog da Verdade/Reprodução
Um homem de 35 anos de idade e outros dois rapazes, um de 17 e outro com 19 anos de idade, ficaram feridos em um acidente ocorrido na Rua Gerônimo Belo Ciriaco, no bairro Maria Amélia II, na manhã deste sábado (01).
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o veículo teria perdido o freio, fez com o que o condutor do caminhão caçamba, o qual capotou no final da rua, isso no momento exato em que ele tentava fazer uma conversão a esquerda.
As três vítimas receberam os primeiros atendimentos dos militares do Corpo de Bombeiros e em seguida foram transportadas ao Pronto Socorro da Santa Casa de Catalão. Elas não corriam risco de morte.
No dia 19 de setembro de 2018 o Curso de Ciência da Computação da Unidade IBIOTEC da Regional Catalão (RC) da Universidade Federal de Goiás (UFG) irá sediar o evento de extensão do tipo maratona “SAP CodeJam”! Este é um programa mundial da SAP realizado no formato de hands-on (“mãos na massa”) para que o público técnico tenha a oportunidade de colaborativamente, aprender tecnologias e realizar desafios desenvolvendo em plataformas e ferramentas SAP.
No evento, que já ocorreu em diversas universidades do Brasil e do mundo, os participantes terão a oportunidade de conhecer novas ferramentas e interagir presencialmente com uma expert. Para participar, o interessado precisa ter conhecimento em programação, inglês avançado e estar pronto para aprender!
A tecnologia a ser estudada no evento é o desenvolvimento de aplicações para a Web com HTML 5 para desktops ou dispositivos móveis utilizando SAPUI5, que é uma biblioteca de ferramentas para produção otimizada desse tipo de aplicações.
A organização do evento irá disponibilizar computadores, mas, se desejar, o participante pode trazer o seu notebook. A instrutora expert do evento é Meredith Hasset, que vem de São Francisco, Califórnia (da região conhecida como Vale do Silício) para Catalão. Nessa primeira edição do evento estão sendo ofertadas 40 vagas, para os primeiros que se inscreverem pelo site: https://www.eventbrite.com/e/sap-codejam-catalao-registration-48350297040.
O evento começará 8h com um café da manhã, terá curta pausa para almoço e terminará 15h com a apresentação dos resultados e um café da tarde. Todo o evento, incluindo a alimentação, é inteiramente gratuito. Para o coordenador local do evento, Prof. Thiago Jabur Bittar, essa é uma grande oportunidade para os alunos aprenderem novas tecnologias e interagirem com uma expert internacional. “Novas parcerias continuam sendo buscadas com outras fabricantes de tecnologia mundiais para enriquecerem a formação de nossos alunos”, relata Bittar.
Saibam quais são as oportunidades de trabalho ofertadas através do Sistema Nacional de Emprego (SINE) por meio da Secretaria de Trabalho e Renda de Catalão (SETRAER). As vagas desta sexta-feira (31/08) são:
-Acabador de mármore e granito, com experiência, ambos os sexos; -Cortador de pedras (serrador), com experiência na CTPS, ambos os sexos; – Cortador de roupa (tecido), com experiência, feminino; -Cozinheiro, com experiência, feminino; -Operador de caixa, que saiba montar sanduiche, feminino; -Operador de rolo compactador, com experiência na CTPS, CNH “A”, atividade remunerada na CNH, masculino; -Trabalhador rural, com experiência e referencia, que saiba dirigir trator,masculino.
Informações sobre as vagas podem ser obtidas na sede da secretaria, na Avenida 20 de agosto, 1857, Centro, em frente a Caixa Econômica Federal.
Observação: Algumas vagas podem ter sido preenchidas sem aviso prévio.