A Polícia Rodoviária Federal (PRF) direcionou grupos de inspetores para evitar bloqueio de caminhoneiros na rodovia em Catalão nesta segunda-feira (1°), data em que está marcada uma paralisação nacional da categoria.
“Equipes extras mobilizadas para garantir a fluidez do Trânsito na BR 050 e inibir as paralisações”, disse a PRF.
Em âmbito nacional, a PRF afirma que há apenas três pontos de concentração de caminhoneiros nas estradas do país nas primeiras horas do dia.
As mobilizações já acontecem às margens da rodovia presidente Dutra, na altura da Rodoviária de Barra Mansa (RJ), na BR-101/RJ, na região de Rio Bonito (RJ) e às margens da BR-116, na altura do município de Itaitinga (CE).
Conforme apurou o R7, apesar das concentrações, a PRF garante que não há qualquer retenção ao tráfego e os caminhoneiros que desejam seguir viagem não estão sendo abordados até às 6h. De acordo com o boletim divulgado pelo Ministério da Infraestrutura, “não há registro de nenhuma ocorrência de bloqueio parcial ou total em rodovias federais ou pontos logísticos estratégicos”.
Os grupos planejam se manifestar contra a política de preço de paridade de importação (PPI), adotada pela Petrobras, e propõem a política de preço de paridade de exportação (PPE), baseada exclusivamente em custos nacionais.
A Caixa começa a liberar nesta segunda-feira (1º) o saque em dinheiro da sétima e última parcela do auxílio emergencial. Os trabalhadores informais nascidos em janeiro e inscritos por meios digitais ou CadÚnico poderão resgatar o valor, que já havia sido depositado em conta digital.
O calendário de saque vai até o dia 19, encerrando o benefício. Ao todo, receberam o auxílio emergencial nesta última etapa 34,4 milhões de pessoas — 25,1 milhões inscritos por aplicativo da Caixa ou pelo CadÚnico e 9,3 milhões do Bolsa Família, que tem ainda outros 5,3 milhões.
O auxílio pagou neste ano sete parcelas de R$ 375 para mulheres chefes de família, R$ 150 para pessoas que moram sozinhas e R$ 250 para os demais. Com o fim do auxílio emergencial, o governo federal substituiu o Bolsa Família, criado em 2003, pelo Auxílio Brasil.
O Ministério da Cidadania já anunciou que o pagamento do novo programa começará em 17 de novembro de acordo com o final do NIS, seguindo o cronograma habitual vigente do Bolsa Família.
No primeiro mês, os atuais benefícios terão rejuste de 17,8%. Em dezembro, segundo a pasta, o valor das parcelas deverá ser acrescido de um benefício temporário para garantir o pagamento de ao menos R$ 400 até dezembro de 2022. Além disso, o número de beneficiados será ampliado para 17 milhões.
Dois jovens de 21 e 24 anos foram presos na noite desse domingo (31) suspeitos de terem matado um rapaz identificado como Leandro Rodrigues Neres Filho, de 25 anos. A prisão aconteceu poucos minutos após o crime, que foi na Avenida Doutor Lamartine Pinto de Avelar, na Vila Chaud.
Segundo o corpo de bombeiros, as agressões começaram depois de uma discussão em um estabelecimento comercial. O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal de Catalão (IML).
De acordo com a polícia, a vítima foi golpeada com várias facadas. Os suspeitos foram capturados no momento em que tentavam fugir em um carro GM/ Vectra de cor prata pelo mesmo bairro.
No veículo, os militares apreenderam a faca utilizada na crime ainda suja de sangue. A dupla foi levada para a delegacia onde foi autuada em flagrante pelo crime de homicídio.
Uma mulher de 40 anos ficou em um acidente na rodovia GO-330 entre Catalão e Ipameri. Um carro ocupado por três pessoas capotou e caiu de uma ribanceira de aproximadamente 7 metros de altura.
Os outros ocupantes não se machucaram. Segundo o motorista, o acidente aconteceu quando o carro aquaplanou na pista por causa da forte chuva que caiu sobre a pista.
Foto: Corpo de Bombeiros/ Reprodução
Segundo o corpo de bombeiros, a mulher foi encontrada consciente e reclamava de dores na coluna, na região lombar. Além disso, a vítima estava com ferimentos e sinais de início de hipotermia.
A mulher recebeu os primeiros atendimentos e foi levada ao Pronto Socorro da Santa Casa de Catalão.
Um homem ainda não identificado pela Polícia Técnico Científica foi morto a golpes de faca na noite deste domingo (31), em Catalão. O crime foi na Avenida Doutor Lamartine Pinto de Avelar, na Vila Chaud, por volta das 22h. Poucos minutos após o homicídio, a polícia prendeu dois suspeitos em flagrante.
Neste momento, o corpo de bombeiros atende a ocorrência no local que acaba de ser isolado para a perícia. A guarnição acaba de confirmar a morte da vítima.
Foto: Divulgação/Batalhão Rural da Polícia Militar do Estado de Goiás
Foi preso em flagrante ontem, sábado (30), o suspeito de matar um homem a tiros na zona rural de Santo Antônio do Rio Verde, distrito de Catalão. A prisão aconteceu no mesmo dia em Rondonópolis, a 210 km de Cuiabá, no estado do Mato Grosso.
O crime foi por volta das 6h da manhã. Conforme o depoimento na delegacia, o assassinato teria acontecido porque a vítima estaria se relacionando com a esposa do suspeito. O homem confessou o crime e foi levado ao presídio de Rondonópolis, onde deve permanecer até ser levado para o presídio da comarca de Catalão.
De acordo com a polícia, a vítima e o suspeito estavam cada um em seu carro passando por uma estrada de terra em Santo Antônio do Rio Verde quando o assassino teria mandado a vítima sair do veículo.
O suspeito teria dado tiros de espingarda contra a vítima e depois arrastado o corpo para um matagal. O autor dos disparos fugiu com a arma imediatamente para o estado do Mato Grosso.
Uma pessoa que passava pelo local encontrou o corpo no mato próximo a uma fazenda e disse aos policiais que achou que tinha visto uma “vaca abatida”. Na mesma hora, policiais enviaram duas equipes do Batalhão Rural para a localidade.
Segundo a polícia, os militares conseguiram fazer o rastreamento do trajeto em que o suspeito fez e a partir disso foi montado um bloqueio na rodovia em Rondonópolis, no Mato Grosso, onde o homem acabou preso.
Ainda de acordo com a corporação, o suspeito não tinha antecedentes criminais. Com ele, foi apreendida a arma utilizada no crime, uma espingarda cartucheira.
Foto: Divulgação/Batalhão Rural da Polícia Militar do Estado de Goiás
O juiz federal plantonista na Seção Judiciária Federal de Goiás, Bruno Teixeira de Castro, proibiu o bloqueio de estradas e rodovias federais que cortam o Estado. A medida se deve pois movimento grevista de caminhoneiros autônomos estão divulgando paralisação nesta segunda-feira (1/11).
Além de Goiás, a decisão afeta os acessos ao Porto de Santos, em São Paulo; ao Porto de Suape, em Pernambuco; e rodovias de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Pernambuco.
O magistrado estipulou multa de R$ 100 mil por pessoa física participante da mobilização e de R$ 1 milhão por pessoa jurídica que organizar o movimento paredista. Também está autorizado o uso de força policial para impedir o bloqueio das rodovias.
Na contramão de governos estaduais e municipais que já anunciaram ou discutem a suspensão da obrigatoriedade do uso de máscara facial, dirigentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destacaram, nesta sexta-feira (29), a importância de as pessoas continuarem adotando as medidas não farmacológicas contra a Covid-19.
“Mantemos, em todas as nossas considerações, a importância das medidas não farmacológicas de enfrentamento à pandemia, tais como evitar aglomerações, usar máscara e fazer boa higienização das mãos”, disse o diretor-presidente da agência reguladora, Antônio Barra Torres, durante a reunião em que membros da diretoria colegiada aprovaram novas regras para a retomada das viagens em cruzeiros marítimos pela costa do Brasil, a partir da próxima segunda-feira (1º).
“Essa tríade, em aditamento ao advento da vacinação, tem tornado possível a gradual e responsável retomada das atividades [econômicas], mas temos que manter como nosso norte os alertas dos organismos nacionais e internacionais”, disse Torres, acrescentando que, apesar do avanço da vacinação e da consequente diminuição do número de mortes e de novos casos da doença, a pandemia ainda não terminou.
Relator do protocolo que define as obrigações de companhias marítimas, tripulantes, viajantes, terminais de passageiros marítimos e poder público, o diretor Alex Machado Campos reafirmou o que havia dito nesta quinta-feira (28), durante audiência pública da Comissão Externa da Câmara dos Deputados que acompanha as ações de enfrentamento à Covid-19.
“Eu disse que preocupava muito a Anvisa a associação entre a retomada de inúmeras atividades e o fim de protocolos [sanitários]. Ou mesmo com [a ideia de] que a pandemia chegou ao fim. Isso é algo temerário. As coisas não podem ser confundidas”, alertou Campos, defendendo a manutenção do uso de máscara e das demais recomendações das autoridades sanitárias mundiais.
“A tão necessária retomada [das atividades econômicas e sociais] deve ter como condicionante e sustentáculo os protocolos. O momento é de alerta, de precaução. É muito prematuro qualquer movimento no sentido de [flexibilizar ou suspender] protocolos que compuseram um conjunto de medidas exitosas”, acrescentou o diretor da agência reguladora, para quem a vacinação, embora fundamental para debelar a crise e salvar vidas, ainda não pode ser recomendada isoladamente.
“As vacinas são um grande instrumento, mas é a composição delas com as medidas não farmacológicas, como o uso de máscara, a higienização das mãos, o distanciamento, que, a rigor, começa a surtir efeitos”, disse Alex Machado.
A diretora Cristiane Rose Jourdan também expressou preocupação com o que classificou como “precipitações”. Ao falar sobre a importância do protocolo que a Anvisa estabeleceu para tentar assegurar a proteção dos passageiros e tripulantes de cruzeiros marítimos, a diretora deixou claro que a população ainda precisa tomar cuidado.
“Estamos diante de uma redução significativa dos números da pandemia do novo coronavírus em grande parte do globo. Nesse cenário, tendo em vista o percentual da população vacinada, a tendência é a volta à normalidade. É o que esperamos. Só que, em contraponto à tendência otimista, a Organização Mundial da Saúde já alerta para o surgimento de variantes e até para a reversão da queda do número de casos, mesmo em países com grandes percentuais de pessoas vacinadas. Portanto, vejo com um viés de preocupação qualquer precipitação, uma vez que ainda não vencemos a pandemia e estamos na expectativa dos acontecimentos futuros com relação à imunidade global”, disse Cristiane.
Publicado por: Badiinho Moisés/Com informações do R7
Em novembro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai aplicar uma bandeira tarifária de energia mais barata a famílias de baixa renda. De acordo com a entidade, no próximo mês, a bandeira amarela, que equivale ao pagamento de R$ 1,87 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, vai incidir na conta de luz dos beneficiários da Tarifa Social de Energia Elétrica.
A decisão da Aneel foi tomada nesta sexta-feira (29). Têm direito ao benefício as famílias que estão inscritas no CadÚnico (Cadastro Único) para programas sociais do governo federal, com renda familiar mensal por pessoa menor ou igual a meio salário mínimo nacional, idosos acima de 65 anos ou pessoas com deficiência que recebem o BPC (Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social).
“Os adicionais de bandeiras tarifárias na conta de luz dos consumidores que possuem direito à Tarifa Social de Energia Elétrica seguem os mesmos percentuais de descontos que são estabelecidos por faixa de consumo. Isso significa que as famílias de baixa renda inscritas no programa da Tarifa Social pagam as bandeiras com os mesmos descontos que já possuem nas tarifas, de 10% a 65%, dependendo da faixa de consumo”, explicou a Aneel.
Em setembro deste ano, a agência criou a bandeira Escassez Hídrica, em razão da crise hídrica que compromete o abastecimento dos reservatórios das usinas hidrelétricas que produzem energia, fazendo com que os consumidores pagassem mais R$ 14,20 a cada 100 kWh consumidos.
De acordo com a Aneel, essa bandeira continuará sendo cobrada das famílias que não são atendidas pela Tarifa Social. “A bandeira Escassez Hídrica visa a fortalecer o enfrentamento do período de escassez de recursos hídricos, o pior em 91 anos, que reduz a produção nas usinas hidrelétricas e aumenta o preço da energia. A bandeira Escassez Hídrica seguirá em vigor até abril de 2022”, ressaltou a agência.
Publicado por: Badiinho Moisés/Com informações do R7
O maior preço registrado foi nas passagens de Catalão a Davinópolis, e Catalão a Anhanguera, que chegam a custar 15 reais. As duas cidades possuem uma distância de aproximadamente 50 km.