11 de abril de 2013

Assassino da jovem Raryana foi condenado a 18 anos de prisão

Foto: Thiago Ferreira (Diante do Fato)

Nesta segunda-feira, 8, aconteceu o julgamento de William da Silva Mota que assassinou brutalmente a jovem Raryana Gomes Paz  no ano passado. O réu escondeu o corpo da garota, que só foi encontrado quatro dias depois. Willian foi condenado a cumprir em regime fechado pelo crime de homicídio a pena de 17 anos e seis meses e mais um ano e 15 dias pelo crime de ocultação de cadáver, totalizando uma pena de 18 anos, 06 meses e 15 dias.

O tio da vitima, Capitão Paz, comemorou a pena aplicada ao autor do crime e parabenizou a atuação do Judiciário e do Ministério Público na pessoa do promotor Mario Henrique Caixeta que, para o Capitão, agiu de forma contundente para que todos os argumentos da defesa fossem derrubados e para as pessoas que foram escolhidas para participar do Júri Popular sustentassem a decisão da condenação d individuo.

Entenda o caso

Em 12 de abril de 2012 a jovem Raryana foi assassinada por asfixia pelas mãos de Willian da Silva Mota. O crime ocorreu na mata do Inácio, entre o bairro Castelo Branco II e o bairro Pontal Norte. Seu corpo foi deixado ali no local. Mesmo horas após ter cometido o crime, Willian retornou ao local e enterrou o corpo por ali mesmo, próximo a um riacho. Somente passado quatro dias do crime, a polícia prendeu Willian, que na época era o principal suspeito. Pouco tempo depois, quando foi confirmada sua autoria do crime, Willian foi levado pelos policiais até o local onde enterrou o corpo.