Mais uma vez o conturbado trânsito de Catalão fez vítimas. Desta vez o acidente aconteceu na tarde desta última terça-feira (11), na rotatória do cruzamento da Rua Major Paulino com a avenida José Marcelino, no Bairro Nossa Senhora de Fátima.
Imagens registram momento em que Corpo de Bombeiros socorreram a vítima (Fotos Cícero Nascimento VMP Fotografias)
Segundo relatos de testemunhas, um homem de 25 anos de idade, condutor de uma Honda Bis, se chocou na traseira de um veículo, o que lhe causou um grave ferimento em um dos seus braços.
Área de risco
“Rotatória do Mara, motoristas pedem instalação de semáforo”
O local no decorrer do dia é de intensa movimentação de veículos, o que se faz necessário que estudos sejam feitos pela Superintendência Municipal de Trânsito de Catalão (SMTC), para a instalação de um semáforo na conhecida rotatória do Mara.
Ponto crítico
“Rotatória da avenida José Marcelino com a avenida também precisa de semáforo”
Outro ponto crítico que também carece de uma atenção da SMTC, é a primeira rotária da avenida José Marcelino com a avenida 111, no Bairro Castelo Branco. Os motoristas pedem também pedem a instalação de um semáforo na região, pois com o aumento considerável do setor, aumentou também a possibilidade de acidentes acontecerem.
“Manifestação aconteceu na manhã deste terça-feira (11) , na avenida 20 de agosto”
Na manhã desta terça-feira (11), um grupo de comerciantes das principais ruas do Centro de Catalão, em especial da avenida 20 de agosto, realizaram um ato de manifesto, o qual contou também com a participação dos vereadores Daniel do Floresta, Deusmar Barbosa (PMDB) e Regina Félix (PSDB). O objetivo da manifestação era sensibilizar o prefeito e a empresa que explora os serviços do estacionamento rotativo, as chamadas áreas azuis e verdes, iniciadas no último dia 05 de novembro.
Os comerciantes consideram a cobrança de R$ 2,25 por hora na região central (Área Azul), onde há maior demanda por estacionamentos, e R$ 1,50 nas vias da Área Verde, um valor extremamente abusivo e credenciam a queda acentuada nas vendas, ao alto preço do estacionamento que está cobrado.
Argumentos dos Comerciantes
Segundo o organizador da manifestação, o comerciante Helber Ribeiro, a área azul foi implantada com o intuito principal de inibir os comerciantes e os seus funcionários de colocarem os seus carros nas vagas, tomando as vagas dos seus clientes, mas o preço exorbitante que está sendo cobrado, inibi não só o comerciante e o funcionário, mas inibi também o cliente. Segue em entrevista em vídeo abaixo.
Apesar do seu comércio não estar implantado no Centro, o comerciante Geraldo José, disse que o motivo que o levou a participar do ato de manifesto, é união que comerciantes tem que ter. “Eu não sei o motivo particular dele por ele não estar aqui junto com o comércio. O comércio está no centro, na área dele, então eu acho que ele deveria estar aqui dando apoio, porque o comércio precisa de apoio, se você não tiver união com o comerciante, você não consegue ter peso”. Disse Geraldo José, quando indagado sobre a ausência do presidente da ACIC/CDL, o senhor Chahadedeh Damach e nem um outro representante do órgão se fizeram presentes.
O proprietário de uma loja de calçadas no centro, Vanderson Nunes, deixou claro que não é contra a implantação da área azul, mas o preço está abusivo. Segundo o comerciante que viaja bastante, em nenhum lugar ele encontrou um preço tão alto. Vídeo da entrevista abaixo.
usuária classifica alto preço como falta de respeito
Dona Joana, que veio de Brasília-DF para morar em Catalão, considera o preço de R$. 2.25 a hora é uma falta de respeito com as pessoas. Ouçam a entrevista em áudio.
“Dona Joana, usuária do estacionamento rotativo, considera preço abusivo”
Vereadora Regina Félix
“Deixamos bem claro que ninguém aqui é contra a área azul, mas temos que entender que o preço tem que ser acessível, principalmente aos nossos trabalhadores, tem que estar de acordo também com os nossos comerciantes. Outro absurdo classificado pela vereadora, foi o fato de 89% serem levados pela empresa, ficando apenas 11% para o nosso município. Revelou a vereadora Regina Félix em entrevista a nossa reportagem, que você pode conferir em áudio abaixo.
“Vereadora Regina Félix”
Presidente da ACIC/CDL disse que o grupo de empresários estavam sendo encabeçados por representantes políticos
O presidente da ACIC/CDL, Chahadeh Damach, que não esteve no evento e nem enviou um representante, em matéria enviada pela assessoria de imprensa do órgão, disse que o grupo de empresários estavam sendo encabeçados por representantes políticos, os quais estiveram realizando uma manifestação contra os preços praticados pela Explora Parking. Na mesmo texto, foi anunciado um o desconto de 14% até o dia 31 de dezembro, nas taxas cobradas no estacionamento rotativo. Leiam a matéria enviada pela comunicação da ACIC/CDL no final da tarde desta última terça-feira (11), mesmo dia em que aconteceu a manifestação.
Matéria da Assessoria de Comunicação ACIC/CDL
ACIC/CDL consegue acordo entre prefeitura e explora parking para redução inicial de 14% na área azul
Nos últimos dias a sociedade catalana tem acompanhado muitas discussões e debates em torno dos preços praticados no estacionamento rotativo em Catalão.
A ACIC/CDL deseja o melhor para os consumidores de Catalão, e, pensando nisso, a diretoria numa decisão civilizada esteve reunida com a equipe da Explora Parking e prefeitura nos últimos dias, na tentativa de reduzir o preço de R$ 2,25 /hora.
Uma primeira batalha foi vencida, o presidente da ACIC/CDL, Chahadeh Damach, e demais diretores, conseguiram a redução do valor da área azul em 14% até o dia 31 dezembro, o que refletirá positivamente nas vendas para o natal.
“Desde semana passada, estamos em contato com o prefeito Jardel Sebba, estivemos reunidos, e, após intenso diálogo chegamos a uma taxa menor que R$ 2,25. Conseguimos o desconto de 14% até o dia 31 de dezembro. Este desconto é muito importante para quem vai comprar no comércio neste final de ano”, explica Chahadeh.
O presidente esclarece que a Área Azul é uma reivindicação dos próprios empresários das avenidas e ruas no centro de Catalão. “Já tem 09 anos que os próprios empresários estão pedindo a área azul. Este projeto é de gestões anteriores, mas não tinha sido implantado. A área azul é um benefício para quem vai comprar no nosso comércio. Antes o cliente demorava quase meia hora para conseguir uma vaga. Eles reclamavam que não tinham vagas para parar na porta do comércio o qual pretendiam entrar para comprar. Eu já conversei com vários clientes que estão gostando da rotatividade da área azul. Este é um dos melhores sistemas do Brasil. No início a mudança é complicada, mas vamos dar tempo ao tempo”.
Nesta última terça-feira, 11, um grupo de empresários encabeçados por representantes políticos estiveram realizando uma manifestação contra os preços praticados pela Explora Parking. O presidente acredita que este não é o momento de reivindicar, pois várias reuniões foram realizadas e lamentavelmente as partes interessadas não compareceram. “Sejamos sensatos, temos que avaliar a área azul daqui alguns meses, fazer um balanço se é positiva, os pontos prós e contras. A discussão da área azul já tem mais de ano, tivemos os momentos dos debates, e as providências deveriam ser tomadas em tempos anteriores não agora. Ninguém participava das reuniões e audiências públicas. Esse formato de política de reivindicação está atrapalhando ainda mais o nosso comércio”.
Chahadeh Damach é enfático, e diz que um grupo tenta misturar política com o comércio. “O comércio não vive da política, não pode misturar o comércio com política, isso arrebenta o comércio. Nós queremos é vender! Quando não vendemos não vivemos. A política é importante, mas não queremos misturar a ACIC/CDL com política”.
Ele ainda afirma que a diretoria continuará dialogando civilizadamente com os diretores e responsáveis da Explora Parking para a possível redução dos preços, e que qualquer avaliação precipitada do estacionamento rotativo é incoerente. “Em nenhum momento estou fazendo uma avaliação da implantação da área azul como presidente da ACIC/CDL. Como diz o ditado: Espera o menino nascer para depois a gente ver, não podemos fazer um julgamento imediato de uma implantação que tem apenas uma semana. Vamos esperar uns 02 meses, se não der certo, a gente corre atrás, pois fazemos qualquer coisa para não prejudicar o nosso comércio”.
Queda nas vendas
Alguns boatos surgiram dizendo que as vendas caíram após a implantação da área azul. O presidente Chahadeh não acredita nesta ideia e explica: “Estamos saindo de uma Festa do Rosário com quase duas mil barracas, mais de R$ 40 milhões foram embora de Catalão. Todos os anos nesta época têm a queda nas vendas, é a ressaca da festa do Rosário refletida em nosso comércio. Esse ano foi pior: tivemos a Copa do Mundo no país, o resultado da eleição presidencial, a crise a qual o Brasil está passando, por isso que os comerciantes estão sentindo muito. E algumas pessoas estão aproveitando este momento para dizer que é a área azul, estão misturando tudo. Acredito que nesta segunda quinzena de novembro, quando saem a primeira parcela do 13º salário teremos uma melhora no comércio”.
ACIC/CDL entidade apolítica
A ACIC/CDL é uma entidade séria, respeitada, e de tradição que preza pelos interesses coletivos do comércio e indústria.
Chahadeh explica que nos últimos meses, algumas pessoas tentam inflamar ideias de que a entidade tomou um posicionamento político devido a sua amizade com o prefeito Jardel Sebba. O presidente deixa bem claro que o que a ACIC/CDL possui são parcerias em prol do associado. “Eu sou um amigo do governador Marconi Perillo e do prefeito Jardel Sebba, não misturamos a entidade com essa amizade. Pois os interesses dos associados estão em primeiro lugar. Porém os empresários precisam entender que o prefeito é um parceiro da ACIC/CDL, e que o governador é um parceiro da ACIC/CDL. Sem a prefeitura e o estado nada anda, porque as parcerias precisam acontecer com os órgãos superiores. A prefeitura patrocina as promoções da ACIC/CDL, agora vem o Natal, é preciso que as ruas sejam enfeitadas pela prefeitura. Se daqui dois anos troca o prefeito, a ACIC/CDL tem que fazer parceria com o próximo prefeito, ou com o próximo Governador independente de sigla partidária. Acima de tudo sou comerciante, vivemos do comércio. Sem o comércio não tem como pagarmos nossas despesas, nossos funcionários não podemos misturar política com o comércio”.
Falta de participação do comerciante nas reuniões e assembleias
Chahadeh ainda lamenta que os empresários não participem com afinco da vida da entidade. “Cada reunião que fazemos chamamos todos para discutir, e os comerciantes não participam. Quando vão, aparecem no máximo uns vinte empresários. Depois de tomadas as decisões alguns que não participam começam a reclamar. É importante a opinião de todos. Temos que unir para termos mais força, quando houver uma reunião queremos o empresário na ACIC/CDL, não custa nada tirar uma ou duas horas para debater assuntos do interesse coletivo”.
Raphael Mesquita conquista a 11ª edição da prova, que contou com a participação de atletas de vários países. Orlando Alves, de São Paulo, termina em segundo lugar.
“Raphael Mesquita é o campeão da 11ª edição do Desafio Internacional (Foto: Viviane Leão/GloboEsporte.com)”
A 11ª edição do Desafio Internacional de Ciclismo tem o seu campeão: Raphael Mesquita, de Catalão-GO, venceu pelo segundo ano consecutivo a prova, que contou com a participação de 50 atletas vindos de vários países. Foram 230km de percurso, completado por Raphael em 7h20 de pedalada. O paulista Orlando Alves foi o segundo colocado. Após ter liderado boa parte da corrida, ele viu o oponente cruzar a linha de chegada por diferença de milésimos de segundo.
– Não foi nada fácil, o pelotão esse ano estava maior, com atletas que se prepararam mais para essa prova. Com o decorrer dos anos, os atletas vão se especializando, como eu estou também me especializando nesse tipo de prova. Pedalar 200km não é fácil, então vencer uma prova como essa é algo que te deixa realizado. Não dá para descrever o que é ganhar, acho que a ficha só vai cair quando eu deitar a cabeça no travesseiro – disse Raphael.
Aos 28 anos, o goiano compete há dez e conta sobre as barreiras que precisou passar para se tornar um campeão. Ele diz ainda sonhar em um dia poder competir como profissional.
– Eu trabalho em uma loja de bicicletas, e te digo que não é fácil ser um profissional atleta, porque quando você é um atleta profissional no final do mês você tem dinheiro na conta… Felizmente, a gente batalha nas provas para ver se tem um retorno financeiro, mas também dinheiro não é tudo, eu participo das provas porque eu amo o que faço. Se não tivesse um real de premiação eu viria pelo desafio.
Ao contrário de Raphael, essa é a primeira vez que Orlando Alves disputa o Desafio Internacional de Ciclismo. E ele teve ótimo desempenho, liderou a prova durante boa parte do percurso, mas precisou encarar um adversário complicado: o vento.
– Foi uma prova muito dura, eu tive que usar a cabeça. Cheguei a andar sozinho durante os 200km, aí, no final, o pelotão se aproximou, aí a gente ficou revezando, na chegada acabei perdendo por milésimos de segundo. O clima aqui é diferente, é muito calor e isso acaba cansando muito mais do que em São Paulo. Enfrentar o vento forte foi um grande desafio – contou.
“Raphael Mesquita, de Catalão-GO, venceu pelo segundo ano consecutivo a prova”
Roteiro
A prova começou em Arapiraca e passou por dez municípios alagoanos, tendo como chegada a bela orla de Pajuçara, em Maceió. Após quase oito horas de percurso, os primeiros atletas cruzaram a linha de chegada visivelmente cansados, alguns inclusive tiveram que ser atendidos, outros recorreram a um banho gelado e massagem. Mas, ao final, todos estavam felizes por terem completado o desafio.
Pódio
O pódio foi composto pelos cinco primeiros colocados da prova. Além de Raphael e Orlando, quem se deu bem foi Charles Silva (PB), terceiro colocado, Thiago Bento (PE), quarto, e Josef Benetseder (Áustria), quinto.
Na tarde desta última segunda-feira (10), uma forte chuva acompanhada de rajadas de vento e relâmpagos caiu em Catalão, a qual foi suficiente para provocar alagamentos em determinados pontos da cidade.
O ponto mais crítico, foi nas margens da estrada de ferro, aos fundos do Colégio Wilson Democh, no bairro São Francisco.
“Fotos da avenida 20 de agosto e Margens da Estrada de Ferro, no Bairro São Francisco”
As imagens foram enviadas para o nosso WhatsApp, por internautas e seguidores do Blog.
Estudante diz que fez duas sessões em hotel de Goiânia e sofre com dores. Polícia identificou 12 pacientes e analisa uso de hidrogel ou silicone industrial.
Fotos mostram cliente durante aplicações atribuídas à falsa biomédica
Imagens cedidas pela mulher de 35 anos, que afirma ter feito aplicações para aumento de bumbum com a falsa biomédica Raquel Policena Rosa, de 27 anos, mostram o momento em que o procedimento foi realizado em um hotel de Goiânia. A cliente, que é estudante de biomedicina e trabalha em uma clínica médica, diz que não desconfiou da postura de Raquel. “Quase morri e ainda estou assim, correndo risco de embolia, pois [o material] está correndo na minha corrente sanguínea. Estou tomando antibiótico, não durmo. Vocês não têm noção da minha tortura”, disse.
A estudante de biomedicina conta que fez as sessões nos últimos dias 12 e 24 de outubro e que, logo após a segunda aplicação, se sentiu mal. Ela buscou ajuda médica e ficou quatro dias internada. Atualmente, ainda continua a fazer tratamento e diz que não consegue ver como está seu bumbum. “Eu nem olho. Fazem o curativo e eu não quero ver. Só vou olhar depois de cicatrizado, com tudo arrumado”, diz.
A Polícia Civil investiga se a substância aplicada na cliente e em outras 11 mulheres, incluindo a ajudante de leilão Maria José Medrado de Souza Brandão, 39 anos, que morreu no último dia 25, foi hidrogel, como disse Raquel em depoimento, ou silicone industrial. “Identificamos já várias vítimas e dentre elas algumas que já passaram por atendimento médico, ou seja, já foi drenada alguma substância do glúteo delas. Algumas têm nos informado que existe a possibilidade daquilo ser silicone industrial”, disse.
O advogado que defende Raquel, Ricardo Naves, diz que a polícia precisa fazer uma análise profunda sobre o produto usado, principalmente para saber se ela tinha noção de riscos. “Se ela utilizou um produto que é nocivo, e talvez letal, é preciso saber se ela tinha consciência disso. E mais: se ela adquiriu esse produto sabendo disso”, afirmou.
Para a estudante que fez o procedimento com Raquel, o uso de silicone industrial é a hipótese mais provável. “No momento eu achava que era hidrogel, mas hoje, com as consequências que estou tendo, acredito que seja silicone industrial mesmo. Eu estou quase perdendo meu casamento nessa brincadeira, estou perdendo tudo. Não estou trabalhando, não estou fazendo nada”, lamentou.
Segundo a delegada Myrian Vidal, titular do 17º Distrito Policial de Goiânia e responsável pelo caso, além da vítima fatal, mais sete mulheres já prestaram depoimento e confirmaram que fizeram o procedimento com a suspeita. Outras quatro já foram identificadas e devem prestar depoimento nesta semana.
Neste fim de semana, a Polícia Militar de Catalão/GO, durante a realização de operação e diversas abordagens policiais a pessoas em atitudes suspeitas, retiraram mais seis foragidos da justiça das ruas desta cidade. Na abordagem e após consulta via COPOM, foram constatados Mandados de Prisão em Aberto em desfavor dos mesmos, sendo dois deles pelo cometimento do crime de tráfico de entorpecente (art. 33 da Lei 11.343), (02) dois por furto (art. 155, CP), 01 (um) por roubo (art. 157, CP) e o outro pelo crime de homicídio (art. 121, CP). Dessa forma, cada um deles foram conduzidos à Delegacia de Polícia para as devidas providências legais cabíveis.
Os comerciantes das principais ruas do centro de Catalão, as quais receberam a Área Azul, que consideram o valor cobrado pela Exp. Parking muito alto, realizaram uma manifestação amanhã, terça-feira (11).
O evento terá início às 08h00min, na porta da Caixa Econômica Federal, com presença de comerciantes, integrantes do Sindicato dos Empregados no Comércio de Catalão (Sindicom), vereadores de oposição e usuários do estacionamento rotativo. Segundo os organizadores do evento, será uma manifestação pacífica, com o objetivo de reduzir o preço considerado alto pelos comerciantes. Disse um comerciante que organiza o manifesto.
Foto Reprodução TV Anhanguera: “Mulher fez procedimento com Raquel Policena e passou 4 dias internada. Polícia apura se mulher fazia aplicações com hidrogel ou silicone industrial”
Uma mulher de 35 anos, que afirma ter feito aplicações para aumento de bumbum com a falsa biomédica Raquel Policena Rosa, de 27 anos, em Goiânia, conta que teve a rotina alterada após o procedimento. “Não estou dormindo e nem indo para a faculdade, pois não consigo sentar. Minha vida e meu casamento praticamente acabaram”, disse a cliente, que não quis se identificar. A Polícia Civil investiga se foi aplicado hidrogel, como relatado por Raquel, ou silicone industrial nas vítimas.
A cliente diz que fez as sessões nos últimos dias 12 e 24 de outubro e que, logo após a segunda aplicação, se sentiu mal. Ela buscou ajuda médica e ficou quatro dias internada. Atualmente, ainda continua a fazer tratamento para tentar reverter o quadro e eliminar riscos de ter embolia e trombose. “Está infeccionado, estou drenando, tomando antibiótico e remédio para dor. Eu não estou vivendo”, lamentou.
Raquel passou a ser investigada após a morte da ajudante de leilão Maria José Medrado de Souza Brandão, 39 anos, ocorrida o último dia 25, após duas aplicações de hidrogel no bumbum. Segundo a delegada Myrian Vidal, titular do 17º Distrito Policial de Goiânia e responsável pelo caso, além da vítima fatal, outras sete mulheres já prestaram depoimento e confirmaram que fizeram o procedimento com a suspeita. Outras quatro já foram identificadas e devem prestar depoimento nesta semana.
Myrian diz que o relato das vítimas reforça a suspeita de que Raquel possa ter usado silicone industrial nas aplicações, diferente do que disse em depoimento, no último dia 3. “Identificamos já várias vítimas da Raquel e dentre elas algumas que já passaram por atendimento médico, ou seja, já foi drenada alguma substância do glúteo delas. Algumas têm nos informado que existe a possibilidade daquilo ser silicone industrial”, disse.
A delegada diz que elas deverão ser submetidas a análises para comprovar qual substância foi aplicada. A polícia também aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML) para saber qual foi a causa da morte de Maria José.
O advogado que defende Raquel, Ricardo Naves, diz que a polícia precisa fazer uma análise profunda sobre o produto usado, principalmente para saber se ela tinha noção de riscos. “Se ela utilizou um produto que é nocivo, e talvez letal, é preciso saber se ela tinha consciência disso. E mais: se ela adquiriu esse produto sabendo disso”, afirmou.
Para a vítima de 35 anos, o uso de silicone industrial é a hipótese mais provável. “No momento eu achava que era hidrogel, mas hoje, com as consequências que estou tendo, acredito que seja silicone industrial mesmo”, diz.
Estudante de biomedicina, a mulher conta que não desconfiou de Raquel. “Eu foquei pelo lado de mulher, não dá área de saúde. O lado de você querer perfeição barato, entendeu? Porque da área de saúde eu nunca indicaria, tanto é que na primeira eu já achei estranho fazer no hotel, achei o cúmulo do absurdo”, relatou.
Outra vítima
Raquel é investigada após morte de cliente em Goiânia (Foto: Sebastião Nogueira/O Popular)
Uma adolescente de 17 anos também afirma que fez aplicações com Raquel. Em entrevista ao G1, ela contou que aumentar o bumbum “era um sonho” e que não fez um implante de silicone “porque não queria que ficasse cicatriz”. A garota também sofre com problemas de saúde desde que fez os procedimentos.
Segundo ela, o contato com Raquel foi feito por meio de um aplicativo de celular. “Conheci ela [Raquel] por meio de um grupo, o ‘Tudo para Elas’, do Whatsapp. Mandei para ela se poderia fazer e ela disse que não tinha nenhum problema. Ela não perguntou nada, não pediu nenhum exame nem documento”, contou.
A menor diz que Raquel apresentou um diploma, para garantir que era uma profissional capacitada para fazer as aplicações. “Eu confiei nela. Ela me mostrou um diploma de biomédica no nome dela”, conta.
A garota afirma que o namorado de Raquel, identificado como Fábio, também participou do procedimento. “Ela disse que ele era formado em enfermagem. Fiz as duas no mês de outubro, em um intervalo de 15 dias, mas não me lembro bem a data certa. A primeira foi no hotel e a segunda na clínica. Depois da segunda, passei mal, senti falta de ar. Liguei para ela e ela falou para eu comer alguma coisa”, relata a menor.
Após o segundo procedimento, ela afirma que se sentiu mal e procurou ajuda médica. “Senti dor no lado direito do bumbum. Começou a vazar líquido. Avisei e ela mandou eu colocar cola instantânea. Achei esquisito, mas coloquei. Fui ao médico e ele disse que vai ter que tirar o líquido. Estou esperando os exames para ver como vou fazer. Me arrependo muito”, ressaltou.
Escrito por: Juliana Barbosa – Assessoria de Imprensa SIMECAT
“Trabalhadores da Mitsubishi ‘deram as costas’ para a empresa”
Como um ato de revolta e indignação, os trabalhadores da Mitsubishi ‘deram as costas’ para a empresa durante assembleia que ocorreu na manhã da última sexta-feira (07) . Pela primeira vez em todo o histórico de negociações, a empresa afrontou os metalúrgicos ao levar para mesa uma pauta empresarial, mostrando desinteresse em discutir as reivindicações dos trabalhadores. A negociação aconteceu na semana anterior, em São Paulo.
Para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Catalão (SIMECAT), Carlos Albino, a atitude da empresa foi desrespeitosa com os trabalhadores. Segundo ele, ao invés dos negociadores, representantes da montadora, discutir a pauta reivindicada pelos trabalhadores, eles quiseram discutir a implementação de banco de horas, que vai completamente contra os interesses dos trabalhadores, e um reajuste salarial de 7%, que não corresponde às expectativas da categoria. A pauta montada pelos trabalhadores tem mais de 60 itens, entre eles reajuste de salário de 15%, abono salarial, redução da jornada, entre outros.
Negociação
A próxima rodada de negociação da Campanha Salarial das empresas Mitsubishi, Weldmatic e RCM acontece no dia 19 de novembro, em São Paulo. Novamente, o SIMECAT deve contar com o apoio das experientes lideranças Miguel Torres, presidente da Força Sindical, e Eufrozino Pereira, do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo.
No final da tarde do último sábado (09), um internauta flagrou um acidente de trânsito, na Rua Frederico Campos com a Major Paulino, onde os veículos envolvidos foram um caminhão da coleta de lixo, com um carro de passeio. Felizmente apenas danos materiais foram registrados.