Na manhã desta quinta-feira (13), um ônibus da empresa que executa os serviços do transporte público de nossa cidade, acabou tendo o tanque de combustível furado, na avenida Americano do Brasil, no centro de Catalão. O ocorrido fez com que o óleo fosse esparramado em boa parte da via, ocasionando algumas quedas de motociclistas que foram pegos de surpresa.
“Foto enviada por internauta, o qual também caiu no óleo, mostra a grande quantidade que ficou na pista” (Foto internauta)
As imagens foram enviadas por um internauta e seguidor do Blog do Badiinho, o qual também sofreu uma queda no local. Felizmente ele não se feriu.
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“Fotos enviadas por morador expõe os problemas na edificações”
Nossa reportagem recebeu em nosso WhatsApp, reclamação de alguns moradores dos apartamentos do Minha Casa Minha Vida, do Setor Copacabana. Eles reclamam de rachaduras nas edificações e do destelhamento de alguns prédios, que segundo os denunciantes, são provenientes de serviços mal executados durante a construção.
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“Funcionária de loja aplicou produto com a intenção de corrigir imperfeições nos glúteos”
“Sobe para 24 o número de vítimas de aplicação em glúteos” (Foto Reprodução/Portal G1)
Menos de 20 dias depois da morte de Maria José Medrado, de 39 anos, após a aplicação de uma substância para aumentar os glúteos, supostamente o hidrogel, outra mulher de Goiânia foi internada devido a complicações depois de procedimentos estéticos na busca pelo corpo perfeito. A funcionária de uma loja de departamentos, de 26 anos, que não quer se identificar, foi hospitalizada no domingo no Hospital Jardim América com falta de ar, febre e abcessos drenando secreção purulenta. Ao hospital ela teria informado que o instrutor da academia de ginástica que ela frequenta aplicou, há cerca de duas semanas, um produto que a vítima identificou como hormônio, para corrigir imperfeições dos glúteos.
O marido da mulher disse à reportagem que ela não quis dar mais detalhes sobre a aplicação, nem mesmo aos médicos. “Foi indicação de uma amiga que já tinha feito e conseguiu resultados. Ela me disse que foi um hormônio para emagrecer, para queima de gordura”, disse. Ele afirma que foi a primeira aplicação feita pela jovem, que apresentou rejeição à substância. “Ela passou muito mal, sentiu muita dor e falta de ar”, conta. A mulher está se recuperando e deve receber alta ainda hoje, disse o marido. A reportagem procurou o médico que está cuidando dela, mas ele alegou que, em função do sigilo profissional, não poderia dar informações.
A jovem chegou ao hospital com quadro de infecção e recebeu os primeiros atendimentos no pronto-socorro. Em seguida, foi encaminhada para internação na enfermaria, sem risco de morte. Segundo o marido, a substância aplicada, que ela identificou como hormônio, não tem a finalidade de aumentar a massa muscular, mas de provocar a queima de gordura. O produto, afirmou, pode ser injetado em qualquer parte do corpo, mas ele garantiu que não sabia seu nome ou marca.
A tentativa de driblar a genética, os efeitos da idade ou corrigir pequenas imperfeições podem levar as mulheres ou homens a graves consequências, caso o procedimento não seja feito por profissional habilitado, com substâncias de eficácia comprovada e efeitos colaterais testados. Em reportagem publicada no domingo pelo POPULAR, médicos ressaltaram os riscos da busca pela beleza a qualquer custo, que fez crescer de forma acelerada a oferta de serviços e produtos, nem sempre confiáveis, como alternativas não cirúrgicas para esculpir corpo e rosto.
Entre as substâncias proibidas, constam o lipostabil, enzima que já foi usada para queima de gordura, por meio de aplicações no corpo, e que foi proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Há ainda o caso do silicone líquido industrial, também vetado por causar processos inflamatórios e migrar para membros inferiores após sua aplicação.
Com a repercussão do caso de Maria José, que morreu após um procedimento de bioplastia nos glúteos, o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou em sua página uma nota de esclarecimento à sociedade, alertando sobre os riscos de procedimentos de preenchimento estético. No texto, o conselho reforça que a execução de procedimentos invasivos – sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos – é atividade privativa do médico, conforme determinação da Lei do Ato Médico (12.842/13). O CFM pede às autoridades que “coíbam a atuação de indivíduos não médicos e à revelia da Lei nº 12.842/13, que com promessas de resultados mirabolantes interrompem vidas e deixam sequelas em homens e mulheres”.
A nota também pontua que o documento, que redefine as regras para fiscalização do exercício da medicina em território nacional, diferencia os consultórios e ambulatórios em quatro grupos, que vão desde os que oferecem serviços mais simples, até aqueles que realizam procedimentos mais complexos, com riscos de anafilaxias (reações alérgicas sistêmicas) ou paradas cardiorrespiratórias. Os casos de complicação registrados após preenchimento nos glúteos feitos por Raquel Policena, que se apresentava como biomédica, e suas parceiras de trabalho, já chegam a 24, segundo identificou a polícia. As mulheres se queixam de prejuízos estéticos e danos à saúde, inclusive risco de embolia.
Polícia procura mulher que se identificava com médica do Rio
Foto na qual Thaís Maia foi reconhecida na delegacia (Foto divulgação)
A Polícia Civil de Goiás quer o depoimento de uma mulher que se identificava como médica do Rio de Janeiro para fazer aplicações de preenchimento nos glúteos em Goiânia e que teria relação com Raquel Policena Rosa, acusada de ter provocado a morte da auxiliar de leilões Maria José Medrado, no dia 25 de outubro. Thaís Maia Silva já foi reconhecida formalmente por clientes que fizeram o procedimento na capital nos últimos meses.
A mulher teria iniciado um esquema de bioplastia na capital goiana a partir de julho que logo se espalhou pelas redes sociais e no qual está envolvida Raquel. “Existe a possibilidade de, num primeiro momento, a Thaís ter ensinado a Raquel”, explicou a delegada Myriam Vidal, titular do 17º Distrito Policial (17º DP) e responsável pelo caso.
Além de Thaís e Raquel, também são investigados o professor de língua estrangeira Fábio Ribeiro, namorado de Raquel, e a fisioterapeuta Joice Flausino. “O namorado (de Raquel) ficava recebendo, passava cartão e a Joice sublocava o consultório”, disse Myriam Vidal.
De acordo com o depoimento de Joice à polícia, as sublocações aconteceram em dois finais de semana de julho e um de agosto. No segundo dia da aplicação ocorrida em agosto, a Vigilância Sanitária chegou ao Centro Terapêutico e Raquel e Fábio fugiram.
Segundo a delegada, depois de um tempo, houve um desentendimento entre Raquel e Thaís, que deixaram de atuar juntas. A suposta médica, então, convidou Joice e a fisioterapeuta, que trabalhava como atendente em uma clínica no Setor Bueno, passou a auxiliá-la. “Ela alugou uma sala da clínica por uma semana, a Thaís veio do Rio de Janeiro e as duas realizaram o procedimento”, relatou. De acordo com o depoimento de Joice à polícia, as sublocações aconteceram em dois finais de semana de julho e um de agosto. No segundo dia da aplicação ocorrida em agosto, a Vigilância Sanitária chegou ao Centro Terapêutico e Raquel e Fábio fugiram.
Em relação à sublocação do consultório no Setor Marista, a fisiterapeuta deverá responder por lesões sofridas pelas vítimas, caso sejam comprovadas. “Eu entendo que uma profissional da saúde, que está sabendo qual o procedimento realizado, ela assume o risco do que acontece alí. Ela tinha ciência, fazia propaganda, falava que era seguro”, disse a delegada. Como auxiliou Thaís na clínica do Setor Bueno, segundo a delegada, a fisioterapeuta também deverá responder por exercício ilegal da medicina.
Joice deixou a delegacia chorando e não quis falar com a imprensa. Mas em entrevista ao POPULAR, publicada na edição de terça-feira, ela já havia confirmado a sublocação à dupla: “Eu estava precisando de dinheiro para pagar o aluguel da clínica e uma esteticista me indicou a Raquel para alugar a sala. Disse que se tratava de uma pessoa especializada e usaria o consultório para fazer procedimento estético no bumbum”.
A própria fisioterapeuta se submeteu à bioplastia, feita por Thaís. “Eu também fui vítima nessa história”, alegou. No entanto, disse não ter tido nenhum problema com o resultado.
SEM REGISTRO
A polícia investiga se a mulher que se apresentava como Thaís era realmente médica no Rio de Janeiro. A delegada responsábel pelo caso disse que aguarda uma resposta do Conselho de Medicina do estado. Mas a reportagem fez uma consulta no site do Conselho Federal de Medicina (CFM) e não há nenhuma médica no país registrada com esse nome.
A assessoria de imprensa do Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego) esclarece que, mesmo se estivesse com situação legal no Rio de Janeiro, a suposta médica deveria ter procurado o Cremego para atuar no Estado, pois o registro é regional.
Na última terça-feira (12), alguns comerciantes que tiveram a grande coragem, promoveram uma manifestação que aconteceu na avenida 20 de agosto. O ato serviu para demonstrar suas insatisfações quanto ao preço abusivo que vem sendo cobrado no estacionamento rotativo, iniciado no último dia 05 de novembro.
“Manifestação aconteceu na manhã desta última terça-feira (11)”
No mesmo dia da manifestação, a assessoria de comunicação da ACIC/CDL, emitiu uma matéria, a qual foi distribuída para os veículos de comunicação da nossa cidade, informando que, uma primeira batalha tinha sido vencida, o presidente da ACIC/CDL, Chahadeh Damach, e demais diretores, conseguiram a redução do valor da área azul em 14% até o dia 31 dezembro, o que refletiria positivamente nas vendas para o natal. Mas o contraditório vem logo em seguida. Em entrevista coletiva a imprensa na manhã desta quarta-feira (12), o superintendente municipal de Trânsito de Catalão, Adriano Macedo, anunciou que entre os dias 24 de novembro e 31 de dezembro, haverá uma promoção especial para as Áreas Azul e Verde, demarcadas na região central da cidade.
Desconto de 14% serão em créditos para quem adquirir ou recarregar sua Tag
Foto Secom/Catalão: Adriano Macedo (SMTC)
De acordo com o superintendente, o desconto será concedido ao ser adquirido a Tag ou ao inserir créditos no equipamento, o usuário receberá 14% a mais do valor depositado, ou seja, “se o condutor coloca R$ 30, ele receberá R$ 34,50 de crédito. Se for R$ 100, será inserido na Tag R$ 114 de crédito”, explica. Segundo Adriano, a negociação para a tarifa promocional começou a ser feita desde o dia 1º de novembro com a empresa responsável, Exp Parking, a pedido do prefeito Jardel Sebba (PSDB).
Com a coletiva realizada pelo superintendente do SMTC, ficou claro que os usuários continuaram pagando o valor de R$ 2,25 por hora na região central (Área Azul), onde há maior demanda por estacionamentos, e R$ 1,50 nas vias da Área Verde.
Escrito por: Natália Manfrin (Assessora de Comunicação/Sefac)
“As participantes aprenderam a produção de compotas, geleias e doces cristalizados”
Cerca de 20 mulheres participam do curso de fabricação de doces caseiros oferecido pela Serra do Facão Energia S.A. em parceria com a Prefeitura de Davinópolis, na sede do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), na última semana.
A produção de doces caseiros existe no Brasil desde a época do império. Porém, com o passar do tempo, a atividade que se destinava apenas ao aproveitamento das frutas da colheita e conservá-las nas entressafras se tornou uma boa alternativa de complementação de renda. Com o aumento da procura de produtos orgânicos a fabricação de doces artesanais também cresce e ganha mercado.
A instrutora Maria Rita da Silva comentou que o segmento pode ser bem lucrativo. “O fato de ser caseiro e feito com os produtos locais torna o doce mais saudável e saboroso, além de não conter a adição de qualquer conservante”.
Mamão, abacaxi, limão, melancia, maracujá, batata-doce e laranja foram as matérias-primas usadas durante as aulas para geleias, compotas, doces cristalizados e balas.
A dona de casa Leonora Pereira da Silva Coelho (48 anos) desconhecia várias técnicas ensinadas e ficou surpresa com o uso da casca da melancia. “Fiquei encantada com o doce da casca da melancia, nunca pensei que poderíamos reaproveitar e que ficaria saboroso”, contou.
Além da fabricação, as participantes conheceram noções de higienização do local de trabalho, manipulação correta dos alimentos e dicas de comercialização.
“Sei que as balas de mamão maduro, batata-doce, além da cocadinha vão fazer sucesso na festa de oito anos do meu neto, no próximo mês”, comentou satisfeita Sebastiana Xavier de Noronha (61 anos). Disse também que num futuro próximo pretende começar a vender os doces para obter uma renda extra.
No encerramento do curso, todos os participantes receberam certificado.
“Apeser de ser de grandes proporções, acidente apenas o motorista sofreu um ferimento de maior gravidade, mais nada que colocasse sua vida em risco” (Foto Reprodução/Portal Catalão)
Na manhã desta quarta-feira (12), por volta das 11h da manhã, um acidente foi registrado na BR 050, no trevo de acesso a uma mineradora. Segundo informações, os veículos envolvidos foram um ônibus, uma carreta, um caminhão e um carro de passeio foram os veículos envolvidos.
As causas do acidente, teria sido uma falha mecânica no ônibus, o qual estava abordo 40 passageiros, que após bater na traseira de uma carreta, acabou envolvendo os outros dois veículos. Apenas o motorista sofreu um ferimento de maior gravidade, mais nada que colocasse sua vida em risco.
As vítimas foram atendidas por militares do Corpo de Bombeiros, SAMU, além da equipe de resgate da MGO Rodovias.
“Programa Justiça Ativa será realizado em Catalão nesta quinta-feira (13) e sexta-feira (14)”
Com o objetivo de dar maior celeridade no andamento de ações em tramitação na Vara Criminal, o Programa Justiça Ativa será realizado em Catalão nesta quinta-feira (13) e sexta-feira (14), iniciando-se as 08h da manhã, na sede do Fórum da comarca de Catalão, mais um esforço concentrado para realizar aproximadamente 530 audiências de processos da área criminal.
Para o Justiça Ativa de Catalão, foram designados doze magistrados para atuarem no mutirão. Os juízes escalados foram André Luiz Novaes Miguel, Ailton Ferreira dos Santos Júnior, Everton Pereira Santos, Fernando Ribeiro de Oliveira, Hamilton Gomes Carneiro, Hugo Gutemberg Patiño de Oliveira, João Correia de Azevedo Neto, Leonys Lopes Campos da Silva, Luiz Antônio Afonso Júnior e Mábio Antônio Macedo. A estimativa é que mais de duas mil pessoas passem pelo Fórum nos dois dias. Atualmente, o responsável pela Vara Criminal é o juiz André Luiz Novaes Miguel. Participarão do evento 40 servidores, além de promotores e advogados da região.
Polícia vai investigar participação de mulher que dizia oriunda do Rio de Janeiro em aplicação de hidrogel.
Uma das mulheres que fizeram sessão de bioplastia com Raquel Policena, após depoimento no 17º Distrito Policial (Foto reprodução/O popular)
A polícia investiga a participação de uma mulher, supostamente do Rio de Janeiro, que teria apresentado o procedimento de bioplastia para a falsa biomédica Raquel Policena Rosa, de 27 anos. A mulher, de acordo com as vítimas, se apresentava como médica e cobrava até R$ 5 mil pelo procedimento.
Pacientes da suposta médica procuraram ontem o 17º Distrito Policial (DP). Uma delas, uma comerciante de 36 anos, disse que fez a bioplastia no dia 18 de agosto, em um quarto de hotel no Centro de Goiânia. Na ocasião, Raquel teria se apresentado como auxiliar da profissional do Rio, que viajava para a capital goiana mensalmente para realizar o preenchimento com hidrogel.
“Ela disse que no Rio cobrava R$ 9 mil e aqui estava fazendo por R$ 5 mil, que foi o preço que eu paguei”, afirmou. A vítima diz que pagou R$ 3 mil em dinheiro e R$ 2 mil em débito bancário.
Até a morte da auxiliar de leilões Maria José Medrado, de 35, paciente de Raquel que perdeu a vida após se submeter ao procedimento para aumentar os glúteos, a comerciante não havia desconfiado que se tratava de um esquema ilegal. “Na hora eu fiquei satisfeita, mas depois começou a doer e não ficou tão legal. Aí eu falei com ela e ela disse que eu precisava fazer o retoque”, relatou. A vítima conta que só não fez o retoque porque o caso veio à tona na imprensa.
Ela conta que também não estranhou o fato de as injeções com o produto serem aplicadas em um hotel. “Ela falou que seria em uma clínica e, quando estava no caminho, ela me ligou e disse que o procedimento havia passado para o hotel porque o horário na clínica havia expirado”, relata. De acordo com a vítima, mais de 20 mulheres fizeram o procedimento no mesmo dia.
PRODUTO
Agora, duvida até do produto que a dupla diz ter utilizado. “Na hora eu olhei e vi um vidro marrom com um líquido lá dentro. Depois que surgiu essa história (a morte de Maria José), eu fui ver que o hidrogel é uma coisa pequenininha e bem diferente”, pontua. A polícia aguarda o laudo do Instituto de Criminalística para saber o que era realmente o produto aplicado por Raquel, mas suspeita que se trate de silicone industrial, líquido proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas que é comercializado no mercado ilegal no Brasil.
Segundo a comerciante, no dia, o professor de língua estrangeira Fábio Ribeiro não participou das aplicações. Ele se apresentou como marido de Raquel e cuidou do recebimento dos valores. “Ele ficava lá embaixo. Conversava com a gente, passando tranquilidade. Inclusive, é ele quem recebe”, relatou.
A comerciante diz que teme pela vida e sente desconfortos que atribui ao procedimento. O principal deles seria uma dor de cabeça diária. “Me prejudicou porque eu faço artes marciais. Antes eu tinha muita força nas pernas e eu senti que diminuiu”, relata.
A comerciante e uma amiga, que também fez o procedimento estético nos glúteos com Raquel e a suposta médica, estiveram no 17º Distrito Policial (DP), na tarde de ontem, mas não chegaram a prestar depoimento. Surpreendidas com o assédio da imprensa, elas foram embora antes da chegada da titular da delegacia, Myriam Vidal, responsável pelo caso.
Na conversa com a imprensa, a comerciante citou o nome de outra suposta comparsa de Raquel, que segundo ela, era responsável por fazer propaganda do procedimento estético nas redes sociais. A delegada, no entanto, esclareceu que a jovem citada é, na verdade, outra vítima do esquema.
Myriam explica que muitas mulheres faziam propaganda para conseguir indicar novas pacientes para o tratamento e ganhar um retoque de bioplastia. “Raquel cobrava R$ 1,5 mil pelo retoque. Mas quem indicasse cinco pessoas conseguia nova aplicação de graça.”
Até o momento, a polícia identificou 14 vítimas do esquema de bioplastia ilegal, a partir do caso de Maria José. Além da família da vítima, morta no dia 25 de outubro, a delegada ouviu pelo menos sete mulheres que passaram pelo procedimento. O POPULAR apurou que, para evitar exposição, uma foi ouvida no 8º Distrito Policial, no Setor Pedro Ludovico, na tarde de ontem.
Também na tarde de ontem, Myriam Vidal colheu as declarações de uma mulher de 49 anos, que não quer ser identificada. A vítima teria passado por três sessões de preenchimento, uma com a suposta médica do Rio de Janeiro e duas com Raquel. Ela chegou ao local acompanhada da estudante de biomedicina de 35 anos que fotografou a sessão de bioplastia realizada pela falsa biomédica, no dia 11 de outubro, em um quarto de hotel no Setor Oeste.
RIXA
A estudante de biomedicina falou com a imprensa e reforçou a existência da suposta comparsa de Raquel. Ela reafirmou que, durante o atendimento no hotel, disse que estava no local porque havia brigado com a sócia e estava sem clínica. Segundo a estudante, a falsa biomédica afirmou ainda que estava sendo ameaçada pela ex-sócia e que as duas estariam “tendo uma rixa”.
No dia 24 de outubro, a estudante fez um retoque do produto no centro de estética no Parque das Laranjeiras. Na ocasião, afirmou que foi a única paciente em que Fábio não ajudou a aplicar o produto. Ela contou ter visto o rapaz ajudar a falsa biomédica em quatro procedimentos, entre eles o de Maria José.
“Meu horário era o primeiro, às 9 horas. Mas eu cheguei atrasada e quando abri a porta para falar com a Raquel, vi Maria José. Ele (Fábio) também estava lá. Acho que não aplicou em mim porque sou da área da saúde, ou porque fiquei por último”, relatou.
Em depoimento à polícia na segunda-feira, Fábio negou ter aplicado o produto nas vítimas. “Ele disse que jamais poderia fazer isso porque não gosta de agulha”, disse a delegada. Confrontado sobre as mensagens de celular em que Raquel diz que ele “tem a mão mais pesada”, Fábio alegou que fez massagem no bumbum de Maria José após a aplicação do produto.
Foto: Os irmãos Silvinho, Sueli, Jorge, Ricardo e Sônia Bueno
Nosso abraço hoje vai para os irmãos Buenos. No último domingo (09), o quinteto fantástico esteve reunido para celebrar o aniversário de Sônia Bueno, a qual recebeu o carinho da mamãe coruja Dona Vilma, do maridão Gilmar, da filha Thays e o genro Marciel, seu netinho Matheus, além é claro, dos irmãos Silvinho, Sueli, Jorge e Ricardo Bueno. O Blog do Badiinho deseja inúmeras felicidades a linda família.
Órgão aponta falta de transparência na seleção de candidatos ao programa. Catalão, Ouvidor e Três Ranchos estão inclusas nas 68 cidades. Para MPF, não divulgação leva a concluir que processo ocorre de forma ilícita.
O Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO) pediu na Justiça a suspensão do programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal, em 68 cidades no estado. O órgão aponta irregularidades na transparência e divulgação dos critérios e do processo de seleção dos candidatos ao subsídio.
A Caixa Econômica Federal afirmou em nota que segue a legislação do programa definida pelo governo federal e que “a inscrição e seleção dos beneficiários do Minha Casa Minha Vida, faixa 1 (com renda de até R$ 1.600,00), é responsabilidade da prefeitura, conforme portaria do Ministério das Cidades que regula o programa”.
Segundo o MPF, as ações civis públicas pedem que a Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades suspendam a execução do programa até que seja comprovada a regularidade da situação. O MPF argumenta que recorre à Justiça depois que outras medidas para pôr fim às irregularidades não foram eficazes.
Ainda de acordo com o órgão, entre maio e julho deste ano foram expedidas recomendações à Caixa e ao Ministério das Cidades para que suspendessem o Minha Casa, Minha Vida em quase 100 municípios do estado. Para o MPF, não divulgar permanentemente o cadastro dos beneficiários “leva a concluir que o poder de selecionar os candidatos vem sendo utilizado de forma ilícita pelos municípios”.
Os pedidos ainda serão analisados no Poder Judiciário e são referentes a obras nas seguintes cidades: Abadia de Goiás, Americano do Brasil, Anhanguera, Aragoiânia, Araguapaz, Aruanã, Avelinópolis, Bela Vista de Goiás, Bom Jardim de Goiás, Bom Jesus de Goiás, Brazabrantes, Britânia, Buriti de Goiás, Cachoeira de Goiás, Campestre de Goiás,Campo Alegre de Goiás, Catalão, Caturaí, Cezarina, Córrego do Ouro e Davinópolis.
Também estão na lista: Faina, Firminópolis, Goianápolis, Goianésia, Goianira, Goiás, Goiatuba, Guapó, Guaraíta, Heitoraí, Hidrolândia, Inaciolândia, Inhumas, Iporá, Itapirapuã, Itapuranga, Itumbiara, Ivolândia, Jaraguá, Jesúpolis, Jussara, Marzagão, Matrinchã, Moiporá, Morro Agudo de Goiás, Mossâmedes, Mozarlândia, Nazário, Novo Brasil, Ouvidor, Palmelo, Panamá, Paraúna, Piracanjuba, Pires do Rio, Pontalina, Professor Jamil, Sanclerlândia, Santa Cruz de Goiás, São Luís de Montes Belos, São Patrício, Senador Canedo, Taquaral de Goiás, Três Ranchos, Uruana, Urutaí, Vianópolis.