A MitsubishiMotors foi indicada mais uma vez ao Prêmio Época Reclame Aqui. A marca, que é a única montadora com o selo RA 1000, a mais alta classificação de qualidade do site, concorre novamente na categoria Fabricante de Veículos.
“Nossa indicação comprova o foco da empresa em oferecer um alto padrão de atendimento ao cliente, além de reforçar a qualidade de nossos produtos”, comenta Julio Fiorin, diretor de Pós-Venda da MitsubishiMotors.
O Reclame Aqui é uma das mais importantes ferramentas para medir o relacionamento entre as empresas e os clientes e avaliar a satisfação com o atendimento de marcas de todas as categorias.
A atenção e o cuidado com os proprietários é um dos pilares da MitsubishiMotors, que opera no Brasil há 27 anos. Hoje, todo o atendimento ao cliente é realizado por uma equipe instalada na cidade de Catalão (GO).
20 anos da Fábrica
Em 2018, a MitsubishiMotors comemora 20 anos da inauguração da fábrica no Brasil. Localizada em Catalão, a quinta maior economia do Estado de Goiás, a planta já produziu mais de meio milhão de veículos em solo nacional e tem tecnologia de ponta, um dos mais modernos sistemas de pintura do País e conta com mais de 247.000 m2 de área construída. Hoje, a fábrica tem 93% da mão de obra local, movimentando o município e gerando empregos. Por ano, são injetados R$ 130 milhões em salários na cidade e a Mitsubishi é a maior arrecadadora de ICMS do município, gerando renda no coração do Brasil.
Bolsonaro e o General Hamilton Mourão. RAFAEL HUPSELFOLHAPRESS
O Jornal Espanhol El País, publicou ontem, segunda-feira (10), um enorme artigo chamado de “Profissionais da Violência”, referência dirigida ao candidato Jair Messias Bolsonaro e ao seu vice, General Hamilton Mourão.
O texto foi escrito por Eliane Brum, que é escritora, repórter e documentarista. Autora dos livros de não ficção Coluna Prestes – o Avesso da Lenda, A Vida Que Ninguém vê, O Olho da Rua, A Menina Quebrada, Meus Desacontecimentos, e do romance Uma Duas.
Segundo a autora do artigo, ela explana como foi a reação de Mourão, o vice “faca na caveira” de Bolsonaro, apontando ela, em seus pensamentos, como o Brasil será governado em caso de vitória da chapa de extrema direita.
Profissionais da violência
A reação de Mourão, o vice “faca na caveira” de Bolsonaro, aponta como o Brasil será governado em caso de vitória da chapa de extrema direita.
Os vices com frequência têm chegado à presidência no Brasil. Mas o mais importante é o que a declaração nos conta sobre a chapa que, sem Lula, está em primeiro lugar nas intenções de voto para a disputa presidencial das eleições de outubro. O que significa um candidato a vice-presidente se anunciar como “nós” e como “profissional da violência” num momento de tanta gravidade para o Brasil?
Abalado pela brutalidade do episódio, Mourão poderia ter escolhido pelo menos duas variações que mudariam a intenção: “os profissionais da segurança” ou “os profissionais da proteção”. Palavras como segurança e proteção levariam à ideia de amparo e de defesa —e não à ideia de ataque, de retaliação e de confronto. Mas não. Mourão usou um “nós”— e usou “profissionais da violência”. Ao ser perguntado quem era o “nós”, o general disse que se referia “aos militares e ao uso da força pelo Estado”.
Mourão declarou ainda: “Eu não acho, eu tenho certeza: o autor do atentado é do PT”. No mesmo dia, o presidente do PSL, Gustavo Bebianno, afirmou ao jornal Folha de S. Paulo: “A guerra está declarada”.
Mourão trata as Forças Armadas do Brasil como se fossem sua milícia pessoal
É bastante revelador que um general da reserva, hoje político e candidato, se considere no direito de falar em nome do Estado, em plena campanha eleitoral para se tornar governo. A declaração de Mourão mostra que ele acredita falar pelos militares, como se os representasse e os comandasse. E como se os militares fossem uma força autônoma, uma espécie de milícia de Bolsonaro e de Mourão. E não o que a Constituição determina: uma instituição do Estado, paga com recursos públicos, subordinada ao presidente da República.
Ao fazer essa declaração, Mourão trata as Forças Armadas como se fossem a sua gangue e o país como se fosse a sua caserna. Alguém machucou o meu amigo? Vou ali chamar a minha turma para descer o cacete. E faz isso na condição de político e de candidato, como se o processo democrático fosse apenas uma burocracia pela qual é preciso passar, mas que pode ser atropelada caso se torne inconveniente demais.
Mais tarde, Mourão baixaria o tom, segundo ele a pedido do próprio Jair Bolsonaro. Uma orientação curiosa para um candidato que divulgou uma foto sua na cama do hospital fazendo com as mãos o sinal de atirar. No dia seguinte à agressão, durante entrevista à Globo News, o vice de Bolsonaro afirmou que, em caso hipotético de “anarquia”, pode haver um “autogolpe” do presidente, com o apoio das Forças Armadas.
Bolsonaro em foto publicada pelo filho nas redes sociais. FLAVIO BOLSONARO (AP).
Ao comentar a convocação à violência por ele e outras pessoas da campanha, Mourão afirmou: “Realmente subiu um pouco o tom (no início), mas temos que baixar, porque não é caso de guerra”. Disse ainda que, se forem eleitos, vão “governar para todos, e não apenas para pequenos grupos”.
Diante da crise, aquele que quer ser vice-presidente do Brasil bota gasolina na fogueira que deveria conter.
As declarações do vice de Bolsonaro no primeiro momento dão pelo menos duas informações sobre ele que vale a pena registrar. Mourão decide baixar o tom depois de elevar (muito) o tom. Poderia se pensar se é esse tipo de reação passional que se espera de um general, uma pessoa numa posição de comando ocupando o posto máximo da hierarquia do Exército, cujas ordens podem afetar milhares de vidas humanas. Pela trajetória de Mourão, a dificuldade de agir com racionalidade em momentos de tensão não parece ter afetado a sua carreira.
Neste momento, porém, Mourão é um político e candidato a vice-presidente. Diante da crise, representada pela agressão a Bolsonaro, aquele que quer ser vice-presidente do Brasil explode, confunde o seu lugar e o lugar das Forças Armadas, e bota gasolina na fogueira que deveria conter. E deveria conter não apenas por ser candidato, mas por responsabilidade de cidadão.
É importante que Mourão tenha finalmente entendido que não se trata de uma guerra e tenha parado de encontrar inimigos entre as faces da população. Mas as declarações irresponsáveis já produziram um efeito cujas consequências são difíceis de prever. Como ele mesmo lembrou, “há um velho ditado que diz: as palavras, quando saem da boca, não voltam mais”.
Como governarão, com sua lógica de guerra, na qual o inimigo não é outro exército, mas a parte da população que discorda deles?
O que Mourão faria com poder real diante das tantas crises que esperam um governante? Como governará essa dupla, caso eleita, um que invoca mais violência em palavras e outro que, recém operado após sofrer uma agressão, faz sinal de atirar? Como governarão, com sua lógica de guerra, na qual o inimigo não é outro exército, mas a parte da população que discorda deles?
A segunda informação que emerge das declarações é a rapidez e a leviandade com que Mourão julga e condena. De imediato ele responsabilizou o PT pela agressão à faca. Não havia —e não há— um único indício de que o autor da facada tenha qualquer ligação com o PT ou faça parte de um plano do partido. Adelio Bispo de Oliveira afirma ter agido sozinho e “a mando de Deus”. Declarar publicamente uma “fake news” ou mentira, num momento de tanta gravidade para o país, também pode ter consequências imprevisíveis. Não adianta voltar atrás depois de ter afirmado uma mentira como “certeza” justamente na hora em que os ânimos estavam mais acirrados.
É importante observar como esse protagonista se comporta diante da crise, já que governar um país é lidar com várias crises todos os dias. Se sem poder de governo ele encontra culpados, para além do culpado que já está preso, e invoca publicamente a violência como reação imediata, o que fará caso tenha poder de governo e a possibilidade de convocar o que Mourão chama de “profissionais da violência” e a Constituição chama de “Forças Armadas”? Se, quando precisam convencer eleitores de que são a melhor escolha, os homens de Bolsonaro invocam a guerra dentro do próprio país, o que farão quando já não precisarem convencer ninguém?
É importante observar o que dizem quando já não são capazes de se conter.
É importante observar que não conseguem refrear seus instintos nas horas mais duras, mas também é importante acreditar no que dizem quando não são capazes de se conter. Tanto Bolsonaro quanto Mourão têm se esforçado para mostrar que são “profissionais da violência”. Ao pregarem que a população deve se armar, como se esta fosse a melhor estratégia para enfrentar a questão da segurança, é assim que se apresentam.
As declarações contra as mulheres, contra os negros, contra os indígenas e contra os LGBTs também são um exercício da violência que revela uma visão de mundo e a fortalece entre aqueles que dela comungam. Semanas atrás, Mourão chamou os negros de malandros e os indígenas de indolentes. Desta afirmação que saiu da sua boca ele não se arrepende. Como disse Eduardo Bolsonaro, um dos filhos do candidato: “Tem que botar um cara faca na caveira para ser vice”. Botaram.
Sempre vale lembrar ao menos um episódio entre as tantas mortes e torturas ordenadas ou executadas pelo “herói” de Bolsonaro e de Mourão. O torturador Ustra levou os filhos de Amélia Teles, presa nos porões do regime, para que vissem a mãe torturada. Amelinha, como é mais conhecida, estava nua, vomitada e urinada. Seus filhos tinham quatro e cinco anos. A menina perguntou: “Mãe, por que você está azul?”. A mãe estava azul por causa dos choques elétricos infligidos em várias partes do seu corpo e também nos seios e na vagina. Este é o farol de Bolsonaro e Mourão, em primeiro lugar nas pesquisas para a presidência do Brasil, o que diz bastante também sobre os eleitores.
Armar-se é uma das principais plataformas da campanha de Bolsonaro-Mourão, o capitão da reserva e o general da reserva. E é preciso levá-los a sério. Não só porque Bolsonaro e Mourão lideram as intenções de voto, mas porque é legítimo que os eleitores queiram votar em “profissionais da violência” para governar o Brasil. É possível discordar de quem aposta em “profissionais da violência”, mas o direito de escolher uma pessoa que invoca a violência é legítimo numa democracia.
Há muita gente clamando por “civilização” contra o que nomeiam de “barbárie” que atravessa o Brasil, às vésperas de uma eleição em que o candidato em primeiro lugar nas pesquisas está na prisão e é proibido pelo judiciário de se candidatar e o candidato em segundo lugar leva um facada durante um evento de campanha e precisa passar por uma cirurgia.
Mas o que chamamos de civilização tem sido sustentado pela barbárie cotidiana contra os negros e os indígenas. A civilização sempre foi para poucos. A novidade que uma chapa Bolsonaro-Mourão apresenta é a suspensão de qualquer ilusão. Não é por acaso que alicerçam sua prática antiga, tão velha quanto o Brasil, nas redes sociais, o espaço onde toda a possibilidade de mediação foi rompida e os bandos se fecham em si mesmos, rosnando para todos os outros.
A barbárie dos “profissionais da violência” sempre sustentou a civilização de uns poucos. O que Bolsonaro e Mourão dizem, como “profissionais da violência” que são, é que já não é preciso fazer de conta. Neste sentido, rompem o mesmo limite que a internet rompeu, ao tornar possível que tudo fosse dito. E também ao dar um valor ao dizer tudo, mesmo que este tudo seja o que nunca deveria poder ser dito, já que é necessário um pacto mínimo para a convivência coletiva e o compartilhamento do espaço público.
A barbárie dos “profissionais da violência” sempre sustentou a civilização de uns poucos
Ao representar a velha boçalidade do mal expressada na novidade das redes, Bolsonaro-Mourão são os representantes mais atuais deste momento. Eles sabem que a guerra não existe no Brasil. O que sempre existiu foi o massacre. São os mesmos de sempre que continuam morrendo, como os camponeses de Anapu nas mãos dos pistoleiros da grilagem e as crianças das comunidades do Rio em cujas cabeças as balas explodem.
Ao inventarem uma guerra para encobrir o massacre, Bolsonaro e Mourão inventam também a ideia de que as armas serão iguais e acessíveis para todos, bastando para isso o “mérito” de passar em eventuais testes e o “mérito” de ser capaz de pagar pelas melhores. Conheceremos então o discurso da meritocracia aplicado às armas.
Bolsonaro e Mourão sabem muito bem que não haverá igualdade ao armar a população. Se Bolsonaro, o “profissional da violência”, teve alguma sorte na tragédia, é a de que Adélio Bispo de Oliveira era um amador e era pobre. Ele tinha apenas uma faca e nenhum plano para depois. Se ele fosse um “profissional da violência” como Mourão, Bolsonaro não teria tido a chance de fazer o gesto de atirar na cama do hospital, depois de ser salvo pelo SUS, sistema público de saúde que ele não se esforça para defender.
A sorte de Bolsonaro, o “profissional da violência”, é o fato de Bispo ser um amador
Mas não é sorte o que Bolsonaro teve ao ser atacado por um amador. Tanto ele quanto Mourão sabem o que dizem quando reivindicam serem “os profissionais da violência”. Eles são. Resta saber se a verdade da maioria dos brasileiros é também esta: a de desejar profissionais da violência comandando o país onde vivem.
Se a maioria dos brasileiros mostrar nas urnas que quer esse tipo de político no poder, então é isso que escolheram. Faz parte do processo democrático que as pessoas se responsabilizem por suas escolhas e as consequências que delas resultam. Se você chama “profissionais da violência” para comandar o país onde você e sua família vivem, você deve saber o que terá.
Observação: O artigo foi publicado no site do Jornal El País e não expressa a opinião do Blog.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informou hoje (10) que estuda aplicar multa de R$ 5 mil por viagem àqueles que contratarem transporte rodoviário de carga com valor inferior ao disposto pela Agência. A ANTT disse estudar também a aplicação de R$ 3 mil para quem anunciar ou intermediar a contratação de frete com valor inferior aos piso mínimo.
As propostas constam de audiência pública, aprovada pela agência regulatória na semana passada, cuja documentação foi apresentada nesta segunda-feira (10) pela ANTT. Segundo a agência reguladora, a audiência “tem o objetivo de discutir medidas adicionais para garantir o cumprimento dos pisos mínimos de frete”.
As sugestões à proposta apresentada poderão ser enviadas até as 18h do dia 10 de outubro, por meio de formulário disponível no site da ANTT, por via postal ou durante a sessão pública de audiência, que ocorre no dia 9 de outubro, na sede da ANTT, em Brasília (DF).
Na última quarta-feira (5), a ANTT publicou alterações na tabela de frete mínimo, após o reajuste, no dia 31 de agosto, de 13% no preço do diesel nas refinarias. A tabela considera o preço mínimo por quilômetro, eixo e carga transportada, além dos custos.
Política nacional
A Lei 13.703, de 2018, que instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, prevê que uma nova tabela com frete mínimo deve ser publicada quando houver oscilação superior a 10% no preço do óleo diesel no mercado nacional.
A política foi uma das reivindicações dos caminhoneiros que paralisaram as estradas de todo o país em maio. A lei especifica que os pisos mínimos de frete deverão refletir os custos operacionais totais do transporte, definidos e divulgados nos termos da ANTT, com priorização dos custos referentes ao óleo diesel e aos pedágios.
De acordo com a legislação, a ANTT publicará duas vezes por ano, até os dias 20 de janeiro e 20 de julho, uma norma com os pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado por eixo carregado, consideradas as distâncias e as especificidades das cargas, bem como planilha de cálculos utilizada para a obtenção dos pisos mínimos. A norma será válida para o semestre em que for editada. Uma primeira tabela foi publicada pela ANTT em maio.
Após denúncia veiculada via Copom informando que uma residência no Bairro Maria Amélia estava sendo furtada, as equipes do 18° BPM realizar um cerco policial nas imediações do local.
Minutos depois, o veículo suspeito de estar envolvido no furto foi localizado trafegando pelo mesmo bairro.
Após abordagem aos suspeitos, os Policiais Militares recuperaram todos os objetos subtraídos, inclusive uma Honda Biz vermelha que os autores estavam tentando colocar dentro do veículo.
Ao consultar os antecedentes dos autores ficou constatado que em desfavor de um deles havia um mandado de prisão em aberto pelo crime de receptação, oriundo da Comarca de Catalão.
Diante dos fatos, todo material foi apreendido e os autores foram encaminhados ao DP local para as devidas providências.
Saibam quais são as oportunidades de trabalho ofertadas através do Sistema Nacional de Emprego (SINE) por meio da Secretaria de Trabalho e Renda de Catalão (SETRAER). As vagas desta segunda-feira (10/09) são:
-Eletricista montador, com experiência na CTPS, masculino; -Eletricista de manutenção, com experiência na CTPS, masculino; -Gerente de restaurante, com experiência na CTPS, masculino; -Marceneiro, com experiência, masculino; -Técnico agrícola, com experiência, que tenha curso técnico agrícola ou técnico agropecuário, CNH “B”, curso MOOPI, masculino.
Informações sobre as vagas podem ser obtidas na sede da secretaria, na Avenida 20 de agosto, 1857, Centro, em frente a Caixa Econômica Federal.
Observação: Algumas vagas podem ter sido preenchidas sem aviso prévio.
Na noite da última quinta-feira, 06, equipes da Polícia Militar receberam informações de que uma pessoa estaria postando em redes sociais (facebook) fotos portanto armas de fogo e se passando por funcionário público.
Diante da situação, as equipes realizaram várias diligências, localizando o suspeito em uma residência no bairro Castelo Branco.
Ao ser questionado, ele relatou que as armas utilizadas eram de um vizinho, que havia lhe emprestado o material.
Em ato continuo, o outro envolvido foi identificado e as armas localizadas em sua residência, sendo elas uma pistola calibre .380 e uma espingarda calibre .22, todas registradas.
Os dois foram conduzidos para a Delegacia de Polícia de Catalão, juntamente com as armas e várias munições.
Escrito por: Redação/Com informações da PM de Catalão
Foto publicada por Flávio Bolsonaro, filho do candidato, postada nas em uma rede social. (Foto: Reprodução).
Internado há três dias em São Paulo, o candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, precisará passar por uma nova cirurgia de grande porte, “posteriormente”, para reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia, feita em função de lesões graves no intestino grosso e delgado, informou boletim médico do Hospital Albert Einstein, divulgado às 10h de hoje (10).
A nota não informa em que momento essa cirurgia será feita. De acordo o boletim médico, Bolsonaro permanece sem sinais de infecção, recebendo o suporte clínico, fisioterapia respiratória e motora e alimentação exclusivamente endovenosa.
Bolsonaro foi atingido por uma faca na região abdominal na última quinta-feira (6), quando participava de uma atividade de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais. Segundo o hospital, quatro dias após o ferimento, o estado do candidato ainda é grave e ele permanece em terapia intensiva.
“O paciente permanece ainda com sonda gástrica aberta e com paralisia intestinal que ocorre habitualmente depois de grandes cirurgias e traumas abdominais. Ontem, havia uma movimentação intestinal ainda incipiente e que persiste do mesmo modo hoje”, diz o boletim médico.
Equipe
Fazem parte da equipe médica do candidato o cirurgião Antônio Luiz Macedo, o clínico e cardiologista Leandro Echenique e o diretor-superintendente do hospital, Miguel Cendoroglo.
Bolsonaro foi transferido para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, onde deu entrada por volta das 10h45 de sexta-feira (7). Ele saiu da Santa Casa de Juiz de Fora (MG), onde recebeu os primeiros atendimentos após a facada, e passou por cirurgia. O candidato foi transferido para São Paulo a pedido da família.
Histórico
O candidato recebeu uma facada no abdômen desferida por Adélio Bispo de Oliveira. Bolsonaro foi operado para estancar uma hemorragia em veia abdominal, teve o intestino delgado costurado e parte do intestino grosso retirada. Ele também foi submetido a uma colostomia e, em até dois meses, terá de ser operado novamente.
O autor do ataque a Bolsonaro foi preso pela Polícia Militar da cidade. A Polícia Federal (PF), responsável pela segurança do candidato, abriu inquérito para investigar o caso. No sábado (8), Adélio Bispo foi transferido, pela PF, para a penitenciária federal de segurança máxima de Campo Grande (MT).
Em Catalão, por volta de 20h00 desse domingo, 09/09/2018, na altura do km 272 da BR 050, houve um acidente grave do tipo colisão frontal, envolvendo um veículo Fiat Uno com placas de Ribeirão Preto-SP, onde estavam quatro ocupantes, dos quais, dois vieram a óbito no local do acidente e dois tiveram lesões graves.
O segundo veículo envolvido foi VW/Gol com placas de Catalão-GO, onde estavam dois ocupantes, um deles vindo a óbito no local. A outra pessoa teve lesões graves.
O terceiro veículo envolvido no acidente foi uma Fiat Strada com placas de Catalão-GO. Neste veículo estariam quatro pessoas, as quais todas elas saíram ilesas.
As vítimas lesionadas foram socorridas por equipes da concessionária que administra a rodovia, militares dos Corpo de Bombeiros e socorristas do SAMU, as quais foram encaminhadas para o Pronto Socorro da Santa Casa de Catalão.
Quanto os corpos das vítimas fatais, eles foram removidos e levados para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade de Catalão.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF), informou que a rodovia ficou totalmente interditada em ambos sentidos por mais de 2 horas, causando um congestionamento de aproximadamente 1 km.
Wagner Domingues Costa, conhecido como Mr. Catra. Foto: Reprodução
Morreu na tarde desde domingo, em São Paulo, Wagner Domingues Costa, conhecido como Mr. Catra. Ele estava internado no Hospital do Coração (HCor), na capital paulista, tratando de um câncer gástrico. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do funkeiro. Ele deixa três mulheres, 32 filhos e quatro netos.
“É com enorme pesar que comunicamos o falecimento do amigo e cliente, Wagner Domingues Costa o Mr Catra, que nos deixou na tarde deste domingo, 9, em decorrência de um câncer gástrico. O cantor e compositor estava internado no hospital do Coração (HCor), em São Paulo, e já vinha lutando contra a doença. A informação foi dada a família pelo cirurgião oncológico, Dr. Ricardo Motta, por volta das 15h20 da tarde. Catra deixou três esposas e 32 filhos. Neste momento de sofrimento, agradecemos o carinho, cuidado e compreensão dos amigos da imprensa, e pedimos, gentilmente, para que respeitem o momento de tristeza da família”, diz o comunicado enviado pela assessoria de imprensa do funkeiro.
Catra lutava contra um câncer no estômago descoberto no início do ano passado. Ele passou por um intenso tratamento, teve que fazer uma dieta restrita, perdeu 35 kg e foi orientado pelos médicos a parar de fumar.
Em nota, o hospital informou a morte do cantor às 15h20, em decorrência de falência multiplos órgãos, ocasionado pelo câncer gástrico.
O funkeiro também precisou tratar recentemente de uma pancreatite, tornando a dieta recomendada pelos médicos ainda mais urgente. Sofrendo também de diabetes, chegou a correr o risco de perder a visão. Por conta do tratamento, ele reduziu o número de shows. Catra estava morando em São Paulo e ia ao hospital uma vez por semana para realizar sessões de quimioterapia.
Com sua voz cavernosa e defensor do papel libertário da música, Catra acumulou hits comerciais com letras sacanas, como “Adultério” (versão de “Tédio”, do Biquíni Cavadão), “Vem todo mundo” e “Uh papai chegou”. Através de seu apadrinhamento, ajudou a revelar outros nomes de ponta do gênero, como Tati Quebra-Barraco e Gaiola das Popozudas, grupo de onde saiu Valesca. Foi com ela que Catra gravou outro grande sucesso, o despudorado “Mama”.
Sua trajetória foi contada em documentário (“90 dias com Catra”), livro (“”A estética funk carioca: criação e conectividade em Mr. Catra”, da antropóloga Mylene Mizrahi) e inúmeros programas de televisão.
O Clube Recreativo Atlético Catalano está de volta à elite do futebol goiano. Após vencer o Goianésia por 1 a 0 fora de casa na tarde deste domingo (9), o Leão do Sul garantiu seu retorno à primeira divisão do Campeonato Goiano em 2019. A vitória veio com um gol de pênalti de Édipo, aos 20 minutos do primeiro tempo.
Com a classificação já garantida, o CRAC briga agora pelo seu quarto título da Divisão de Acesso, já conquistado em 1965, 2001 e 2003. Além das conquistas na segunda divisão, o Leão do Sul também foi campeão goiano nos anos de 1967 e 2004.
Com a vitória no Valdeir José de Oliveira, o CRAC chegou aos 26 pontos e conquistou o acesso com três rodadas de antecedência. O time de José Roberto da Silva volta à campo no próximo domingo (16), às 16h, no Gernevino da Fonseca, contra a Jataiense.
Confira os demais resultados deste domingo (9) na Divisão de Acesso:
1- CRAC – 26 pontos 2 – Novo Horizonte – 21 pontos 3 – Goiânia – 21 pontos 4 – Goianésia – 19 pontos 5 – Jataiense – 19 pontos 6 – Trindade – 16 pontos 7 – Jaraguá – 13 pontos 8 – Evangélica – 11 pontos 9 – América – 8 pontos 10 – Santa Helena – 7 pontos
Escrito por: Redação/Com informações de Sagres Online