Momento em que vítima de esfaqueamento recebia atendimento dos militares do Corpo de Bombeiros de Catalão. (Foto: Reprodução/Fleson Bolivar – Zap Catalão).
Mais um assassinato foi registrado em Catalão na tarde desta quinta-feira, 15, em frente a Subestação da Rodoviária do Bairro São, onde um jovem de 21 anos foi esfaqueado, por volta das 15 horas.
Segundo relatos de testemunhas, os dois jovens estavam nas proximidades da Subestação Rodoviária, quando eles começaram uma discussão, um deles pegou uma faca e atingiu o outro rapaz, fugindo logo em seguida. A vítima identificada como Ralf Pereira Mendes, 21 anos de idade, que apresentava uma perfuração no peito, chegou a ser encaminhado ao Pronto Socorro da Santa Casa de Catalão, mas acabou não resistindo e morreu.
Após o crime, a Polícia Militar de Catalão começou a realizar buscas na tentativa de localizar o assassino, prendendo um rapaz de 26 anos de idade, detido no Bairro das Américas. O rapaz preso pela PM, nega ser ele o autor do crime, mas a polícia não tem nenhuma dúvida.
O rapaz preso, suspeito de ter cometido o homicídio, saiu da cadeia há cerca de dois meses, onde cumpriu pena pelo crime de furto. Segundo a TV Anhanguera de Catalão, a vítima de assassinato também havia cumprido pena pelo crime de furto.
Escrito por: Redação/Com informações da TV Anhanguera de Catalão
Helton Antônio Rita, 42 anos de idade, morreu após uma abordagem de policiais do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT). (Foto: Reprodução/Redes Sociais).
O laudo feito pelo Instituto Médico Legal de Catalão (IML), aponta como inconclusiva a causa da morte de Helton Antônio Rita, 42 anos de idade, que morreu na sexta-feira passada, 09 de março, depois de uma abordagem do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT). A conclusão do laudo significa que os exames iniciais realizados pelo médico legista de Catalão, não é possível afirmar qual foi a causa da morte do trabalhador de uma mineradora, que também pertencia a família real das Congadas de Catalão.
Segundo a reportagem da TV Anhanguera de Catalão, o próximo passo será a realização de exames complementares em Goiânia, para tentar chegar a uma conclusão.
“A Polícia Civil recebeu na data de ontem, quarta-feira, 14, o laudo cadavérico aqui do IML de Catalão, e o médico legista, informou após análise do corpo da vítima, que não é possível a priori, definir a causa da morte. Por isso, nesses casos ele (médico) encaminha uma série de amostras a laboratórios na cidade de Goiânia, solicitando exames complementares. Desta forma a Polícia Civil depende dos resultados destes exames complementares, para que aí sim, se possa concluir qual foi a causa da morte do Helton”, explicou ao repórter da TV Anhanguera, Alaor Rodovalho, o delegado responsável pelo caso, Vitor Magalhães.
O delegado disse que foram solicitados exames de alcoolemia, toxicológico, e exames anátomo laboratoriais, que quer dizer, que algumas partes de tecidos e órgãos da vítima, partes destas elencadas pelo médico legista, são encaminhadas ao laboratórios do IML, onde serão examinadas, para que a equipe da Polícia Técnica Cientifica poder dizer com clareza e precisão, qual foi a provável causa morte da vítima.
Quanto a prazo, o delegado disse que a Polícia Civil acompanhará a realização destes laudos, e cobrará a conclusão destes laudos. “Não há um prazo a priore, porque essas diligências são complexas, e portanto desta forma a gente não trabalha com prazo a priori, mas a Polícia Civil, como tem o prazo para encerrar o inquérito policial, cobrará semanalmente a remessa aqui para a delegacia de polícia o envio desses exames”,
O prazo inicial para que a Polícia Civil conclua este inquérito, é de 30 dias, ou seja, o delegado tem cerca de três semanas para finalizar o seu trabalho. Alguns policiais militares e testemunhas, novas serão ouvidas nos próximos dias, além dos familiares de Helton, que também devem serem chamados para serem ouvidos.
A Polícia Militar também está realizando uma sindicância interna para apurar o caso.
Interior do Ginásio Internacional de Esportes, Dimas Gomes Pires. (Foto: Reprodução/Facebook).
Catalão, município de 102.393 habitantes localizado na região Sul do Estado, a 256 quilômetros da capital, recebeu no final da tarde da última terça-feira (13) mais dois grandes investimentos do Governo do Estado para o lazer e a educação. O governador Marconi Perillo entregou à população catalana as reformas do Ginásio Internacional de Esportes Dimas Gomes Pires e do Colégio da Polícia Militar Dr. Tarsis Campos, unidade que passa a atender agora em período integral.
As solenidades ocorreram no interior do Ginásio, um dos mais modernos espaços esportivos da região central do Brasil com capacidade para seis mil pessoas, reconstruído a um custo de R$ 12,5 milhões, sob supervisão da Companhia de Desenvolvimento de Goiás – Codego. “Esse ginásio será de toda a região Sudeste. Usem esta praça, tragam seus atletas, os eventos para cá”, declarou o governador, que fez também uma visita ao colégio reformado e foi recebido por alunos e professores.
A grande festa que marcou a reinauguração do Ginásio foi abrilhantada por seis bandas marciais das cidades de Catalão, Corumbá de Goiás, Goiandira, Anhanguera, Cumari e Davinópolis.
Na oportunidade, o governador assinou Ordem de Serviço autorizando a Codego a iniciar processo licitatório referente à execução dos serviços de engenharia de recapeamento asfáltico nas vias do Distrito Minero Industrial de Catalão (Dimic).
Governador de Goiás e autoridades políticas estiveram no Colégio Militar Dr. Thasis Campos, localizado no Bairro Nossa Senhora de Fátima. (Foto: Reprodução/Facebook).
Escrito por: Redação/Gabinete de Imprensa do Governador de Goiás
Rapaz estava morando com um casal que cuida da balsa na divisa de Goiás com Minas Gerais. (Foto/Reprodução – TV Anhanguera).
O acidente aconteceu em uma propriedade rural de Davinópolis, onde moram um casal que trabalham na balsa da divisa com Goiás e o Estado de Minas Gerais, local onde estava também a cerca de um mês, um rapaz de 29 anos de idade, o qual cobria férias de um outro funcionário da balsa.
As informações que foram obtidas, é que durante toda a última quarta-feira (14) estava sem sinal de internet em Davinópolis, ao terminarem o expediente, o casal e o rapaz que levou o choque, foram até o local onde estava a torre com a antena, para tentar resolver o problema, mas a antena acabou caindo, bateu na rede de alta tensão, momento em que houve uma descarga elétrica.
Uma mulher de 33 anos de idade também se feriu, mas conseguiu ir dirigindo até a cidade. O colega do casal foi levado com dificuldades para respirar até o principal posto de atendimento de Davinópolis. Ao chegarem na unidade, não encontram ninguém no prédio para fazer o atendimento emergencial, nem de um médico ou ao menos um enfermeiro foi encontrado.
Mansoel Joaquim Ribeiro dos Santos, 29 anos de idade, acabou morrendo após receber descarga elétrica. (Foto/Reprodução – TV Anhanguera).
Mansoel Joaquim Ribeiro dos Santos, 29 anos de idade acabou morrendo, e os familiares que estavam na porta da Unidade de Saúde de Davinópolis, os familiares estavam revoltados. “Ele chegou ainda estava com vida, respirando, e ele morreu por falta de oxigênio, aí teve que sair dessa unidade, descer até a outra, onde não tinha ninguém aqui e nem na outra unidade. Mesmo que ele viesse a falecer, mas se tivesse sido atendido por algum profissional, a gente pelo menos ficaríamos mais confortados porque ao mesmo teriam feito alguma tentativa”, desabafou um parante para a repórter da TV Anhanguera de Catalão, Fabrine Obalhe.
Vítima chegou com vida em unidade de Davinópolis, mas no local não havia ninguém para prestar atendimento ao rapaz. (Foto/Reprodução – TV Anhanguera).
O corpo do rapaz foi trazido para o Instituo Médico Legal de Catalão. Já a outra vítima, esposa do caseiro da balsa, precisou ser encaminhada para o atendimento médico onde permaneceu internada até a sua transferência para o Hospital de Urgências de Goiânia, ocorrida no final da manhã desta quinta-feira (15).
A Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), informou que o acidente aconteceu em uma casa que pertence ao Governo de Goiás, mas o jovem era funcionário de uma empresa terceirizada, contratada para operar a balsa entre Goiás e Minas. Segundo o órgão, a responsabilidade por acidentes e desta empresa.
A empresa Altenge Engenharia de Goiânia, que é quem opera a balsa, informou que o rapaz estava fora do horário de serviço, e que foi mexer no equipamento de internet por conta própria. A empresa informou que está prestando todo o apoio necessário para a família.
Sobre a falta de médicos na unidade de saúde de Davinópolis, o secretário de saúde, Roosevelt Gomes, informou que a cidade não tem hospital, e que aquela é apenas uma unidade do Programa de Saúde da Família (PSF), que funciona até 17 horas da tarde. Segundo o secretário, todos os casos de urgência e emergência que ocorrem em Davinópolis, devem ser encaminhados para Catalão.
Rapaz estava fazendo manutenção em antena de internet. (Foto/Reprodução – TV Anhanguera).
Escrito por: Redação/Fonte: TV Anhanguera de Catalão
O presidente Michel Temer disse hoje que o assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL, e de seu motorista, Anderson Gomes, é “inaceitável” e “inadmissível”. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Temer ainda classificou o crime como um “atentado ao Estado de Direito e à democracia”.
Depois de lamentar o crime, o presidente voltou a se manifestar sobre o caso e reafirmou que o governo vai acompanhar as investigações e quer solucionar “no menor prazo possível”.
“O assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, é inaceitável, inadmissível, como todos os demais assassinatos que ocorreram no Rio de Janeiro. É um verdadeiro atentado ao Estado de Direito e um atentado à democracia. No particular, no caso especial, que estamos aqui discutindo, trata-se de um assassinato de uma representante popular, que ao que sei, fazia manifestações, trabalhos, com vistas a preservar a paz e a tranquilidade na cidade do Rio de Janeiro”, declarou Temer.
Temer disse que a intervenção federal decretada pelo governo na segurança do Rio de Janeiro visa “acabar com esse banditismo desenfreado que se instalou na cidade por força das organizações criminosas”. O presidente enfatizou que o governo quer acabar com o “banditismo” antes que ele “destrua nosso futuro”.
“Eu quero não só me solidarizar com a família da Marielle e do Anderson Gomes, o seu motorista, me solidarizar com todos aqueles que foram vítimas de violência no Rio de Janeiro, mas, salientar que essas quadrilhas organizadas, essas organizações criminosas não matarão o nosso futuro.
“Nós estamos ali no Rio de Janeiro para restabelecer a paz, para restabelecer a tranquilidade”, acrescentou.
Pela manhã, Temer se reuniu com ministros no Palácio do Planalto para discutir o caso. O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, e o diretor da Polícia Federal, Rogério Galloro, irão hoje à tarde ao Rio de Janeiro para acompanhar pessoalmente as investigações do assassinato.
Vereadora Marielle Franco é morta no Centro do Rio de Janeiro-RJ
14/03/2018. A vereadora Marielle Franco foi morta a tiros na Rua Joaquim Palhares, Região Central do Rio, na noite desta quarta-feira (14). De acordo com a policiais do 4° BPM (São Cristóvão), ela foi baleada dentro de um carro. Ela e um motorista morreram no local. Foto – Ernesto Carriço / Agência O Dia – Ernesto Carriço
A vereadora Marielle Franco (Psol), de 38 anos, foi assassinada a tiros, por volta de 21h30 desta quarta-feira, no Estácio, Centro do Rio. O motorista, Anderson Pedro Gomes, 39, que guiava o carro, também foi morto. Marielle voltava de um evento na Rua dos Inválidos, na Lapa, quando um carro parou ao lado do veículo de seu motorista na Rua Joaquim Palhares, próximo ao metrô, e dois bandidos dispararam, fugindo em seguida.
A polícia encontrou mais de nove cápsulas de bala no local. A vereadora teria sido alvejada por pelo menos cinco tiros na cabeça. O veículo em que estava ficou com várias marcas na lateral. Ela deixa uma filha de 19 anos.
A assessora da vereadora, que estava ao seu lado no carro, foi atingida por estilhaços e foi levada ao Hospital Municipal Souza Aguiar, medicada, liberada e seguiu, com uma comissão do Psol, para a Delegacia de Homicídios (DH) da Capital, na Barra.
Marielle Franco – Divulgação
Policiais militares do 4º BPM (Praça da Harmonia) e Bombeiros foram acionados e a via foi interditada. A DH fez a perícia e liberou a rua por volta de 0h20. A principal linha de investigação é de que foi execução.
“É muito chocante, é muito violento. Ela lutava pela paz e pela Justiça. Tudo indica que não foi assalto. É tudo muito precário e chocante. Em um momento que o Rio está sob intervenção, uma pessoa da importância da Marielle sofre esse tipo de violência e barbárie. Vou pedir uma apuração rigorosa, pois isso não pode ficar no rol dos 90% dos crimes que não são esclarecidos. Ela fazia parte da Comissão da Câmara que fiscalizava a intervenção. Não quero ser leviano, mas isso tem que ser apurado com celeridade. É imprescindível”, disse o deputado federal Chico Alencar (Psol-RJ).
“Infelizmente, ela estava incomodando muito”, afirmou uma liderança do partido de Marielle, que pediu para não ser identificada.
Próximo à Prefeitura
“Ela estava muito alegre e animada. Eu ainda bati um papo com ela. Estou surpreso por tudo que aconteceu”, relatou o vereador Paulo Pinheiro (Psol). “A Marielle nunca comentou sobre receber ameaças de morte. Absolutamente nada. É uma agressão a outras pessoas. Se você tem uma pessoa que está dentro de um carro, do lado da sede da Prefeitura, você não podia esperar lugar mais seguro do que aqui. Você está vendo o prefeito andar do lado do prédio dele e assistir isso daqui. É inaceitável! Precisamos que a polícia investigue. Não é possível que numa cidade como essa uma coisa dessa acontecer, aqui, ao lado da Prefeitura. A gente está sempre assustado com a moto que para do lado e quem é o carro que para do lado. Não é por ser parlamentar ou não. A cidade do Rio de Janeiro é isso daí”, desabafou.
“Fiquei sabendo por pessoas próximas que ligaram. Estamos tentando buscar todas as informações possíveis, exigindo que tenha uma apuração rigorosa dos fatos para que a gente saiba os motivos e o que de fato aconteceu. Estamos consolando quem está aqui, todos os amigos e vereadores que estavam com ela. Marielle representa uma novidade na política com uma atuação muito importante. Não temos até agora notícias de que ela tinha sido ameaçada até aqui. Foi breve, mas foi decisiva para uma série de coisas e por isso está todo mundo tão emocionado”, afirmou o vereador Tarcísio Motta (Psol).
“Marielle foi uma vereadora combativa, humana, participava de todas as lutas populares. Inaceitável tal crime brutal”, disse o deputado Luiz Paulo (PSDB).
Marielle Franco – Divulgação
Prefeito lamenta o caso
O prefeito Marcelo Crivella (PRB) também lamentou o caso. “É com profundo pesar que lamentamos o brutal assassinato da vereadora Marielle Franco, cuja honradez, bravura e espírito público representavam com grandeza inigualável as virtudes da mulher carioca. Sua trajetória exemplar de superação continuará a brilhar como uma estrela de esperança para todos que, inconformados, lutam por um Rio culto, poderoso, rico, mas sobretudo, justo e humano”, afirmou, em nota.
O secretário municipal da Casa Civil, Paulo Messina (Pros), também comentou o assassinato. “Com certeza, agora na Prefeitura, como secretário, vamos colaborar com a Polícia Civil em toda a investigação que puder. A Câmara vai se posicionar firmemente sobre isso”.
O secretário municipal de Ordem Pública, Paulo César Amêndola, determinou que a CET-Rio entregue todas as imagens das câmeras de trânsito do percurso feito por Marielle desde a Lapa.
Marielle Franco – Divulgação
‘A gente vai cobrar com rigor’
O deputado estadual Marcelo Freixo (Psol), que trabalhou ao lado de Marielle, disse que a Polícia Civil deu toda cobertura ao caso. “É muito difícil falar qualquer coisa nesse momento. Não estamos perdendo uma vereadora. Estamos perdendo uma pessoa extraordinária, que estava nesse momento fazendo um debate sobre racismo e é brutalmente assassinada. Estou em contato desde o momento do crime com o Rivaldo Barbosa (chefe da Polícia Civil). A Delegacia de Homicídios já assumiu o caso. A gente vai cobrar com rigor”.
“Todas as características são de execução. Evidente que vamos aguardar as conclusões. Cabe a polícia fazer a investigação. A gente quer isso de qualquer maneira apurado o mais rápido possível. Não é por cada um de nós. É pelo Rio de Janeiro. Isso é completamente inadmissível. Uma pessoa cheia de vida, cheia de gás, uma pessoa fundamental para o Rio de Janeiro brutalmente assassinada. Não havia qualquer ameaça sobre ela. Eu tinha contato diário com a Marielle. Ela trabalhou 10 anos na minha equipe. A irmã dela está aqui com a gente. Nós não temos conhecimento de nenhuma ameaça. A família não tem conhecimento, a equipe não tem. Mas as características do assassinato são características muito evidentes de execução”, relatou Freixo, bastante emocionado.
Perguntado se iria redobrar a sua segurança pessoal, o deputado, chorando, afirmou que “esse não era o momento para pensar nisso”.
Evento na Lapa
Em um último compartilhamento nas redes sociais, Marielle transmitiu a roda de conversa “Jovens Negras Movendo as Estruturas”, através do Facebook.
Escrito por: Redação/Fontes: Agência Brasil – Site O Dia
Fotos: Reprodução/Internet – Facebook – Site O Dia
Momento em que o prefeito Onofrin investe para cima do vereador de oposição, mas é contido por pessoas que estavam próximas ao fato. (Foto: Reprodução/Vídeo que circula na rede Whatsapp).
Em processos eleitorais de cidades interioranas, é normal a rivalidade e o revanchismo entre grupos políticos, onde ânimos se exaltam se acirram e saem os bate-bocas entre os cabos eleitorais, apoiadores e correligionários destes grupos políticos, o que deve ser administrado com maestria e sabedoria por seus líderes, no caso, as pessoas que disputam ou detém de mandatos eletivos, e o papel destes líderes deve-se ser de não apoio a violência, a baderna e desordem, ou seja, líder sempre tem o papel de conciliação e assim acalmar o seu grupo político.
Em Ouvidor, cidade localizada a cerca de 17 km de Catalão, sendo uma das cidades mais ricas da nossa região, o seu líder maior, o prefeito, mostrou seu total despreparo e falta de respeito com os seus munícipes, ao praticar contra sua população, atos de repreensão aos que não o apoiam, incentivando seu grupo político a fazerem o mesmo.
Após ter tido uma decisão favorável no início da noite da última terça-feira, 13 de março, no Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE GO), que deu provimento de recurso de Ação impetrado na 8ª Zona Eleitoral, que cassou seu mandato em primeira instância, por capitação ilícita de sufrágio, traduzindo no vocabulário popular, compra de votos e entre outros crimes que estavam nesta mesma ação. Em uma carreta em que participava o chefe do executivo daquela cidade, ao encontrar com pessoas contrarias a ele, os ofendiam com palavras de baixo calão, isso não sendo suficiente para o prefeito Onofre Galdino, que é ofender pessoas humildes e trabalhadoras da iniciativa privada, o político perdeu ainda mais a cabeça e tentou agredir fisicamente um vereador de oposição, que estava na porta de sua casa, isso registrado pelo próprio parlamentar em vídeo feito por ele, que mostra o prefeito partindo para agressão e os familiares deste vereador falando que chamaria a polícia para o prefeito.
Uma publicação compartilhada por Blog do Badiinho (@blogdobadiinho) em
Na pequena cidade de Ouvidor, há relatos de que estão sendo ameaçadas pessoas da imprensa e pessoas que mostram-se contrárias ao político.
Em tempos de evolução da forma de expressão das pessoas, das formas de investigação dos órgãos de segurança pública, deve-se imediatamente ficarem atentos a este caso, aja vista as várias tentativas de afetar a integridade física de comunicadores de nossa região promovidas recentemente, e a agressão psicológica que o chamado “líder” daquela cidade está proporcionando a sua população.
O papel de um chefe de executivo é redistribuir a arrecadação dos impostos pagos por sua população, os quais devem ser revertidos em benefícios a povo. Simples assim!
Um acidente na madrugada de ontem, quarta-feira, 14 de março, deixou um homem de 33 anos de idade e uma mulher de 42 anos feridos. A saída de pista seguida de capotamento, aconteceu na GO 330, entre os municípios de Ouvidor e Três Ranchos, mais conhecida como curva da Ponderosa.
Os militares do Corpo de Bombeiros de Catalão, receberem o chamado por volta das 03 horas da manhã, quando chegaram ao local, encontraram o homem já sentado e sentindo dores na região lombar. Já a mulher de 42 anos de idade, apresentava ferimentos nos brações e em sua face. Após os primeiros socorros prestados no local, a equipe do Corpo de Bombeiros encaminhou as vítimas para o Pronto Socorro da Santa Casa de Catalão.
Veículo ficou completamente destruído após sair da pista e capotar em seguida na GO 330 entre Ouvidor/Três Ranchos GO. (Foto: Reprodução/Whatsapp)
Prefeito e vice de Ouvidor, Onofre Galdino Júnior e Nelson Manoel, ambos do MDB, foram cassados por Juiz da 8ª Zona Eleitoral, porém, tiveram mandatos assegurados pelo TRE de Goiás. (Foto: reprodução/Facebook).
O Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Goiás (TRE GO), julgou nesta terça-feira, 13 de março, recurso de defesa do prefeito de Ouvidor, Onofre Galdino Júnior (MDB), que foi acatado por unanimidade por aquela corte.
A decisão unanime do colegiado, que seguiram votos do Juiz relator do processo, Fabiano Abel de Aragão Fernandes, anulou a sentença de primeira instância, proferida pelo Juiz da 8ª Zona Eleitoral, Marcus Vinícius Ayres Barreto, que havia cassado no dia 25 de maio do ano passado, os diplomas do prefeito de Ouvidor Onofre Galdino e de seu vice, Nelson Manoel, ambos do MDB, a qual havia também, os deixados inelegíveis por 08 anos.
A ação contra os políticos foi movida pela Coligação Ouvidor para o Povo, encabeçada pelo ex-prefeito, João César da Fonseca (PSDB).
Na ação, foram apresentadas denúncias de que o prefeito concedeu benefícios com caráter eleitoreiros ao realizar programa de regularização de escrituras, as quais foram distribuídas há cerca de duas semanas antes do processo eleitoral em 2016, ano em que foi reeleito. Para a acusação, o prefeito eleito teria cometido transgressão eleitoral, captação ilícita de sufrágio, conduta vedada a agente público e corrupção.
Após analise do Juiz Fabiano Aragão que foi relator do caso, decidiu que as denúncias foram improcedentes, considerando que as provas não conseguiram apontar as irregularidades apresentadas pelo denunciante.
Festeiro Paulo Arruda ao prestar contas a diretoria da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário de Catalão. Foto: Reprodução
O festeiro de edição de 2017 da centenária Festa em Louvor a Nossa Senhora do Rosário, na noite do último dia 28 de fevereiro, prestou contas a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário. O atraso da contas, segundo o festeiro Paulo Arruda, foi em virtude do recebimento de um patrocínio.
Na prestação de contas o festeiro disse que colocou de seu bolso cerca de R$ 16 mil reais (veja gráfico abaixo) e o lucro foi o patrocínio de R$ 10 mil de uma empresa. 80% ficou para a Irmandade e 20% para a Paróquia São Francisco de Assis.
O valor foi bem inferior ao que diretoria esperava, já que é com esses recursos do lucro da festa que mantêm funcionários e pagamentos de despesas do Centro Folclórico, da Sede e da Igreja.
Lucro foi de apenas de R$ 10 mil reais
Escrito por: Redação/Fonte: Pidim/Jornal O Catalão
Fotos: Reprodução/TV Anhanguera veiculadas no Jornal O Catalão
Santa Casa de Araguari (Foto: Reprodução/TV Integração)
Um bebê teve a cabeça separada do corpo durante um procedimento de parto normal nesta segunda-feira (12), na Santa Casa de Misericórdia de Araguari. O caso é o segundo registrado na unidade em menos de cinco meses.
Em nota, a Santa Casa disse que a gestante foi admitida em trabalho de parto prematuro, apresentando dilatação total do colo uterino, e que o óbito fetal, apesar de trágico, era provável nas condições em que a jovem estava. O médico obstetra que fez o parto disse que não falará sobre o procedimento.
O Conselho Regional de Medicina (CRM) informou que serão abertas duas sindicâncias para avaliar os casos separadamente. Ambas devem ser concluídas em 90 dias.
O pai da criança, Elder Jonatas Santos Silva, de 23 anos, contou nesta terça-feira (13) que a esposa dele, de 24 anos, estava gravida de 25 semanas e começou a sentir fortes dores na madrugada desta segunda. Ela foi levada para a Santa Casa por indicação da médica ginecologista que acompanhou o pré-natal da gestante em uma clínica particular da cidade.
De acordo com Silva, na clínica foi feito um exame de ultrassonografia, que constatou que o bebê estava em posição pélvica (sentado). “Liguei para a ginecologista dela e na clínica eles viram que a criança estava sentada, ela então fez um encaminhamento junto com o ultrassom para que fossemos para a Santa Casa”, disse.
O jovem contou que mesmo após ver o exame, o médico da unidade disse que faria o parto normal. “Lá na Santa Casa, o médico viu o exame e mesmo assim falou que não faria cesárea. Ele não falou muito e começaram a induzir o parto da minha esposa”, contou.
O pai informou ainda que acompanhou o parto da criança, que foi puxada pelos pés durante o procedimento. Foi neste momento que, de acordo com Santos, a cabeça da criança se partiu do corpo. No atestado de óbito do bebê consta que a menina já estava morta antes de nascer, o que é contestado pelo pai.
Ainda segundo o pai, a mãe da criança, Mariana Pereira de Araújo, teve que passar por outro procedimento cirúrgico para a retirada da cabeça da criança. Ela permanece internada na Santa Casa de Araguari na manhã desta terça-feira (13).
Por fim, o pai disse que fará um Boletim de Ocorrência (BO) ainda nesta terça, para que o caso possa ser investigado.
Santa Casa diz que gestante estava em trabalho de parto prematuro
Em nota, a Santa Casa disse que a gestante foi admitida em trabalho de parto prematuro, apresentando dilatação total do colo uterino.
“Em virtude da prematuridade extrema (25 semanas de gestação, baixa viabilidade fetal, prematuro ‘muito extremo’ cuja classificação é a mais grave entre as prematuridades), do avançado estágio do parto em que se encontrava (dilatação total) e da localização baixa da apresentação (feto), considerou-se que não havia como proceder a interrupção por via alta (cesária)”, conforme o texto.
Segundo o hospital, durante a assistência ao parto houve óbito fetal, o que era provável nas condições em que a jovem estava. “Durante a realização de manobras para o desprendimento do corpo, etapa complicada pela ocorrência de ‘cabeça derradeira’, não logrou-se êxito, tendo sido necessária a intervenção por via alta (cesariana) para completar o processo”, diz a nota.
Por fim, a unidade diz que o principal fator associado ao óbito fetal é o trabalho de parto prematuro.
“Precisamos compreender que os desencadeadores do trabalho de parto prematuro, muitas das vezes, são identificáveis durante o pré-natal, ou seja, no atendimento pré-hospitalar. A Santa Casa de Misericórdia de Araguari se solidariza com os familiares e amigos da paciente em questão e informa que, através da direção clínica, nomeou comissão para avaliar os acontecimentos e identificar se as normas técnicas foram observadas no atendimento a essa parturiente”, conclui o hospital.
Caso semelhante em 2017
Uma outra bebê tevea cabeça separada do corpodurante um parto normal no dia 30 de outubro, na Santa Casa de Araguari. Na ocasião, a mãe explicou que a gestação foi tranquila e acompanhada por um médico em Tupaciguara, cidade onde vive. No entanto, no dia 24 de outubro começou a sentir dores e foi encaminhada para a unidade. A mulher denunciou o hospital por negligência.
Em nota, a administração do hospital informou que a gestante chegou à unidade em trabalho de parto com exteriorização dos pés e do cordão umbilical do feto e que, já na chegada, foi detectada ausência de sinais vitais, o que comprova que o feto chegou em óbito no local.
Ainda de acordo com a Santa Casa, o parto vaginal evoluiu com cabeça derradeira, complicação prevista em apresentações pélvicas, sendo necessário procedimento cirúrgico para resolução, conforme posicionamento na época.