Saiba quais são as oportunidades de trabalho ofertadas através do Sistema Nacional de Emprego(SINE) por meio da Secretaria de Trabalho e Renda de Catalão (SETRAER). As vagas desta terça-feira (09/04) são:
–Arte finalista, com experiência em informática, corel, ambos os sexos;
-Agente funerário, com experiência, masculino,
-Auxiliar administrativo, para trabalhar como menor aprendiz, cursando ensino médio e fazendo algum curso extracurricular, ambos os sexos,
-Vendedor interno, com experiência para trabalhar em empresa de adubos, preferencialmente que tenha curso técnico agrícola e ensino médio completo, ambos os sexos
-Entregador de gás, com conhecimento de endereço da cidade, masculino;
-Jardineiro, com experiência e referências, manutenção em piscinas, cuidar de animais e limpar chácara, masculino;
– Técnico em segurança do trabalho, com experiência na CTPS, CNH “B”, feminino;
-Vendedor de consórcios, com experiência em vendas, com referências, ensino médio completo, ambos os sexos.
Os interessados devem procurar a Secretária de Trabalho e Renda, na Avenida 20 de agosto, em frente a Caixa Econômica Federal, no centro de Catalão-GO, munidos da Carteira de Trabalho, RG e CPF. Lembrando que algumas vagas podem ter sido preenchidas sem aviso prévio.
Saiba quais são as oportunidades de trabalho ofertadas através do Sistema Nacional de Emprego(SINE) por meio da Secretaria de Trabalho e Renda de Catalão (SETRAER). As vagas desta terça-feira (09/04) são:
–Arte finalista, com experiência em informática, corel, ambos os sexos;
-Agente funerário, com experiência, masculino,
-Auxiliar administrativo, para trabalhar como menor aprendiz, cursando ensino médio e fazendo algum curso extracurricular, ambos os sexos,
-Vendedor interno, com experiência para trabalhar em empresa de adubos, preferencialmente que tenha curso técnico agrícola e ensino médio completo, ambos os sexos
-Entregador de gás, com conhecimento de endereço da cidade, masculino;
-Jardineiro, com experiência e referências, manutenção em piscinas, cuidar de animais e limpar chácara, masculino;
– Técnico em segurança do trabalho, com experiência na CTPS, CNH “B”, feminino;
-Vendedor de consórcios, com experiência em vendas, com referências, ensino médio completo, ambos os sexos.
Os interessados devem procurar a Secretária de Trabalho e Renda, na Avenida 20 de agosto, em frente a Caixa Econômica Federal, no centro de Catalão-GO, munidos da Carteira de Trabalho, RG e CPF. Lembrando que algumas vagas podem ter sido preenchidas sem aviso prévio.
Na manhã de hoje, segunda-feira (08/04), publicamos uma matéria a respeito da interdição da barragem de rejeitos da mineradora Mosaic Fertilizantes, a qual foi promovida pela Agência Nacional de Mineração (ANM), por decorrência da não apresentação da Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) da barragem.
O Blog do Badiinhofoi procurado pela comunicação da empresa, que em nota disse que requereu junto à Agência Nacional de Mineração (ANM) a extensão do prazo para mencionada apresentação do laudo técnico com relação a uma barragem de Catalão (GO) até o próximo dia 30 de abril.
Na mesma nota, a empresa reafirmou que a barragem não apresenta riscos de rompimento e reiterou seu compromisso com as comunidades e regiões onde atua. Leia a nota completa abaixo:
POSICIONAMENTO MOSAIC FERTILIZANTES
A Mosaic Fertilizantes informa que – previamente à data limite para apresentação da Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) – requereu junto à Agência Nacional de Mineração (ANM) a extensão do prazo para mencionada apresentação com relação a uma barragem de Catalão (GO) até o próximo dia 30 de abril.
Tal requerimento se deu em razão do estudo técnico emitido por empresa especializada, que recomendou estudos complementares para suportar uma conclusão a respeito da estabilidade da barragem. A empresa reafirma que a barragem não apresenta riscos de rompimento e reitera seu compromisso com as comunidades e regiões onde atua.
Na manhã de hoje, segunda-feira (08/04), publicamos uma matéria a respeito da interdição da barragem de rejeitos da mineradora Mosaic Fertilizantes, a qual foi promovida pela Agência Nacional de Mineração (ANM), por decorrência da não apresentação da Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) da barragem.
O Blog do Badiinhofoi procurado pela comunicação da empresa, que em nota disse que requereu junto à Agência Nacional de Mineração (ANM) a extensão do prazo para mencionada apresentação do laudo técnico com relação a uma barragem de Catalão (GO) até o próximo dia 30 de abril.
Na mesma nota, a empresa reafirmou que a barragem não apresenta riscos de rompimento e reiterou seu compromisso com as comunidades e regiões onde atua. Leia a nota completa abaixo:
POSICIONAMENTO MOSAIC FERTILIZANTES
A Mosaic Fertilizantes informa que – previamente à data limite para apresentação da Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) – requereu junto à Agência Nacional de Mineração (ANM) a extensão do prazo para mencionada apresentação com relação a uma barragem de Catalão (GO) até o próximo dia 30 de abril.
Tal requerimento se deu em razão do estudo técnico emitido por empresa especializada, que recomendou estudos complementares para suportar uma conclusão a respeito da estabilidade da barragem. A empresa reafirma que a barragem não apresenta riscos de rompimento e reitera seu compromisso com as comunidades e regiões onde atua.
A secretária de Economia de Goiás, Cristiane Schmidt, traçou um cenário de muitas dificuldades para o governo goiano cumprir o parcelamento do salário de dezembro para 45% do restante dos servidores públicos estaduais. Além disso, revelou que não entende a reivindicação da greve dos professores, em entrevista a Jackson Abrão, no Jornal O Popular.
Sobre a situação do funcionalismo público, Cristiane ressalta que não falta diálogo. “Eu não entendo as reclamações que estão sendo feitas, porque nós explicamos no início do ano, na reunião com os 43 sindicatos que íamos pagar em oito prestações aí pediram em seis, fizemos as contas e esse é o máximo estourando que eu nem sei se a gente vai conseguir pagar, mas vamos tentar fazer isso com um forte combate à sonegação para atrair mais receita. Então, fizemos em seis melhorando essa negociação. Em março, nós já pagamos 55% do funcionalismo público em que a grande maioria são os professores. Estamos dando conta dentro das nossas possibilidades”, disse.
De acordo com a secretária o déficit estrutural e conjuntural do Estado é de R$6 bilhões nesse ano. “Nosso orçamento foi aprovado com déficit de 30%, então a nossa despesa está a 30% a mais do que a gente pode pagar”.
Próximo de completar 100 dias de governo Caiado, a secretária afirma que ainda não é possível dizer que o Estado superou a crise fiscal. “Ainda não, tivemos algumas evoluções mas infelizmente ainda não. Temos esse ano para poder recuperar, começando pela folha de pagamento de dezembro de 2018, que iniciamos agora em março e será feito em seis parcelas. Então, só no final do ano que nós vamos conseguir se reorganizar com as contas do dia a dia”, explicou.
Cristiane ainda disse que os problemas do Estado tem duas causas principais: estrutural e conjuntural. “Temos a estrutural que vamos colocar a previdência, que ela trás um déficit crescente exponencial, R$ 2,5 bilhões ao ano por conta da previdência em 2018. Ao mês, isso quer dizer R$ 200 milhões e se não cuidar disso agora, daqui a oito anos eu vou ter algo terrível, por isso a Reforma da Previdência Federal é importante e cada estado vai fazer a sua”, relata.
Segundo a secretária outro problema estrutural é referente a folha de pagamento dos ativos. “Ao ano a gente tem 20 bilhões e desse valor temos 84,5% que diz respeito à folha de pagamento de todo o executivo, legislativo e judiciário. Quando a gente olha o Estado completo na lei da responsabilidade fiscal e a gente coloca aí também as empresas estatais e se não tivesse a emenda constitucional 55, que retira da despesa pensionistas, por exemplo. Já havia um alarme de que as coisas não iam bem. A gente precisa dar condições para melhorar a distribuição de renda, mas se a gente não tem dinheiro a gente não consegue. O outro problema é conjuntural, além do estrutural que tem a previdência, a folha de pagamento de ativos e a ação de benefícios concedidos”, completa.
A secretária de Economia de Goiás, Cristiane Schmidt, traçou um cenário de muitas dificuldades para o governo goiano cumprir o parcelamento do salário de dezembro para 45% do restante dos servidores públicos estaduais. Além disso, revelou que não entende a reivindicação da greve dos professores, em entrevista a Jackson Abrão, no Jornal O Popular.
Sobre a situação do funcionalismo público, Cristiane ressalta que não falta diálogo. “Eu não entendo as reclamações que estão sendo feitas, porque nós explicamos no início do ano, na reunião com os 43 sindicatos que íamos pagar em oito prestações aí pediram em seis, fizemos as contas e esse é o máximo estourando que eu nem sei se a gente vai conseguir pagar, mas vamos tentar fazer isso com um forte combate à sonegação para atrair mais receita. Então, fizemos em seis melhorando essa negociação. Em março, nós já pagamos 55% do funcionalismo público em que a grande maioria são os professores. Estamos dando conta dentro das nossas possibilidades”, disse.
De acordo com a secretária o déficit estrutural e conjuntural do Estado é de R$6 bilhões nesse ano. “Nosso orçamento foi aprovado com déficit de 30%, então a nossa despesa está a 30% a mais do que a gente pode pagar”.
Próximo de completar 100 dias de governo Caiado, a secretária afirma que ainda não é possível dizer que o Estado superou a crise fiscal. “Ainda não, tivemos algumas evoluções mas infelizmente ainda não. Temos esse ano para poder recuperar, começando pela folha de pagamento de dezembro de 2018, que iniciamos agora em março e será feito em seis parcelas. Então, só no final do ano que nós vamos conseguir se reorganizar com as contas do dia a dia”, explicou.
Cristiane ainda disse que os problemas do Estado tem duas causas principais: estrutural e conjuntural. “Temos a estrutural que vamos colocar a previdência, que ela trás um déficit crescente exponencial, R$ 2,5 bilhões ao ano por conta da previdência em 2018. Ao mês, isso quer dizer R$ 200 milhões e se não cuidar disso agora, daqui a oito anos eu vou ter algo terrível, por isso a Reforma da Previdência Federal é importante e cada estado vai fazer a sua”, relata.
Segundo a secretária outro problema estrutural é referente a folha de pagamento dos ativos. “Ao ano a gente tem 20 bilhões e desse valor temos 84,5% que diz respeito à folha de pagamento de todo o executivo, legislativo e judiciário. Quando a gente olha o Estado completo na lei da responsabilidade fiscal e a gente coloca aí também as empresas estatais e se não tivesse a emenda constitucional 55, que retira da despesa pensionistas, por exemplo. Já havia um alarme de que as coisas não iam bem. A gente precisa dar condições para melhorar a distribuição de renda, mas se a gente não tem dinheiro a gente não consegue. O outro problema é conjuntural, além do estrutural que tem a previdência, a folha de pagamento de ativos e a ação de benefícios concedidos”, completa.
Casa abandona na Rua Coronel Pirineus, no bairro São João, bem próxima a um berçário com crianças de 0 à 3 anos de idade. Foto: Internauta/Reprodução
A casa da foto acima está localizada na Rua Coronel Pirineus, Bairro São, abaixo da Santa Casa de Misericórdia. Abandonada pelo proprietário, a residência fica ao lado de um berçário repleta de crianças de 0 à 3 anos de idade, das quais, os pais estão preocupados com possibilidades de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da dengue.
O problema de casas, construções e lotes em desleixo se estende praticamente em todos os setores da cidade de Catalão, o que traz desconforto e preocupação, principalmente com a elevação dos casos de dengue em nossa cidade, fato comprovado por dados recém divulgados pele Secretaria Estadual de Saúde (SES).
A Prefeitura de Catalão no ano passado, disse que faria valer o Código de Postura do Município e, executaria a limpeza destes lotes em situação de abandono, enviado a cobranças aos seus proprietários, embutindo os serviços no IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano). Porém, a quantidade de lotes sujos na cidade ainda é muito, principalmente nos bairros mais afastados da região central.
O Blog do Badiinho tentou contato com o chefe de endemias do município de Catalão, Giovane Franco, para sabermos se foi feito um trabalho de fiscalização na referida casa próximo ao berçário do bairro São João, e também para sabermos como vêm sendo feito as vistorias nestas edificações abandonadas, as quais estão trancadas e são de difícil acesso aos agentes de saúde, porém nossa ligação não foi atendida e nem retornada até a publicação da matéria.
O Código de Postura e o Plano Diretor prevê normas para tentar impedir abandonos de veículos, lotes e construções, principalmente no caso dos lotes, que na maioria das vezes são abandonados pelos chamados especuladores imobiliários, ou seja, aquele que compra barato e espera a valorização para revendê-lo.
Casa abandona na Rua Coronel Pirineus, no bairro São João, bem próxima a um berçário com crianças de 0 à 3 anos de idade. Foto: Internauta/Reprodução
A casa da foto acima está localizada na Rua Coronel Pirineus, Bairro São, abaixo da Santa Casa de Misericórdia. Abandonada pelo proprietário, a residência fica ao lado de um berçário repleta de crianças de 0 à 3 anos de idade, das quais, os pais estão preocupados com possibilidades de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da dengue.
O problema de casas, construções e lotes em desleixo se estende praticamente em todos os setores da cidade de Catalão, o que traz desconforto e preocupação, principalmente com a elevação dos casos de dengue em nossa cidade, fato comprovado por dados recém divulgados pele Secretaria Estadual de Saúde (SES).
A Prefeitura de Catalão no ano passado, disse que faria valer o Código de Postura do Município e, executaria a limpeza destes lotes em situação de abandono, enviado a cobranças aos seus proprietários, embutindo os serviços no IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano). Porém, a quantidade de lotes sujos na cidade ainda é muito, principalmente nos bairros mais afastados da região central.
O Blog do Badiinho tentou contato com o chefe de endemias do município de Catalão, Giovane Franco, para sabermos se foi feito um trabalho de fiscalização na referida casa próximo ao berçário do bairro São João, e também para sabermos como vêm sendo feito as vistorias nestas edificações abandonadas, as quais estão trancadas e são de difícil acesso aos agentes de saúde, porém nossa ligação não foi atendida e nem retornada até a publicação da matéria.
O Código de Postura e o Plano Diretor prevê normas para tentar impedir abandonos de veículos, lotes e construções, principalmente no caso dos lotes, que na maioria das vezes são abandonados pelos chamados especuladores imobiliários, ou seja, aquele que compra barato e espera a valorização para revendê-lo.
Barragem de rejeitos da Mosaic Fertilizantes está interditada pela Agência Nacional de Mineração (ANM). Empresa mineradora extrai fosfato no município de Catalão-GO. Foto: TV Anhanguera/Reprodução
A Agência Nacional de Mineração (ANM), determinou a interdição de 50 barragens de rejeitos em todo o Brasil, e uma dessas barragens está em Catalão, a qual pertence a mineradora Mosaic Fertilizantes, empresa responsável pela extração de fosfato. Segundo a ANM, com a interdição, essas empresas estão impedidas de jogar rejeitos nestas barragens.
Segundo matéria do Jornal Anhanguera de Catalão, exibida na última sexta (05/04), a ANM solicitou da Mosaic Fertilizantes a apresentação de um laudo técnico, chamado de Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) da barragem, o que deveria ter acontecido no dia 31 de março, o que não aconteceu, ou seja, a empresa não entregou o laudo, e diante da falta de informações técnicas para a ANM, foi determinado que todo o serviço de despejo de rejeitos na barragem fossem paralisados.
A equipe de TV procurou a empresa Mosaic, a qual disse que a barragem está funcionando normalmente, e que foi solicitado um prazo para a ANM para que eles possas enviar o laudo técnico até o dia 30 de abril.
Apesar o pedido de um novo prazo, a Agência Nacional de Mineração (ANM) reforçou que independentemente de qualquer solicitação, as barragens não devem estar operando, ou seja, em caso de descumprimento, estará fora das legislações.
O grande problema é a falta de fiscais de órgãos de fiscalizações para verificar se as barragens estão operando ou não. Assista a reportagem abaixo:
Represa de rejeitos da mesma empresa rompeu em 2004
Lembrando que em 2004, uma barragem da mesma empresa mineradora de Catalão, que na época pertencia a Vale Fertilizantes, se rompeu e causou danos a fauna, flora e para alguns sitiantes das proximidades. Relembre o caso:
Barragem de rejeitos da Mosaic Fertilizantes está interditada pela Agência Nacional de Mineração (ANM). Empresa mineradora extrai fosfato no município de Catalão-GO. Foto: TV Anhanguera/Reprodução
A Agência Nacional de Mineração (ANM), determinou a interdição de 50 barragens de rejeitos em todo o Brasil, e uma dessas barragens está em Catalão, a qual pertence a mineradora Mosaic Fertilizantes, empresa responsável pela extração de fosfato. Segundo a ANM, com a interdição, essas empresas estão impedidas de jogar rejeitos nestas barragens.
Segundo matéria do Jornal Anhanguera de Catalão, exibida na última sexta (05/04), a ANM solicitou da Mosaic Fertilizantes a apresentação de um laudo técnico, chamado de Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) da barragem, o que deveria ter acontecido no dia 31 de março, o que não aconteceu, ou seja, a empresa não entregou o laudo, e diante da falta de informações técnicas para a ANM, foi determinado que todo o serviço de despejo de rejeitos na barragem fossem paralisados.
A equipe de TV procurou a empresa Mosaic, a qual disse que a barragem está funcionando normalmente, e que foi solicitado um prazo para a ANM para que eles possas enviar o laudo técnico até o dia 30 de abril.
Apesar o pedido de um novo prazo, a Agência Nacional de Mineração (ANM) reforçou que independentemente de qualquer solicitação, as barragens não devem estar operando, ou seja, em caso de descumprimento, estará fora das legislações.
O grande problema é a falta de fiscais de órgãos de fiscalizações para verificar se as barragens estão operando ou não. Assista a reportagem abaixo:
Represa de rejeitos da mesma empresa rompeu em 2004
Lembrando que em 2004, uma barragem da mesma empresa mineradora de Catalão, que na época pertencia a Vale Fertilizantes, se rompeu e causou danos a fauna, flora e para alguns sitiantes das proximidades. Relembre o caso: