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Mobilidade e estacionamento em Catalão são os desafios do futuro prefeito

Imóveis recuados na Avenida 20 de agosto, no centro de Catalão. Foto: Badiinho Moisés

O futuro prefeito de Catalão enfrentará uma tarefa premente: a reorganização do trânsito e a implementação de novas tecnologias para melhorar a mobilidade urbana. Entre as queixas expressas por muitos comerciantes, especialmente aqueles que ergueram edifícios recentes, está a frustração em relação às exigências do Plano Diretor. Embora tenham se comprometido a recuar suas construções para criar espaço para estacionamento, reclamam que esses espaços não podem ser exclusivos. Isso significa que, apesar dos altos custos e da perda significativa de espaço em seus terrenos, não podem oferecer estacionamento exclusivo para seus clientes ou inquilinos.

Procurado pelo Badiinho, o secretário de obras do município, Leonardo Martins, esclareceu que a exigência de afastamento frontal foi alterada pela Lei 4.026/2022. Agora, essa obrigação recai apenas sobre novos parcelamentos de solo, como loteamentos aprovados após a promulgação dessa lei. A intenção é preservar o alinhamento das fachadas entre os edifícios recuados e os que estão alinhados. No entanto, novas edificações, mesmo em áreas urbanas consolidadas, precisam apresentar soluções para vagas de estacionamento quando exigido.

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Além disso, as diretrizes para as vagas de estacionamento estão estipuladas na tabela do anexo 1 da Lei 3.613/2018, o Código de Obras do município.

Ao consultar a Superintendência Municipal de Trânsito de Catalão (SMTC), o coordenador do órgão, Cleiber Antônio da Costa, explicou que existem dois entendimentos em relação à legislação de trânsito. Um deles sugere que quando um proprietário rebaixa a fachada de seu imóvel e transforma um estacionamento público em privado, todos podem utilizar aquele espaço, pois houve uma supressão do estacionamento público. Por outro lado, há quem defenda que, ao recuar a fachada, apenas a entrada e a saída podem ser privadas, mas não todo o espaço.

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Costa ressaltou a necessidade de repensar esse paradigma, alertando para a possibilidade de escassez de estacionamento se todos os comerciantes rebaixarem suas fachadas.

É evidente que enfrentaremos diversos desafios para melhorar a fluidez do trânsito e a mobilidade em Catalão.

 

Escrito e publicado por: Badiinho Moisés 

Badiinho Moisés
Badiinho Moisés
Blogueiro há 15 anos, proprietário da empresa Badiinho Publicidades, e também repórter de rádio e televisão na emissora Cultura FM 101,1, em Catalão-GO.

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