21 de outubro de 2021

Governo de Goiás paga Auxílio-Aprimoramento no valor de R$ 500 e reajuste de salário para professores e servidores administrativos da Educação na folha de outubro

Iniciativa faz parte do fortalecimento da política de valorização profissional executada desde 2019 pelo Executivo estadual. Percentual de correção é de 4,52% para educadores P1, P2, do quadro transitório e com contratos temporários. Para P3, P4 e servidores administrativos, efetivos ou com contratos, índice será de 7,20%. Governador Ronaldo Caiado faz agradecimento especial a “time que revolucionou” ensino público no Estado.

O aumento salarial também será concedido aos inativos, aposentados e pensionistas da Educação. Os índices seguirão os mesmos critérios adotados no cálculo dos vencimentos dos servidores na ativa. Foto: Reprodução/Secom-Governo de Goiás

O Governo de Goiás pagará, na folha de outubro, a professores e servidores administrativos da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), o Auxílio-Aprimoramento, no valor de R$ 500, e o reajuste de 4,52% para professores P1, P2, do quadro transitório e com contratos temporários e de 7,20% para professores P3, P4 e servidores administrativos, efetivos ou com contratos.

Por determinação do governador Ronaldo Caiado, o aumento salarial também será concedido aos inativos, aposentados e pensionistas da Educação. Os índices seguirão os mesmos critérios adotados no cálculo dos vencimentos dos servidores na ativa. Nessa categoria, receberão o reajuste 34.860 servidores.

A iniciativa do Governo de Goiás, de acordo com Caiado, é uma forma de reconhecer o trabalho de professores e administrativos que, desde o início da pandemia da Covid-19, têm se esforçado para manter os bons resultados educacionais da rede pública estadual. “É um time ao qual eu agradeço todo dia porque revolucionou a Educação no Estado de Goiás”, destacou o governador.

O reajuste de professores e servidores administrativos está previsto na Lei estadual nº 21.085, de 13 de setembro de 2021. A proposta enviada pela Governadoria à Assembleia Legislativa de Goiás, por meio do projeto de lei nº 6963/21, foi aprovada em 09 de setembro deste ano.

De acordo com a Secretaria de Estado da Administração (Sead), o reajuste salarial acarretará um impacto financeiro anual da ordem de R$ 70.071.362,73. Por mês, o impacto será de R$ 23.357.120,91, a partir de outubro de 2021. Já para 2022 e 2023, a estimativa de impacto nos cofres estaduais será de R$ 280.285.450,90.

 

Diferenças nos índices

A secretária de Educação, Fátima Gavioli, explicou que a diferença entre os percentuais de correção [de 4,52% para professores P1 e P2 e de 7,20% para professores P3 e P4] se justifica em função da correção salarial que já havia sido realizada em dezembro do ano passado para professores P1 e P2, do Quadro Permanente, e de professor assistente (PAA, PAB, PAC e PAD, do Quadro Transitório).

O índice do reajuste, à época, foi de 12,84%. Ao todo, 9.836 profissionais da Educação, entre ativos e inativos, foram beneficiados com a medida. Seguindo a determinação do governador Ronaldo Caiado, a atualização dos vencimentos foi retroativa a 2020, sendo que os valores referentes ao período de 1º de janeiro de 2020 a 31 de dezembro de 2020 foram pagos em única parcela.

Valorização

O reajuste salarial para professores e servidores administrativos da Secretaria de Educação do Estado foi anunciado pelo governador Ronaldo Caiado e pela secretária Fátima Gavioli no dia 17 de agosto deste ano, durante entrevista à Rádio CBN Goiânia.

A medida faz parte da política de valorização profissional que vem sendo executada desde 2019 e que inclui também o pagamento de bônus, ajuda de custo e, mais recentemente, a criação do Auxílio-Aprimoramento Continuado.