Esclarecendo a entrevista, o prefeito de Catalão, Velomar Rios, separou dois episódios recentes na saúde do município. De um lado, a morte de uma criança de dois anos. De outro, um tumulto em uma unidade de atendimento. Segundo ele, os casos são distintos e não têm ligação.
Caso da criança segue sob investigação
Primeiramente, Velomar lamentou a morte do menino. Segundo ele, a criança chegou em estado grave. Em seguida, a equipe realizou o atendimento e regulou uma vaga em UTI pediátrica.
Logo depois, a equipe transferiu o paciente para Itumbiara. No entanto, a criança não resistiu.
Além disso, o prefeito determinou a abertura de uma sindicância. A comissão já iniciou os trabalhos. Por isso, ele evitou antecipar qualquer julgamento.
“Existe um relato aqui, outro ali. Mas a verdade vai aparecer com a apuração”, afirmou.
Tumulto ocorreu em outro momento
Na sequência, Velomar explicou o episódio de confusão em uma unidade de saúde. Segundo ele, o caso aconteceu em outro momento. Portanto, não tem relação com a morte da criança.
De acordo com o prefeito, pessoas saíram de cidades vizinhas e foram até Catalão. No local, essas pessoas provocaram desordem durante o atendimento.
“Nós acolhemos a região com respeito. Mas não vamos aceitar tumulto dentro de unidade de saúde”, disse.
Atendimento seguia dentro do protocolo
Além disso, Velomar detalhou o que acontecia no momento da confusão. Segundo ele, uma criança recebia atendimento normalmente. Ao mesmo tempo, a equipe aguardava o resultado de uma tomografia.
Por isso, o prefeito destacou que o atendimento exige tempo. Além disso, ele reforçou que os profissionais seguem protocolos médicos.
“A criança estava sendo atendida. Saúde funciona com tempo e protocolo”, explicou.
Prefeito critica veículo de comunicação
Em seguida, Velomar criticou veículo de comunicação. Segundo ele, alguns tentaram explorar o episódio de forma política.
Além disso, o prefeito afirmou que determinado meio, por não receber recursos da prefeitura, passou a atacar a gestão.
“Tem gente tentando criar problema porque não recebe recurso. Isso é inadmissível”, declarou.
Denúncia será levada ao Ministério Público
Diante da situação, Velomar afirmou que vai agir. Por isso, ele anunciou que pretende formalizar denúncia no Ministério Público.
Além disso, ele disse que os responsáveis pelo tumulto e pela divulgação de informações distorcidas deverão responder.
“Nós vamos denunciar. Quem fez isso vai ter que se explicar”, afirmou.
PAI mantém alto volume de atendimentos
Por fim, o prefeito defendeu o funcionamento do Pronto Atendimento Infantil (PAI). Segundo ele, a unidade atende cerca de 130 crianças por dia.
Assim, o número chega a aproximadamente 4 mil atendimentos por mês. Mesmo assim, ele reconheceu que situações pontuais podem ocorrer.
No entanto, ele reforçou que não se pode generalizar.
Casos distintos
Para encerrar, Velomar voltou a separar os episódios. De um lado, o caso da criança segue sob investigação. De outro, o tumulto ocorreu em outro momento.
Portanto, segundo ele, não existe relação entre as duas situações.

