Luiz Paulo Ribeiro Pinto, de 39 anos, natural de Uberlândia (MG), morreu na manhã desta quinta-feira (6) após trocar tiros com equipes da Polícia Militar de Goiás (PMGO). Segundo a corporação, ele estava foragido da Justiça e era investigado por participação em roubos a instituições financeiras e por integrar organização criminosa.
A operação mobilizou equipes do 9º Comando Regional da Polícia Militar (9º CRPM), da 8ª Companhia Independente de Polícia Militar/Companhia de Policiamento Especializado (8ª CIPM/CPE), do 18º Batalhão da Polícia Militar (18º BPM), da Força Tática do 18º BPM e da Assessoria de Relações Institucionais (ARI) do 9º CRPM.
Inteligência localizou o suspeito
De acordo com a Polícia Militar, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado/Unidade de Investigação e Inteligência (GAECO/UDI) e o serviço de inteligência do 9º CRPM compartilharam informações que permitiram localizar o suspeito.
Assim, as equipes iniciaram a abordagem. No entanto, conforme o relato da corporação, Luiz Paulo reagiu e atirou contra os policiais. Diante da agressão, os militares revidaram, dando início ao confronto.
Suspeito chegou a ser socorrido
Depois que os disparos cessaram, os policiais encontraram Luiz Paulo ferido. Em seguida, a equipe prestou os primeiros socorros e o encaminhou para o pronto socorro da Santa Casa de Catalão. Porém, apesar do atendimento médico, ele não resistiu aos ferimentos e morreu.
Além disso, os policiais apreenderam uma arma de fogo que, segundo a PM, o suspeito utilizou durante o confronto. Assim, a corporação encaminhou o armamento à autoridade competente para os procedimentos legais.
Histórico criminal
Segundo a Polícia Militar, Luiz Paulo Ribeiro Pinto possuía antecedentes e era investigado por envolvimento nos seguintes crimes:
- Roubo a instituição financeira;
- Explosão de caixa eletrônico;
- Porte ilegal de arma de fogo;
- Receptação;
- Organização criminosa;
- Roubo de maquinário agrícola.
Por fim, a Polícia Militar registrou a ocorrência, e as autoridades darão sequência aos procedimentos legais. A ação contou com o apoio de equipes especializadas da PMGO, além de informações fornecidas pelo GAECO/UDI e pelo serviço de inteligência do 9º Comando Regional da Polícia Militar.





