A Prefeitura de Catalão, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, emitiu um alerta preventivo à população após a confirmação do segundo caso de sarampo no Brasil em 2026.
O novo registro foi confirmado pelo Ministério da Saúde no Rio de Janeiro. Diante disso, o caso acende o sinal de alerta para municípios de todo o país, principalmente por causa da alta capacidade de contágio do vírus.
Doença grave e risco de reintrodução
O sarampo é uma doença infecciosa grave, que pode evoluir para complicações severas, como pneumonia e encefalite. Em alguns casos, pode levar à morte, especialmente entre crianças pequenas e adultos não imunizados.
Em Catalão, a Vigilância em Saúde demonstra preocupação, devido à queda na cobertura vacinal nos últimos anos. Como consequência, a população fica mais vulnerável à reintrodução do vírus.
Esquema vacinal obrigatório
A única forma de prevenção é a vacina tríplice viral. Por isso, a Secretaria de Saúde reforça a importância de manter o esquema vacinal completo, conforme a idade:
- Crianças: primeira dose aos 12 meses e segunda aos 15 meses;
- Pessoas de 1 a 29 anos: devem comprovar, no mínimo, duas doses;
- Adultos de 30 a 59 anos: devem comprovar ao menos uma dose.
Onde se vacinar em Catalão
A recomendação é que todos os moradores que não foram vacinados ou que estão com o esquema incompleto procurem imediatamente um dos postos de atendimento para avaliação técnica.
Os locais disponíveis são:
- Unidades Básicas de Saúde (UBS);
- Sala de Imunização (Avenida 20 de Agosto, ao lado do SAMU);
- Centro Integrado de Pediatria Silvania Maria Mesquita.
Além disso, quem perdeu o cartão de vacina não deve se preocupar. Nesse caso, basta procurar uma unidade de saúde para iniciar ou completar o esquema conforme a faixa etária.
Sintomas e quando procurar atendimento
Os principais sintomas do sarampo incluem febre alta, tosse, coriza, olhos vermelhos e manchas avermelhadas que começam no rosto e se espalham pelo corpo.
Ao apresentar esses sinais, a orientação é procurar imediatamente uma unidade de saúde. Ao mesmo tempo, é fundamental evitar contato com outras pessoas para interromper a transmissão.
Vacinação é proteção coletiva
Segundo a equipe técnica da Secretaria de Saúde, a vacinação vai além da proteção individual.
“A proteção individual é, acima de tudo, um cuidado coletivo. Ao vacinar nossos filhos e manter nossa caderneta em dia, criamos uma barreira para que o sarampo não chegue à cidade e não atinja os mais vulneráveis.”

