O PDT aprovou, nesta sexta-feira (6), a entrada em uma federação partidária com Avante, PRD e Solidariedade. A composição ainda depende da análise do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para obter reconhecimento formal.
Caso a Justiça Eleitoral confirme a união, o grupo reunirá cinco vereadores na Câmara Municipal de Goiânia: Thialu Guiotti, Ronilson Reis, Léo José, Markim Goyá e Juarez Lopes, representante do PDT.
Em Anápolis, a federação contará com quatro parlamentares: Andreia Rezende e Leitão do Sindicato, do Avante; Capitã Elizete, do PRD; e Domingos Paula, do PDT.
Na Assembleia Legislativa de Goiás, a entrada do PDT não ampliará a bancada do grupo, já que a sigla não elegeu deputados estaduais. O PRD conquistou três cadeiras, enquanto o Solidariedade elegeu um representante. Na Câmara dos Deputados, Lucas Calil (PRD) permanece como único nome do bloco por Goiás.
Durante a reunião, o PDT também decidiu trabalhar pela adesão do PSB à Federação Renovação Solidária. As duas legendas negociavam uma união desde o ano passado, mas interromperam as conversas durante o período eleitoral. O diálogo voltou após os trabalhistas não atingirem a cláusula de barreira.
Com uma eventual entrada do PSB, o grupo passaria a reunir seis vereadores em Goiânia, com a participação de Aava Santiago. Além disso, ganharia o reforço de Rubens Marques, eleito deputado estadual pela sigla.
As federações exigem que os partidos integrantes atuem juntos por, no mínimo, quatro anos. Nesse período, a atuação conjunta abrange as eleições e a organização partidária.

