“Camila Campos (PSOL), Adib Elias (PMDB) e Jardel Sebba (PSDB) terão nomes confirmados em convenções partidárias para disputa da prefeitura de Catalão”
Os partidos políticos de Catalão que participaram das eleições municipais deste ano começam já no próximo dia 25 de julho a realizar as suas convenções, as quais irão definir os nomes dos candidatos a prefeitos e vereadores.
PSOL
O primeiro partido a realizar a convenção será o PSOL, que marcou o evento para a próxima segunda-feira (25), às 19h no auditório da Câmara Municipal de Catalão, para que sejam confirmados os nomes de Camila Campos, professora efetiva da Universidade Federal de Goiás (UFG) como candidato a prefeita, Valdivino Nunes, moto-taxista e estudante do curso de história, como candidato a vice-prefeito, além dos nomes dos candidatos a vereadores.
PSDB
O segundo partido com data marcada é o PSDB, que acontece no dia 31 de julho, às 10hrs da manhã da sede da ACIC/CDL. No evento deverá ser confirmado o nome de Jardel Sebba a reeleição e do empresário Luciano Rodrigues (Tampa) para vice, além da confirmação dos nomes que disputarão ao legislativo no ninho tucano.
PROS
Outo partido que definiu data para a convenção foi o PROS, que apresenta forte chapa de vereadores e deverá fechar coligação com outros dois partidos, as três agremiações partidárias trabalham juntos para elegerem um número significativo de cadeiras no legislativo Catalano. A data da convenção será no dia 03 de agosto em local ainda não definido.
PMDB
O PMDB de Catalão que deverá confirmar o nome do deputado Adib Elias como candidato a prefeito, o médico João Sebba como candidato a vice, os nomes dos candidatos a vereadores dos 15 partidos que estarão na chapa peemedebista em evento marcado para o dia 05 agosto, no diretório do partido em frente ao Largo do Rosário.
Polícia Militar em Catalão realiza a prisão de um cidadão que teria cometido, em tese, crime de trânsito na noite da última quinta-feira, 14. O homem de 51 anos idade, após atropelar um homem de 40 anos e que era deficiente mental, fugiu do local sem prestar socorro a vítima.
A vítima, Cláudio Júnior (Patrola), muito conhecida na Região de Catalão infelizmente, teria falecido pela gravidade da lesão em sua cabeça por decorrência do atropelamento.
A descoberta do autor se deu após diversas diligências realizadas pelos policiais militares que o localizaram no início da tarde de ontem, 21, trabalhando em uma empresa de Catalão. O veículo do autor, envolvido no acidente de trânsito, foi localizado no bairro Ipanema, na residência de um de seus amigos.
O homem e o veículo foram conduzidos até a 1ª Delegacia de Polícia, os quais ficaram a disposição das autoridades competentes.
O Sindicato Rural de Catalão informa que a venda de ingressos individuais do evento já está liberada e alerta o público para alguns quesitos.
Para aquisição de ingressos pagando ‘meia entrada’ iremos cumprir o que a legislação determina, ou seja, 40% do total dos ingressos são destinados para este grupo.
Para os portadores de deficiência a entrada é gratuita desde que apresente carteirinha da Associação das Pessoas Portadoras de Deficiência de Catalão, ASPEDEC. Este público em específico que necessita de um acompanhante o mesmo irá pagar a ‘meia entrada’, ou seja, 50% do valor do ingresso e quem possui necessidade especial e não é associado a ASPEDEC irá pagar também metade do valor.
Na entrada do Parque de Exposições durante todos os dias as pessoas serão revistadas e muitos que tem a tradição de carregar canivetes não poderão adentrar com este instrumento por medidas de segurança. Bebidas alcoólicas não têm venda permitida para menores de 18 anos. O Conselho Tutelar irá fiscalizar esta ação.
A venda de passaportes será somente até o dia 25 de julho e a retirada deste, com apresentação do vale, será no dia 26 entre as 8 às 18 horas no Parque de Exposições Waldivino Duarte.
Os ingressos serão vendidos no Ponto de Vendas na Praça Getúlio Vargas, no centro, nas Óticas Diniz e Disk Bebidas. Na bilheteria serão comercializados entre 16 às 24 horas durante os dias de festa.
Os valores são:
Dia 27/07 – Chitãozinho e Xororó – R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia
Dia 28/07- Matheus e Kauan – R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia
Dia 29/07 – Gusttavo Lima – R$ 60,00 inteira e R$ 30,00 meia
Dia 30/07 – Guilherme e Santiago – R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia
Uma mulher de 53 anos e a neta dela, de oito anos, morreram na terça-feira (19), após serem atropeladas em uma estrada de terra às margens da GO-330, em Ipameri.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a dona de casa Vilma Donizete Correia e as netas Luana de Oliveira e Graciele Soares, de 10 anos, voltavam de uma festa em uma chácara quando foram atingidas por um carro.
Os bombeiros informaram ainda que a motorista do veículo, que não se feriu, ficou no local do acidente até que as vítimas fossem socorridas e depois foi liberada. Vilma e Luana morreram a caminho do hospital. Já Graciele sobreviveu e está internada em estado regular no Hospital de Urgências Governador Otávio Lage (Hugol), em Goiânia.
Testemunhas disseram que a motorista do carro teria perdido o controle do veículo em uma curva relativamente fechada. A Polícia Civil investiga o caso.
“Dr. José Roberto (OAB), Dr. Paulo Pimenta (TRT/GO) e juiz do Trabalho de Catalão, Dr. Armando Bianki”
O juiz do Trabalho de Catalão, Armando Bianki, o desembargador do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Paulo Pimenta e o presidente da Ordens dos Advogados do Brasil (OAB) de Catalão, José Roberto Campos, reuniram a imprensa, representantes de sindicatos e advogados para falar do corte nas despesas para Tribunais. O corte é de 30% para custeio, como despesas básicas: energia, água, telefone, internet.
O movimento é para que o Governo reveja o repasse, complemente o que é necessário para que a Justiça funcione até o final do ano e reveja os valores para o ano de 2017. Caso contrário, disse o juiz, os Tribunais assim como a Vara do Trabalho de Catalão fecharão as portas dia 15 de outubro. “A vara do Trabalho resolve conflitos de trabalho de 130 mil pessoas de 8 cidade que gravitam em Catalão e não terão mais a quem recorrer”, disse o juiz, completando que a Vara do Trabalho seguirá o movimento que acontecerá no dia 21 de agosto como forma de pressionar o governo Federal para reverter a situação. Como será o movimento e o horário ainda serão definidos. Ele lembrou que quatro servidores da unidade foram demitidos por conta da redução nas despesas. Segundo o desembargador, Paulo Pimenta, a falta de dinheiro afetará setores de limpeza, saúde (ginástica laboral) e segurança. ”É importante que a sociedade seja mobilizada para uma recomposição imediata. É importante preparar o orçamento de 2017 para que isso não aconteça novamente”, disse Pimenta, completando que o Tribunal do Trabalho em Goiás necessita de R$ 7 milhões para que “funcione de forma precária, mas funcione”.
Paulo Pimenta disse que o corte para as Varas do Trabalho representam 30%, enquanto para outras justiças, foi de 15% ao longo de 2016. O presidente da OAB, José Roberto fez o convite aos advogados para que participem do movimento do dia 21. “Vamos reunir os 300 advogados que tem aqui”, disse ele aos colegas.
Após requerimento feito pela Promotoria Eleitoral do Ministério Público de Catalão, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da 8ª Zona, está promovendo conferencias em transferências de títulos para os municípios de Davinópolis, Ouvidor e Três Ranchos. .
O processo de conferência já está em fase final, sendo que já publicado o edital para que os eleitores que estão sob judice comparecessem ao Cartório Eleitoral para apresentarem as suas documentações, o processo já foi arremetido novamente para o Ministério Público para que o órgão possa se manifestar, e o último passo será a decisão do Juiz Eleitoral, Dr. Marcus Vinícius Ayres Barreto, sendo que aqueles eleitores que não comprovarem sua documentação perante a Justiça Eleitoral, terão os seus títulos cancelados e ficarão impossibilitados de participarem das eleições deste ano.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, decidiu na tarde desta terça-feira derrubar a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que manteve o aplicativo bloqueado desde as 14h.
Na decisão, Lewandowski analisou ação impetrada pelo PPS (Partido Popular Socialista), que recorreu ao Supremo para que fosse suspensa imediatamente a ordem judicial da 2ª Vara Criminal da Comarca de Duque de Caxias, do Rio de Janeiro.
Na ação, o partido argumenta que a decisão fere a liberdade de expressão e a liberdade de manifestação.
Nesta terça, empresas de telefonia receberam uma notificação para bloquear o aplicativo depois que o Facebook, empresa proprietária do WhatsApp, se recusar a cumprir uma decisão judicial e fornecer informações para uma investigação policial.
Para o presidente do Supremo, o bloqueio foi uma medida desproporcional porque o WhatsApp é usado de forma abrangente, inclusive para intimações judiciais, e fere a segurança jurídica.
Justificativa do Facebook
Segundo a juíza Daniela Barbosa, da Justiça do Rio, o Facebook, empresa proprietária do WhatsApp, foi notificado três vezes para interceptar mensagens que seriam usadas em uma investigação policial em Caxias, na Baixada Fluminense.
A juíza acrescentou que a empresa respondeu através de e-mail, com perguntas em inglês, “como se esta fosse a língua oficial deste país” e tratou o Brasil “como uma republiqueta”. O Whatsapp diz não cumprir a decisão “por impossibilidades técnicas”.
Segundo a decisão, o que se pede é “a desabilitação da chave de criptografia, com a interceptação do fluxo de dados, com o desvio em tempo real em uma das formas sugeridas pelo MP, além do encaminhamento das mensagens já recebidas pelo usuário (…) antes de implementada a criptografia.”
O bloqueio anterior do Whatsapp foi em maio de 2016. Outro bloqueio aconteceu em dezembro de 2015, quando a Justiça de São Paulo ordenou que as empresas impedissem a conexão por 48 horas em represália ao WhatsApp ter se recusado a colaborar com uma investigação criminal. O aplicativo ficou inacessível por 12 horas e voltou a funcionar por decisão do Tribunal de Justiça de SP.
O diretor executivo do WhatsApp, Jan Koum, disse hoje (19), em seu perfil no Facebook, que a empresa está trabalhando para restabelecer o serviço no Brasil. Ele reclamou da decisão judicial que tirou o aplicativo do ar no início da tarde de hoje.
“É chocante que menos de dois meses depois que o povo brasileiro e legisladores rejeitaram o bloqueio dos serviços como WhatsApp, a história se repete. Como antes, milhões de pessoas são desconectadas de amigos, entes queridos, clientes e colegas hoje, simplesmente porque estamos sendo questionados por informações que não temos”, disse.
Em nota, o WhatsApp disse que considera a determinação judicial uma ameaça à capacidade das pessoas de se comunicarem e diz que espera ver o bloqueio suspenso tão logo seja possível.
O bloqueio do WhatsApp foi determinado hoje (19) pela Justiça do Rio de Janeiro, por meio de uma decisão da juíza Daniella Barbosa Assumpção de Souza, da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias. De acordo com a Justiça, o WhatsApp descumpriu decisão judicial de interceptar mensagens trocadas pelo aplicativo em uma investigação criminal. Essa é a terceira vez que o WhatsApp é suspenso no país.
O bloqueio do Whatsapp também está repercutindo entre os usuários de outras redes sociais. No Twitter, o assunto é o mais comentado no momento no país, com mais de 490 mil tweets. A maioria dos internautas reclama do bloqueio e alguns até fazem piada com a situação. “Vou aproveitar o bloqueio do WhatsApp para visitar minha família que mora na mesma casa que eu”, disse um usuário. “Um país que tem WhatsApp bloqueado todo mês tá mesmo preparado pra sediar uma Olimpíada?”, questionou outra internauta.
Nas redes sociais os internautas também discutem alternativas para a falta do Whatsapp, como o uso de outros aplicativos ou do VPN, uma ferramenta que permite o tráfego de dados por um caminho privativo na web.
A Proteste Associação de Consumidores diz que a suspensão do WhatsApp traz prejuízos inestimáveis ao impedir milhões de brasileiros de utilizar o aplicativo, que hoje desempenha um papel fundamental na comunicação da sociedade. “Trata-se de uma decisão desproporcional, tendo em vista os objetivos do processo penal do qual se originou a ordem do bloqueio”, diz a entidade. A Proteste mantém uma campanha chamada “Não Calem o WhatApp”, que tem 141 mil adesões.
“As empresas de telefonia foram notificadas após o Facebook se recusar a cumprir uma decisão judicial para fornecer informações para uma investigação policial”
A juíza Daniela Barbosa, do Rio de Janeiro, pediu a suspensão do aplicativo de mensagens WhatsApp na manhã desta terça-feira (19). A decisão foi tomada depois do Facebook, responsável pelo aplicativo, se negar a ceder informações e acesso ao conteúdo trocado por usuários para investigações policiais alegando “impossibilidades técnicas”; o argumento para isso é que as mensagens são criptografadas.
As empresas de telefonia foram avisadas sobre o bloqueio, que deve entrar em vigor ainda hoje. A ação pede que o Facebook crie uma tecnologia de chave de criptografia para que a polícia tenha acesso às mensagens de criminosos, que usam o aplicativo, segundo texto da juíza, como “escudo protetivo” na hora de se organizarem.
Essa é a terceira vez – a segunda em 2016 – que o aplicativo é bloqueado no Brasil por não colaborar com a Justiça.
Em maio deste ano, o WhatsApp ficou mais de vinte e quatro horas sem funcionar no Brasil, por causa de uma determinação da Vara Criminal de Lagarto (SE), a pedido da Polícia Federal e do Ministério Público. A ordem foi dada porque o Facebook, dono do Whatsapp, não forneceu à Justiça mensagens relacionadas a uma investigação sobre tráfico de drogas. Anteriormente, o aplicativo já havia sido bloqueado no país por doze horas, em dezembro do ano passado.
Durante a audiência, o superintendente de Planejamento e Regulação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), José Alexandre Bicalho, disse que simplesmente privar todos usuários do uso do aplicativo não parece ser a melhor solução. “Seria o equivalente a, se um juiz determinasse a quebra de sigilo de um telefone celular e o não cumprimento disso resultasse em uma decisão de tirar todos os celulares do ar em uma determinada cidade ou em um determinado país. Isso seria uma coisa extrema demais”, comparou.
Para Bicalho, o bloqueio do Whatsapp não resolve o objetivo final da quebra de sigilo determinada pela Justiça, pois os investigados podem simplesmente migrar para outros aplicativos. Ele lembrou a facilidade de criação de novas plataformas para a troca de mensagens de texto por celular, o que dificulta o trabalho de investigação da polícia.
“Qualquer pessoa pode criar um aplicativo, pois os códigos estão abertos. Se a gente conseguisse dominar o conjunto de aplicativos que existe hoje, criar mecanismos para a interceptação, no dia seguinte os criminosos estariam migrando para um outro aplicativo criado por eles mesmos e que facilitaria a vida deles e só eles soubessem da existência.”
Direito à comunicação
Para o conselheiro do Comitê Gestor da Internet do Brasil, Thiago Tavares Oliveira, além do bloqueio do serviço não ser eficaz para as investigações, a medida gera um efeito colateral perverso, com a restrição ao direito à comunicação, e não resolve o problema, pois não permite que a polícia obtenha o conteúdo das conversas.
“O bloqueio é o pior cenário porque não serve para nada. Ele não resolve o problema e cria uma série de novos problemas”, apontou. Oliveira lembrou que existem alternativas para detectar ações criminosas com o uso de aplicativos de troca de mensagem, como a apreensão do aparelho de celular dos criminosos, a infiltração de policiais em grupos de Whatsapp e o uso de alvos de investigação como colaboradores para passar informações a policiais.
Já o representante da Diretoria de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Aldo Amorim, ressaltou que o fornecimento das informações do Whatsapp é fundamental para o trabalho de investigação de crimes organizados e criticou critica o não fornecimento de meios para que a Polícia Federal possa fazer a investigação. “Estamos diante de um impasse: tutelar o direito à vida, à segurança da nossa população ou tutelar os interesses econômicos de uma empresa?”, questionou. Segundo Amorim, a investigação que originou o pedido de bloqueio do Whatsapp em maio ainda não foi concluída porque a polícia não conseguiu o conteúdo das comunicações trocadas entre os criminosos pelo aplicativo.
O presidente da Associação Nacional de Defesa do Consumidor (Andecon), Rodinei Lafaiete de Jesus, disse que o bloqueio do Whatsapp, apesar de ser legal, é injusto. “Não se pode concordar que uma decisão para compelir uma pessoa, prejudique mais de 105 milhões de usuários que a usam como ferramenta de trabalho e de estudo.”