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CRAC DE CATALÃO BUSCA REABILITAÇÃO CONTRA O NOVO HORIZONTE NO CAMPEONATO GOIANO

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Foto: Reprodução

Em busca da reabilitação no Campeonato Goiano, o CRAC de Catalão enfrenta na tarde deste domingo (17), o Novo Horizonte, no estádio Genervino da Fonseca, em Catalão, às 16h, pela primeira rodada do segundo turno do estadual. 

O CRAC de Catalão é o quinto colocado do Campeonato Goiano, com nove pontos. O Leão do Sul vai precisar de mais seis pontos para alcançar a classificação para a segunda fase. 

O treinador tem muitas dúvidas para definir a equipe. A principal novidade diante do Novo Horizonte pode ser o meio-campista Carlinhos, que veio do Madureira. O atacante Alef sofreu uma contusão e foi vetado pelo departamento médico. 

O Novo Horizonte está na nona posição, com quatro pontos. Dois jogadores são dúvidas para o jogo deste domingo: o meia-campista Crystian e o zagueiro Wallison. Caso não reúnam condições de jogo, Rangel e Alisson serão substituídos. 

Ficha Técnica 

CRAC X NOVO HORIZONTE 

Local: estádio Genervino da Fonseca, em Catalão-GO

Data: 17 de fevereiro 2019, domingo

Árbitro: André Luiz Castro

Assistentes: Edson Antônio e André Oliveira 

CRAC de Catalão: Bruno Fuso; Evandro (Iran), Tiago Garça, Nilo e Gláucio (Michel); Abuda, Anderson Braz (Gilberto), Carlinhos (Iran) e Sandrinho; Michel Paulista e Saulo (Léo Guerreiro).

Técnico: Ney da Matta

Novo Horizonte: Weverton; Crystian (Rangel), Vitor, Wallison (Alisson) e Gean; Alexandre Vecci, Arthur, Wellinton e Werley; Nandinho e Diniz. 

Técnico: Coutinho

 

CRAC DE CATALÃO BUSCA REABILITAÇÃO CONTRA O NOVO HORIZONTE NO CAMPEONATO GOIANO

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Foto: Reprodução

Em busca da reabilitação no Campeonato Goiano, o CRAC de Catalão enfrenta na tarde deste domingo (17), o Novo Horizonte, no estádio Genervino da Fonseca, em Catalão, às 16h, pela primeira rodada do segundo turno do estadual. 

O CRAC de Catalão é o quinto colocado do Campeonato Goiano, com nove pontos. O Leão do Sul vai precisar de mais seis pontos para alcançar a classificação para a segunda fase. 

O treinador tem muitas dúvidas para definir a equipe. A principal novidade diante do Novo Horizonte pode ser o meio-campista Carlinhos, que veio do Madureira. O atacante Alef sofreu uma contusão e foi vetado pelo departamento médico. 

O Novo Horizonte está na nona posição, com quatro pontos. Dois jogadores são dúvidas para o jogo deste domingo: o meia-campista Crystian e o zagueiro Wallison. Caso não reúnam condições de jogo, Rangel e Alisson serão substituídos. 

Ficha Técnica 

CRAC X NOVO HORIZONTE 

Local: estádio Genervino da Fonseca, em Catalão-GO

Data: 17 de fevereiro 2019, domingo

Árbitro: André Luiz Castro

Assistentes: Edson Antônio e André Oliveira 

CRAC de Catalão: Bruno Fuso; Evandro (Iran), Tiago Garça, Nilo e Gláucio (Michel); Abuda, Anderson Braz (Gilberto), Carlinhos (Iran) e Sandrinho; Michel Paulista e Saulo (Léo Guerreiro).

Técnico: Ney da Matta

Novo Horizonte: Weverton; Crystian (Rangel), Vitor, Wallison (Alisson) e Gean; Alexandre Vecci, Arthur, Wellinton e Werley; Nandinho e Diniz. 

Técnico: Coutinho

 

LUCIANO TAMPA DEIXA O GRUPO DO EX-PREFEITO JARDEL E DE GUSTAVO SEBBA (PSDB)

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Jardel e Tampa em evento de anúncio da pré-candidatura a vice-prefeito em Catalão no ano de 2016. Foto: Internet/Reprodução

O ex-secretário de Esportes e Lazer, o qual foi também candidato a vice-prefeito na chapa do ex-prefeito Jardel Sebba (PSDB) nas eleições de 2016, Luciano Rodrigues “Tampa” (PSB), disse em entrevista à Rádio Sucesso FM na manhã deste sábado (16/02), que depois de sete anos, deixará o grupo político dos tucanos, afirmando ele que está se sentido desconfortável e por sentir que não faça tanta parte do grupo.

Luciano Rodrigues disse ainda que saíra pela porta da frente e sem brigas, desejando sorte a todo grupo do PSDB, mas que a partir deste sábado (16/02), não faz mais parte do ninho tucano, o qual ele afirmou ter ajudado a sustentar nos últimos anos.

Luciano Tampa, disse que recebeu sim o convite direto do presidente do MDB Goiás, ex-deputado Daniel Vilela e do novo presidente da sigla na cidade de Catalão, o dentista Orioval Cândido Leão Júnior, que afirmou a ele, que MDB renovará seus quadros, porém, Luciano afirmou que irá tirar um tempo para fazer reflexões e definir se seguirá na vida ou pública ou não.

Em breve novo post sobre a saída de Luciano Tampa do PSDB de Catalão.

 

Escrito por: Badiinho Filho 

LUCIANO TAMPA DEIXA O GRUPO DO EX-PREFEITO JARDEL E DE GUSTAVO SEBBA (PSDB)

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Jardel e Tampa em evento de anúncio da pré-candidatura a vice-prefeito em Catalão no ano de 2016. Foto: Internet/Reprodução

O ex-secretário de Esportes e Lazer, o qual foi também candidato a vice-prefeito na chapa do ex-prefeito Jardel Sebba (PSDB) nas eleições de 2016, Luciano Rodrigues “Tampa” (PSB), disse em entrevista à Rádio Sucesso FM na manhã deste sábado (16/02), que depois de sete anos, deixará o grupo político dos tucanos, afirmando ele que está se sentido desconfortável e por sentir que não faça tanta parte do grupo.

Luciano Rodrigues disse ainda que saíra pela porta da frente e sem brigas, desejando sorte a todo grupo do PSDB, mas que a partir deste sábado (16/02), não faz mais parte do ninho tucano, o qual ele afirmou ter ajudado a sustentar nos últimos anos.

Luciano Tampa, disse que recebeu sim o convite direto do presidente do MDB Goiás, ex-deputado Daniel Vilela e do novo presidente da sigla na cidade de Catalão, o dentista Orioval Cândido Leão Júnior, que afirmou a ele, que MDB renovará seus quadros, porém, Luciano afirmou que irá tirar um tempo para fazer reflexões e definir se seguirá na vida ou pública ou não.

Em breve novo post sobre a saída de Luciano Tampa do PSDB de Catalão.

 

Escrito por: Badiinho Filho 

HORÁRIO DE VERÃO TERMINA NESTE DOMINGO EM 10 ESTADOS E NO DF

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Foto: Reprodução

Motivo de alegria para uns e de tristeza para outros, o horário de verão termina à zero hora deste domingo (17). Com isso, os relógios terão que ser atrasados em uma hora (voltarão para 23h) nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. 

horário de verão de 2018 começou no dia de 4 novembro para moradores de 10 estados e do Distrito Federal. Até 2017, o horário de verão tinha início no terceiro domingo de outubro, mas atendendo um pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o então presidente Michel Temer alterou o início do horário para que não coincidisse com o primeiro e o segundo turno da eleição.

 

Viagens

Com o fim do horário de verão, é comum a confusão nos primeiros dias, por isso, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) emitiu um comunicado alertando passageiros para que fiquem atentos aos horários nos bilhetes aéreos. Vale o que está escrito no bilhete, pois eles são emitidos conforme a hora local vigente na data da viagem.

Segundo a entidade, a informação da partida se refere ao horário na cidade de origem e a da chegada ao horário da cidade de destino. Dessa forma, os bilhetes emitidos sempre consideram, além das diferenças de fuso, as diferenças resultantes do início ou fim do horário de verão. Em caso de dúvida, os passageiros devem buscar informações no site da companhia aérea ou por meio dos canais de atendimento telefônico.

 

Celulares

As operadoras de telefonia alteram automaticamente os relógios dos aparelhos celulares. Mas o usuário deve ficar atento se a alteração foi de fato realizada.

 

Horário de verão em 2019

Este ano, a adoção do horário de verão ainda é uma incógnita, e cabe ao presidente Jair Bolsonaro decidir. 

No ano passado,estudos da Secretaria de Energia Elétrica (SEE), do Ministério de Minas e Energia (MME) em parceria com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), apontaram que em termos de economia de energia, a medida não tem sido eficiente, já que os resultados alcançados foram próximos à “neutralidade”. O horário de verão foi criado no país com o intuito de economizar energia, a partir do aproveitamento de luz solar no período mais quente do ano.

“A aplicação da hora de verão, nos dias de hoje, não agrega benefícios para os consumidores de energia elétrica, nem tampouco em relação à demanda máxima do sistema elétrico brasileiro, muito em função da mudança evolutiva dos hábitos de consumo e também da atual configuração sistêmica do setor elétrico brasileiro”, destaca o documento enviado à Casa Civil.

Segundo a assessoria do MME, não há previsão de balanço sobre os resultados obtidos com o horário de verão de 2018. “Serão realizadas novas análises anuais técnicas dos resultados do ciclo 2018/2019 e, quando concluídas, serão encaminhadas à Presidência da República, a quem cabe a decisão de manter ou não o horário brasileiro de verão”, informou a assessoria do MME.

No Distrito Federal, região onde o consumo, per capita, de energia residencial é o maior do país, desta vez, o horário de verão registrou, segundo a Companhia Energética de Brasília (CEB), redução de 2,7% da demanda diária por energia no horário de pico, ou 30MW.

De acordo com o diretor de distribuição da CEB, Dalmo Rebello, é como se a energia de uma cidade como o Guará, localizada a 12 quilômetros do centro da capital federal, com cerca de 126 mil habitantes, fosse desligada nesse período no horário de pico. O especialista acrescenta que o horário de verão é importante para que o sistema, que nessa época, tem a demanda aumentada pelas altas temperaturas, não tenha uma sobrecarga.

 

Escrito por: Redação/Agência Brasil

HORÁRIO DE VERÃO TERMINA NESTE DOMINGO EM 10 ESTADOS E NO DF

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Foto: Reprodução

Motivo de alegria para uns e de tristeza para outros, o horário de verão termina à zero hora deste domingo (17). Com isso, os relógios terão que ser atrasados em uma hora (voltarão para 23h) nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. 

horário de verão de 2018 começou no dia de 4 novembro para moradores de 10 estados e do Distrito Federal. Até 2017, o horário de verão tinha início no terceiro domingo de outubro, mas atendendo um pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o então presidente Michel Temer alterou o início do horário para que não coincidisse com o primeiro e o segundo turno da eleição.

 

Viagens

Com o fim do horário de verão, é comum a confusão nos primeiros dias, por isso, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) emitiu um comunicado alertando passageiros para que fiquem atentos aos horários nos bilhetes aéreos. Vale o que está escrito no bilhete, pois eles são emitidos conforme a hora local vigente na data da viagem.

Segundo a entidade, a informação da partida se refere ao horário na cidade de origem e a da chegada ao horário da cidade de destino. Dessa forma, os bilhetes emitidos sempre consideram, além das diferenças de fuso, as diferenças resultantes do início ou fim do horário de verão. Em caso de dúvida, os passageiros devem buscar informações no site da companhia aérea ou por meio dos canais de atendimento telefônico.

 

Celulares

As operadoras de telefonia alteram automaticamente os relógios dos aparelhos celulares. Mas o usuário deve ficar atento se a alteração foi de fato realizada.

 

Horário de verão em 2019

Este ano, a adoção do horário de verão ainda é uma incógnita, e cabe ao presidente Jair Bolsonaro decidir. 

No ano passado,estudos da Secretaria de Energia Elétrica (SEE), do Ministério de Minas e Energia (MME) em parceria com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), apontaram que em termos de economia de energia, a medida não tem sido eficiente, já que os resultados alcançados foram próximos à “neutralidade”. O horário de verão foi criado no país com o intuito de economizar energia, a partir do aproveitamento de luz solar no período mais quente do ano.

“A aplicação da hora de verão, nos dias de hoje, não agrega benefícios para os consumidores de energia elétrica, nem tampouco em relação à demanda máxima do sistema elétrico brasileiro, muito em função da mudança evolutiva dos hábitos de consumo e também da atual configuração sistêmica do setor elétrico brasileiro”, destaca o documento enviado à Casa Civil.

Segundo a assessoria do MME, não há previsão de balanço sobre os resultados obtidos com o horário de verão de 2018. “Serão realizadas novas análises anuais técnicas dos resultados do ciclo 2018/2019 e, quando concluídas, serão encaminhadas à Presidência da República, a quem cabe a decisão de manter ou não o horário brasileiro de verão”, informou a assessoria do MME.

No Distrito Federal, região onde o consumo, per capita, de energia residencial é o maior do país, desta vez, o horário de verão registrou, segundo a Companhia Energética de Brasília (CEB), redução de 2,7% da demanda diária por energia no horário de pico, ou 30MW.

De acordo com o diretor de distribuição da CEB, Dalmo Rebello, é como se a energia de uma cidade como o Guará, localizada a 12 quilômetros do centro da capital federal, com cerca de 126 mil habitantes, fosse desligada nesse período no horário de pico. O especialista acrescenta que o horário de verão é importante para que o sistema, que nessa época, tem a demanda aumentada pelas altas temperaturas, não tenha uma sobrecarga.

 

Escrito por: Redação/Agência Brasil

POLÊMICA: PREFEITO DE TURVÂNIA-GO FAZ VÍDEOS CONTRA FAZENDEIRO E O ACUSA DE DANIFICAR ESTRADA DE ZONA RURAL; ESTRADA FOI ARRUMADA E PREFEITO COBROU IPTU ATRASADOS

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Vídeos do prefeito de Turvânia-GO, acusando fazendeiro de danificar estrada rural do município virilizou nas redes sociais. Na última sexta-feira (15/02), Fausto Mariano fez novo vídeo mostrando servidores fazendo reparos na referida estrada e cobrando IPTU do fazendeiro, os quais estão cinco anos atrasados. Foto: Facebook/Reprodução

Prefeito no Goiás é assim, brabo igual cupim na boca da noite!

Brincadeiras à parte, mas o assunto é sério, e tomou conta das redes sociais de nosso estado durante essa semana, após o prefeito de Turvânia, cidade do interior de Goiás, localizada a 100 quilômetros da capital, fazer um vídeo que virilizou, onde ele aparece irritado com um fazendeiro do município, que segundo ele, todos os anos o homem fecha as vazantes das águas da estrada da comunidade Córrego Azul, ato que danifica a estrada, e segundo o prefeito, afeta a vida de chacareiros, alunos que usam o transporte escolar e demais produtores que utilizam a estrada para escoamento de suas produções.

Nesta sexta-feira (15), o prefeito Fausto Mariano fez um novo vídeo, no qual ele acompanha servidores do município de Turvânia, fazendo os reparos da estrada que o Senhor Laércio gosta de dar uma cavoucada.

O prefeito afirma que o fazendeiro não mais irá fazer o que fazia com os prefeitos anteriores e que Turvânia agora têm prefeito de verdade.

Neste último vídeo, o prefeito ainda aproveitou para cobrar do fazendeiro, uma dívida de IPTU de R$ 5 mil reais, dinheiro este, pediu para que o produtor pagasse para que ele pudesse comprar remédios para os carente e abastecer os seus maquinários.

 

Escrito por: Badiinho Filho

POLÊMICA: PREFEITO DE TURVÂNIA-GO FAZ VÍDEOS CONTRA FAZENDEIRO E O ACUSA DE DANIFICAR ESTRADA DE ZONA RURAL; ESTRADA FOI ARRUMADA E PREFEITO COBROU IPTU ATRASADOS

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Vídeos do prefeito de Turvânia-GO, acusando fazendeiro de danificar estrada rural do município virilizou nas redes sociais. Na última sexta-feira (15/02), Fausto Mariano fez novo vídeo mostrando servidores fazendo reparos na referida estrada e cobrando IPTU do fazendeiro, os quais estão cinco anos atrasados. Foto: Facebook/Reprodução

Prefeito no Goiás é assim, brabo igual cupim na boca da noite!

Brincadeiras à parte, mas o assunto é sério, e tomou conta das redes sociais de nosso estado durante essa semana, após o prefeito de Turvânia, cidade do interior de Goiás, localizada a 100 quilômetros da capital, fazer um vídeo que virilizou, onde ele aparece irritado com um fazendeiro do município, que segundo ele, todos os anos o homem fecha as vazantes das águas da estrada da comunidade Córrego Azul, ato que danifica a estrada, e segundo o prefeito, afeta a vida de chacareiros, alunos que usam o transporte escolar e demais produtores que utilizam a estrada para escoamento de suas produções.

Nesta sexta-feira (15), o prefeito Fausto Mariano fez um novo vídeo, no qual ele acompanha servidores do município de Turvânia, fazendo os reparos da estrada que o Senhor Laércio gosta de dar uma cavoucada.

O prefeito afirma que o fazendeiro não mais irá fazer o que fazia com os prefeitos anteriores e que Turvânia agora têm prefeito de verdade.

Neste último vídeo, o prefeito ainda aproveitou para cobrar do fazendeiro, uma dívida de IPTU de R$ 5 mil reais, dinheiro este, pediu para que o produtor pagasse para que ele pudesse comprar remédios para os carente e abastecer os seus maquinários.

 

Escrito por: Badiinho Filho

EXECUTIVO DA VALE PRESO É SUSPEITO DE PRESSIONAR POR LAUDO DA BARRAGEM

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Brumadinho-MG – O gerente-executivo de geotecnia corporativa da Vale, Alexandre de Paula Campanha, um dos oito funcionários da mineradora que foram presos nesta manhã (15) por suspeita de responsabilidade criminal no rompimento da barragem da Mina do Feijão, em Brumadinho (MG), é investigado por ter feito uma possível pressão para que o laudo de estabilidade da estrutura fosse emitido pela empresa alemã Tüv Süd.

O despacho de Rodrigo Heleno Chaves, juiz do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que autorizou as prisões temporárias, cita o depoimento de Makoto Mamba, engenheiro da Tüv Süd que assinou o último laudo, emitido em setembro de 2018. “Este [Mamba] afirmou que sentiu que o investigado Alexandre o pressionou a assinar a declaração de condição de estabilidade da barragem, sob riso de perderem o contrato”, registra a decisão.

Um e-mail datado do dia 13 de maio de 2018, enviado por Makoto Mamba a outro funcionário da Tüv Süd, é transcrito pelo magistrado. “Está terminando os estudos de liquefação da Barragem I do Córrego do Feijão, mas tudo indica que não passará. (…) Dessa maneira, a rigor, não podemos assinar da Declaração de Condição de Estabilidade, que tem como consequência a paralisação imediata de todas as atividades da Mina do Córrego do Feijão. (…) Mas como sempre a Vale irá nos jogar contra a parede e perguntar: e se não passar, irão assinar ou não? Para isso, teremos que ter a resposta da corporação, com base nas nossas posições técnicas”, diz a mensagem de Mamba.

Apesar de atestar a estabilidade, o laudo da Tüv Süd listou 17 recomendações para corrigir problemas. Em coletiva de imprensa na última terça-feira (12), diretores da Vale afirmaram que se tratam de recomendações corriqueiras nesse tipo de documento e que oito delas teriam sido atendidas e nove estariam em andamento. Segundo eles, nenhum documento revelou o risco iminente de rompimento.

Operação do MPMG

A prisão dos oito funcionários da Vale ocorreu em operação deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com o apoio de polícias civis e militares de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Todos ficarão detidos por 30 dias e deverão prestar depoimento em Belo Horizonte. Segundo o MPMG, eles poderão responder por homicídio qualificado e também por crimes ambientais e falsidade ideológica. Foram cumpridos também 14 mandados de busca e apreensão em endereços ligados à Vale, à Tüv Süd e a funcionários das duas empresas.

De acordo com o magistrado, os autos apontam que os oito empregados da Vale eram sabedores da situação crítica da barragem desde meados de 2018 e não adotaram nenhuma medida eficaz para reverter a situação. “Caso os investigados tivessem optado pelo acionamento do PAEBM [Plano de Emergência da Barragem] é forçoso concluir que provavelmente quase todas as vidas seriam poupadas. É sim possível que os oito funcionários, mesmo não querendo diretamente que o resultado ocorresse, tenham assumido o risco de produzi-lo, pois já o haviam previsto e aceitado as suas consequências”, escreveu.

Em nota, a Vale informou que continua colaborando com as autoridades responsáveis pelas investigações. “A Vale permanecerá contribuindo com as investigações para a apuração dos fatos, juntamente com o apoio incondicional às famílias atingidas”. Há duas semanas, uma outra operação no âmbito das investigações sobre a tragédia conduziram à prisão mais três funcionários da Vale e dois da Tüv Süd, incluindo Makoto Mamba. Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) os colocou em liberdade sete dias depois. 

Demais presos

Outro preso na manhã desta sexta-feira é Felipe Figueiredo Rocha, integrante do setor de gestão de riscos geotécnicos da Vale. Ele também é citado em um trecho do e-mail escrito por Makoto Mamba em 13 de maio de 2018. Há também menção à VogBr, mesma empresa que havia concedido laudo à barragem da Samarco que se rompeu em Mariana (MG), em novembro de 2015, provocando 19 mortes e destruição na bacia do Rio Doce.

“O coordenador Felipe ligou na sexta-feira passada para saber como andavam os estudos e, sabendo da possibilidade da Barragem I não passar, comentou que todos os esforços serão feitos para aumentar o fator de segurança, como o rebaixamento do lençol freático, a remineração do rejeito, etc. Mas são todas soluções de longo prazo, que levarão de 2 a 3 anos para surtir o efeito desejado. Disse ainda que a Barragem Forquilha III, que está sendo estudada pela VogBR, não está passando, mas a empresa assinará a declaração de estabilidade com base nas mesmas promessas de intervenções de melhoria”, registra a mensagem de Mamba.

Também foram alvos da operação Marilene Christina de Assis Araujo e Hélio Márcio Cerqueira, que integravam o setor de gestão de riscos geotécnicos da Vale assim como Felipe Figueiredo Rocha. De acordo com o despacho que autorizou suas prisões, os dois mantiveram contato sobre a situação de instabilidade da barragem e participaram do gerenciamento de dados que levaram à inclusão da estrutura na “zona de atenção”, conforme classificação interna da mineradora.

Foram presos ainda Joaquim Toledo, gerente-executivo de geotécnica operacional da Vale, e três funcionários que atuavam em sua gerência: Renzo Albieri Carbalho, Cristina Heloiza Malheiros e Artur Bastos Ribeiro. Segundo depoimentos colhidos pelo MPMG, qualquer anomalia na barragem era comunicada imediatamente à Joaquim Toledo, a quem estava incumbido de adotar as providências para sanar o problema.

Depoimentos

Um das pessoas ouvidas pela MP foi o funcionário da Vale Luciano Henrique Coelho. Ele disse que seu pai, Olavo Henrique, o mais antigo empregado da mina e referência na mineradora em questões de infraestrutura, chegou a alertar para a necessidade de evacuar o Córrego do Feijão após verificar que “estava brotando lama no talude”. Olavo Henrique morreu no rompimento da barragem da Vale em Brumadinho.

Outro depoente, o engenheiro Washington Pirete, é funcionário da Vale há mais de 20 anos e, em 2010, defendeu tese de mestrado na Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) onde apontou alguns problemas na barragem que se rompeu em Brumadinho. De acordo com ele, em caso de rompimento, Renzo seria o responsável por dar a ordem para a evacuação e Cristina deveria adotar o primeiro passo para iniciar o processo.

O engenheiro também disse não ser normal que os piezômetros registrem leituras discrepantes por tanto tempo sem que alguma providência seja adotada. Os piezômetros são dispositivos para monitoramento do volume de água na barragem. Uma troca de e-mails entre funcionários da Vale revelou que havia problemas de leituras do dia 10 de janeiro até o dia do rompimento. 

“As leituras estão incoerentes. Favor verificar o que aconteceu. Ainda estamos sem leituras para prosseguir com o monitoramento desta barragem à montante. Priorizar isso! Se não encontrarem a falha me liga no celular”, escreveu um dia antes do rompimento Helio Cerqueira, um dos presos nesta manhã.

No dia seguinte, antes da tragédia, ele voltou ao assunto em novo e-mail. “Ainda não temos leituras do mês de janeiro para as barragens I, Vargem Grande e B3/B4, e só temos 5 dias úteis até a virada do mês. O risco de multa do DNPM é muitíssimo alto”. DNPM é a sigla para Departamento Nacional de Produção Mineral, órgão que foi substituído pela Agência Nacional de Mineração (ANM). Uma perícia contratada pela Vale junto à empresa IBPTech aponta que as leituras estavam erradas por um problema de configuração na automatização. Segundo a Vale, corrigindo a falha, as medições dos piezômetros se mostravam dentro da normalidade.

As defesas dos oito presos serão divididas pelos escritórios Marcelo Leonardo Advogados Associados e Leonardo Bandeira Sociedade de Advogados. Ambos foram contatados. “Qualquer contato com imprensa deve ser feito com a assessoria de comunicação da Vale”, respondeu o advogado Marcelo Leonardo. O escritório Leonardo Bandeira Sociedade de Advogados ainda não se posicionou.

 

Escrito por: Redação/Agência Brasil 

EXECUTIVO DA VALE PRESO É SUSPEITO DE PRESSIONAR POR LAUDO DA BARRAGEM

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Brumadinho-MG – O gerente-executivo de geotecnia corporativa da Vale, Alexandre de Paula Campanha, um dos oito funcionários da mineradora que foram presos nesta manhã (15) por suspeita de responsabilidade criminal no rompimento da barragem da Mina do Feijão, em Brumadinho (MG), é investigado por ter feito uma possível pressão para que o laudo de estabilidade da estrutura fosse emitido pela empresa alemã Tüv Süd.

O despacho de Rodrigo Heleno Chaves, juiz do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que autorizou as prisões temporárias, cita o depoimento de Makoto Mamba, engenheiro da Tüv Süd que assinou o último laudo, emitido em setembro de 2018. “Este [Mamba] afirmou que sentiu que o investigado Alexandre o pressionou a assinar a declaração de condição de estabilidade da barragem, sob riso de perderem o contrato”, registra a decisão.

Um e-mail datado do dia 13 de maio de 2018, enviado por Makoto Mamba a outro funcionário da Tüv Süd, é transcrito pelo magistrado. “Está terminando os estudos de liquefação da Barragem I do Córrego do Feijão, mas tudo indica que não passará. (…) Dessa maneira, a rigor, não podemos assinar da Declaração de Condição de Estabilidade, que tem como consequência a paralisação imediata de todas as atividades da Mina do Córrego do Feijão. (…) Mas como sempre a Vale irá nos jogar contra a parede e perguntar: e se não passar, irão assinar ou não? Para isso, teremos que ter a resposta da corporação, com base nas nossas posições técnicas”, diz a mensagem de Mamba.

Apesar de atestar a estabilidade, o laudo da Tüv Süd listou 17 recomendações para corrigir problemas. Em coletiva de imprensa na última terça-feira (12), diretores da Vale afirmaram que se tratam de recomendações corriqueiras nesse tipo de documento e que oito delas teriam sido atendidas e nove estariam em andamento. Segundo eles, nenhum documento revelou o risco iminente de rompimento.

Operação do MPMG

A prisão dos oito funcionários da Vale ocorreu em operação deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com o apoio de polícias civis e militares de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Todos ficarão detidos por 30 dias e deverão prestar depoimento em Belo Horizonte. Segundo o MPMG, eles poderão responder por homicídio qualificado e também por crimes ambientais e falsidade ideológica. Foram cumpridos também 14 mandados de busca e apreensão em endereços ligados à Vale, à Tüv Süd e a funcionários das duas empresas.

De acordo com o magistrado, os autos apontam que os oito empregados da Vale eram sabedores da situação crítica da barragem desde meados de 2018 e não adotaram nenhuma medida eficaz para reverter a situação. “Caso os investigados tivessem optado pelo acionamento do PAEBM [Plano de Emergência da Barragem] é forçoso concluir que provavelmente quase todas as vidas seriam poupadas. É sim possível que os oito funcionários, mesmo não querendo diretamente que o resultado ocorresse, tenham assumido o risco de produzi-lo, pois já o haviam previsto e aceitado as suas consequências”, escreveu.

Em nota, a Vale informou que continua colaborando com as autoridades responsáveis pelas investigações. “A Vale permanecerá contribuindo com as investigações para a apuração dos fatos, juntamente com o apoio incondicional às famílias atingidas”. Há duas semanas, uma outra operação no âmbito das investigações sobre a tragédia conduziram à prisão mais três funcionários da Vale e dois da Tüv Süd, incluindo Makoto Mamba. Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) os colocou em liberdade sete dias depois. 

Demais presos

Outro preso na manhã desta sexta-feira é Felipe Figueiredo Rocha, integrante do setor de gestão de riscos geotécnicos da Vale. Ele também é citado em um trecho do e-mail escrito por Makoto Mamba em 13 de maio de 2018. Há também menção à VogBr, mesma empresa que havia concedido laudo à barragem da Samarco que se rompeu em Mariana (MG), em novembro de 2015, provocando 19 mortes e destruição na bacia do Rio Doce.

“O coordenador Felipe ligou na sexta-feira passada para saber como andavam os estudos e, sabendo da possibilidade da Barragem I não passar, comentou que todos os esforços serão feitos para aumentar o fator de segurança, como o rebaixamento do lençol freático, a remineração do rejeito, etc. Mas são todas soluções de longo prazo, que levarão de 2 a 3 anos para surtir o efeito desejado. Disse ainda que a Barragem Forquilha III, que está sendo estudada pela VogBR, não está passando, mas a empresa assinará a declaração de estabilidade com base nas mesmas promessas de intervenções de melhoria”, registra a mensagem de Mamba.

Também foram alvos da operação Marilene Christina de Assis Araujo e Hélio Márcio Cerqueira, que integravam o setor de gestão de riscos geotécnicos da Vale assim como Felipe Figueiredo Rocha. De acordo com o despacho que autorizou suas prisões, os dois mantiveram contato sobre a situação de instabilidade da barragem e participaram do gerenciamento de dados que levaram à inclusão da estrutura na “zona de atenção”, conforme classificação interna da mineradora.

Foram presos ainda Joaquim Toledo, gerente-executivo de geotécnica operacional da Vale, e três funcionários que atuavam em sua gerência: Renzo Albieri Carbalho, Cristina Heloiza Malheiros e Artur Bastos Ribeiro. Segundo depoimentos colhidos pelo MPMG, qualquer anomalia na barragem era comunicada imediatamente à Joaquim Toledo, a quem estava incumbido de adotar as providências para sanar o problema.

Depoimentos

Um das pessoas ouvidas pela MP foi o funcionário da Vale Luciano Henrique Coelho. Ele disse que seu pai, Olavo Henrique, o mais antigo empregado da mina e referência na mineradora em questões de infraestrutura, chegou a alertar para a necessidade de evacuar o Córrego do Feijão após verificar que “estava brotando lama no talude”. Olavo Henrique morreu no rompimento da barragem da Vale em Brumadinho.

Outro depoente, o engenheiro Washington Pirete, é funcionário da Vale há mais de 20 anos e, em 2010, defendeu tese de mestrado na Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) onde apontou alguns problemas na barragem que se rompeu em Brumadinho. De acordo com ele, em caso de rompimento, Renzo seria o responsável por dar a ordem para a evacuação e Cristina deveria adotar o primeiro passo para iniciar o processo.

O engenheiro também disse não ser normal que os piezômetros registrem leituras discrepantes por tanto tempo sem que alguma providência seja adotada. Os piezômetros são dispositivos para monitoramento do volume de água na barragem. Uma troca de e-mails entre funcionários da Vale revelou que havia problemas de leituras do dia 10 de janeiro até o dia do rompimento. 

“As leituras estão incoerentes. Favor verificar o que aconteceu. Ainda estamos sem leituras para prosseguir com o monitoramento desta barragem à montante. Priorizar isso! Se não encontrarem a falha me liga no celular”, escreveu um dia antes do rompimento Helio Cerqueira, um dos presos nesta manhã.

No dia seguinte, antes da tragédia, ele voltou ao assunto em novo e-mail. “Ainda não temos leituras do mês de janeiro para as barragens I, Vargem Grande e B3/B4, e só temos 5 dias úteis até a virada do mês. O risco de multa do DNPM é muitíssimo alto”. DNPM é a sigla para Departamento Nacional de Produção Mineral, órgão que foi substituído pela Agência Nacional de Mineração (ANM). Uma perícia contratada pela Vale junto à empresa IBPTech aponta que as leituras estavam erradas por um problema de configuração na automatização. Segundo a Vale, corrigindo a falha, as medições dos piezômetros se mostravam dentro da normalidade.

As defesas dos oito presos serão divididas pelos escritórios Marcelo Leonardo Advogados Associados e Leonardo Bandeira Sociedade de Advogados. Ambos foram contatados. “Qualquer contato com imprensa deve ser feito com a assessoria de comunicação da Vale”, respondeu o advogado Marcelo Leonardo. O escritório Leonardo Bandeira Sociedade de Advogados ainda não se posicionou.

 

Escrito por: Redação/Agência Brasil