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Colisão traseira deixa motociclista de 17 anos gravemente ferido em Catalão

Acidente envolvendo motociclista de 17 anos mobiliza equipes de resgate em Catalão. Estado de saúde é grave. Foto: Captura de tela/Vídeos: Thiago Silva – Diante do Fato

Um grave acidente de trânsito deixou um adolescente de 17 anos em estado grave na tarde deste sábado, em Catalão. O jovem pilotava uma motocicleta quando bateu na traseira de um carro no bairro Conquista, mobilizando equipes de resgate.

Segundo as primeiras informações, o adolescente sofreu várias fraturas e apresentava suspeita de traumatismo craniano no momento do atendimento. Equipes do SAMU chegaram rapidamente ao local, prestaram os primeiros socorros e estabilizaram a vítima antes do transporte.

Em seguida, os socorristas levaram o jovem para a Santa Casa de Catalão. Após avaliação médica, a equipe decidiu transferi-lo para uma unidade hospitalar com maior suporte em Itumbiara, devido à gravidade dos ferimentos. O estado de saúde dele segue considerado grave.

Motorista apresenta versão do acidente

Após a repercussão do caso, o motorista do Hyundai Creta apresentou sua versão sobre o ocorrido.

De acordo com o condutor, a divulgação inicial se baseou em apenas um vídeo, que não mostraria toda a dinâmica da colisão. Ele afirmou que a exposição gerou interpretações equivocadas, com parte do público atribuindo a ele a responsabilidade pelo acidente.

Ainda conforme o relato, o motorista mantém contato com a família do adolescente e afirmou que presta apoio neste momento. Além disso, ele disse ter enviado novos vídeos que, segundo sua versão, mostram o motociclista sem o capacete devidamente colocado, pilotando com apenas uma das mãos e sem atenção ao trânsito.

Assista o vídeo disponível no Instagram do Blog do Badiinho:

Caso segue sob investigação

As autoridades ainda não divulgaram detalhes oficiais sobre as circunstâncias do acidente. A apuração segue em andamento e deve considerar as diferentes versões e as imagens disponíveis para esclarecer como ocorreu a colisão.

Enquanto isso, familiares acompanham o estado de saúde do adolescente, que permanece internado após a transferência.

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