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Homem encontrado morto no Jardim Paraíso, em Catalão, é identificado; imagens mostram rapaz pedindo ajuda

Homem encontrado morto no Jardim Paraíso, em Catalão, é identificado como Rafael Vinícius. Fotomontagem: Blog do Badiinho

O homem encontrado morto na noite de segunda-feira (20), na Rua Manaus, no bairro Jardim Paraíso, em Catalão, foi identificado como Rafael Vinícius Silva de Souza. A idade dele não foi divulgada.

O Blog do Badiinho noticiou o caso no início da manhã desta terça-feira (21). Agora, novas informações e registros em vídeo ajudam a reconstruir os momentos que antecederam a morte.

Imagens registraram pedidos de socorro

Imagens de câmeras de monitoramento da região registraram Rafael caminhando pelas ruas e procurando ajuda em diferentes residências. Segundo moradores, ele aparentava estar desorientado e batia nos portões enquanto pedia socorro.

Vizinhos relataram que acionaram várias vezes o Corpo de Bombeiros, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a Polícia Militar. Alguns moradores chegaram a considerar levá-lo por conta própria a uma unidade de saúde. No entanto, como não conheciam o rapaz nem sabiam o que estava acontecendo, decidiram aguardar as equipes de emergência.

Um morador afirmou que ele e a esposa ligaram mais de uma vez para os serviços de socorro. Outros vizinhos também teriam feito várias chamadas.

Equipes atendiam outras ocorrências

De acordo com os relatos, o atendimento ocorreu aproximadamente duas horas depois dos primeiros pedidos de ajuda. Quando os bombeiros chegaram, Rafael já não apresentava sinais vitais.

O Corpo de Bombeiros informou que suas equipes atendiam várias ocorrências desde as 19h. Segundo a corporação, uma ambulância seguiu para o Jardim Paraíso assim que concluiu os atendimentos anteriores.

Já o Samu informou que as duas ambulâncias disponíveis naquele momento estavam fora de Catalão, em deslocamento para outras ocorrências.

A Polícia Civil registrou inicialmente o caso como morte natural, pois não encontrou indícios de violência. Rafael também não portava documentos no momento em que foi localizado, o que dificultou a identificação inicial.

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