Um feminicídio ocorrido na noite de segunda-feira (04/05), em Ouvidor, mobilizou equipes da Polícia Militar e terminou com a rápida apreensão do suspeito. Segundo o comandante do 9º Comando Regional, Henrique Stefli, os policiais localizaram o autor, de 17 anos, em menos de duas horas, na cidade de Corumbaíba.
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A Polícia Militar recebeu a denúncia no fim do dia, após a vítima aparecer morta dentro da residência. Assim que tomou conhecimento do caso, a equipe se deslocou até o local. Em seguida, o serviço de inteligência iniciou buscas e conseguiu identificar o suspeito.
“O crime aconteceu durante a madrugada, mas só descobriram no final do dia. Por isso, o suspeito já estava fora da cidade”, explicou o comandante.
Crime com extrema violência

O tenente-coronel informou que a vítima tinha entre 37 e 39 anos e mantinha um relacionamento recente com o autor. Eles se conheceram por aplicativo e passaram a morar juntos há cerca de dois meses em Ouvidor.
Além disso, o comandante destacou a brutalidade do crime. A vítima apresentava diversos ferimentos pelo corpo. O suspeito afirmou que discutiu com a mulher enquanto os dois consumiam bebida alcoólica e drogas. A Polícia Civil agora investiga essa versão.
Apreensão rápida e investigação

Depois de identificar o suspeito, a Polícia Militar intensificou as buscas e conseguiu encontrá-lo em Corumbaíba. Em seguida, os agentes apreenderam o adolescente e o levaram de volta à região, onde ele foi apresentado à Polícia Civil.
O comandante reforçou que as equipes agiram com rapidez e deram uma resposta imediata à população. “A polícia respondeu de forma rápida e contundente à sociedade”, afirmou.
Alerta à população
Durante a entrevista, o comandante também fez um alerta importante. Ele pediu que a população denuncie qualquer tipo de violência contra a mulher.
Segundo ele, qualquer pessoa pode acionar a polícia de forma anônima. Além disso, o envolvimento da comunidade pode evitar crimes graves.
“Se houver qualquer suspeita, acione a polícia. Muitas vezes, essa atitude pode salvar uma vida”, destacou.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
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