A Polícia Civil de Goiás prendeu, na noite desta quarta-feira (29), em Uberlândia (MG), um homem de 45 anos investigado por aplicar uma série de golpes contra clientes de uma empresa do ramo de pisos e porcelanatos em Catalão (GO). A ação foi realizada por equipes da 1ª Delegacia Distrital de Polícia de Catalão, com apoio do Grupo Especial de Investigações Criminais (GEIC).
Esquema causou prejuízo de cerca de R$ 170 mil
De acordo com a investigação, o homem se apresentava como representante de uma empresa especializada na venda de pisos e porcelanatos para atrair clientes interessados em materiais de construção.
Após negociar as vendas, ele recebia os pagamentos, mas não entregava os produtos. Em seguida, encerrava as atividades da loja e deixava a cidade.
Além disso, as investigações apontaram ainda que o suspeito utilizava diferentes números de telefone, nomes variados e até uma empresa registrada em nome de outra pessoa para dar aparência de legalidade às negociações e dificultar sua identificação.
A Polícia Civil identificou diversas vítimas em Catalão, que, juntas, sofreram prejuízo estimado em aproximadamente R$ 170 mil. Os investigadores também encontraram registros de ocorrências semelhantes em outras cidades e constataram que o homem já possuía histórico de fraudes patrimoniais.
Suspeito tentou fugir da abordagem
Durante o cumprimento do mandado, em Uberlândia, o investigado percebeu a aproximação das equipes policiais e tentou fugir pelas ruas da cidade.
Segundo a Polícia Civil, ele desrespeitou diversas placas de parada obrigatória e colocou em risco pedestres e outros motoristas. Com o apoio de ferramentas de inteligência e monitoramento, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito.
Assim, após os procedimentos de praxe, os agentes encaminharam o homem ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Polícia divulga imagem para localizar novas vítimas
Portanto, a Polícia Civil informou que divulgou a imagem do investigado com base na Lei nº 13.869/2019 e na Portaria nº 547/2021 da corporação. Segundo a instituição, a medida foi autorizada pelo delegado responsável pelo inquérito e tem como objetivo facilitar o reconhecimento do suspeito por possíveis novas vítimas e testemunhas, além de contribuir para o avanço das investigações.





