O vice-governador de Goiás e presidente estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Daniel Vilela, comentou a saída de Ana Paula Rezende da legenda. Segundo ele, ao contrário do que foi dito, o partido não fechou portas para a empresária.
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De acordo com Daniel, ele foi um dos que mais incentivaram a entrada de Ana Paula na vida pública. Inclusive, afirmou que insistiu para que ela disputasse a Prefeitura de Goiânia. Além disso, também a convidou para compor como candidata a vice em outro momento. “Ninguém mais do que eu insistiu para que ela pudesse estar aí também”, declarou.
Ainda conforme o dirigente, Ana Paula foi escolhida por ele como vice-presidente estadual do MDB. Portanto, segundo Daniel, ela ocupava posição de destaque dentro da sigla. Ele destacou, inclusive, que dentro de cerca de 40 dias ela assumiria a presidência estadual do partido, já que o estatuto impede que o governador acumule o cargo. “Como que uma vice-presidente do partido, que iria assumir o partido daqui a 40 dias, pode dizer que o partido fechou as portas?”, questionou.
Impasse sobre o memorial
Por outro lado, Daniel afirmou que o principal motivo do desgaste teria sido a recusa em utilizar recursos públicos para construir um memorial em homenagem a Iris Rezende. Segundo ele, a lei não permite esse tipo de destinação de verba.
“Não se pode utilizar recursos públicos para fazer um memorial particular”, ressaltou.
Apesar do episódio, Daniel afirmou que o MDB continuará dialogando com outras siglas para a formação de alianças. Além disso, defendeu a continuidade do grupo liderado pelo governador Ronaldo Caiado. Por fim, destacou que a decisão final caberá ao eleitor goiano nas próximas eleições.
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