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RECEITA FEDERAL FAZ OPERAÇÃO EM CATALÃO; ALVO FOI LOJA DE CELULAR, QUE DE ACORDO COM A RECEITA, ESTARIA VENDENDO PRODUTOS SEM NOTAS

Segundo a Receita Federal, loja teria comercializado cerca de R$ 1 milhão de reais em mercadorias que entraram no país sem o pagamento de impostos. Foto: TV Anhanguera/Reprodução

Na manhã desta quarta-feira, 24 de julho, auditores fiscais da Receita Federal de Goiânia estiveram em Catalão para a realização de uma operação em uma loja de celular, localizada na Avenida José Marcelino, região central da cidade.

Segundo reportagem da TV Anhanguera, quando os fiscais chegaram a loja já estava aberta, e segundo eles a ação foi para combater a comercialização de mercadorias importadas de forma irregular.

De acordo com a Receita Federal, a loja alvo da operação, teria comercializado cerca de R$ 1 milhão de reais em mercadorias que entraram no país sem o pagamento de impostos.

A loja foi fechada, e diversos produtos, como celulares, acessórios para celulares, drones e até patinetes foram apreendidos.


“A Receita Federal faz pesquisas regulares dos estabelecimentos que trabalham com mercadorias importadas, para verificar supostas inconsistências entre aquisições e vendas, porque nós estamos verificando sempre a origem desses produtos, que uma fiscalização quanto a origem destes produtos”, disse Paulo Koelmo, auditor fiscal da Receita Federal.


Sobre de como a Receita Federal teria chegado a esses produtos, se possivelmente poderia ter sido por meio de uma denúncia, o auditor disse que foi por meio de um cruzamentos internos da Receita Federal.


Indagado sobre se o que eles encontraram na loja, seriam irregulares, o auditor disse o seguinte: “O que nós encontramos foram mercadorias, que não encontramos no estabelecimento a devida documentação, e para o proprietário, está sendo oportunizado o prazo, para que ele apresente a documentação. Aquela documentação que ele apresentar, será devolvido a ele, a que ele não apresentar, os produtos serão apreendidos e lavrado o auto de infração, se for o caso”, disse Paulo Koelmo, auditor fiscal da Receita Federal do Estado de Goiás.

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Todos os produtos apreendidos foram levados para depósito de mercadorias aprendidas da Delegacia da Receita Federal, em Goiânia, capital de Goiás. O prazo para que o proprietário da mercadoria apresente a documentação, é de cerca de duas semanas, podendo ser prorrogado, caso haja um pedido justificado, e comprovando a regularidade da mercadoria importada, o proprietário será restituído, caso não, a penalidade será aplicada, que poderá acarretar em uma representação junto ao Ministério Público.

A legislação prevê apenas a perda da mercadoria, caso não seja comprovada a origem dela, a qual poderá ir a leilão.


DEFESA DA EMPRESA

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“A empresa sempre agiu dentro da legalidade, e será oportunizado o prazo para apresentar toda a documentação fiscal, o que será apresentado no momento oportuno”, disse Samuel Tássio, advogado de defesa da loja de celular.

ASSISTA A REPORTAGEM: 

Escrito por: Badiinho Filho/Informações TV Anhanguera 

Badiinho Moisés
Badiinho Moisés
Blogueiro há 15 anos, proprietário da empresa Badiinho Publicidades, e também repórter de rádio e televisão na emissora Cultura FM 101,1, em Catalão-GO.

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