O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), abre no dia 22 de junho o período de matrículas para a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Os interessados poderão solicitar vagas até 19 de julho pelo site matricula.go.gov.br.
A iniciativa atende pessoas que não tiveram a oportunidade de iniciar ou concluir a educação básica na idade adequada. O processo inclui novos alunos, renovação de matrículas e transferências.
Como fazer a matrícula
Durante a inscrição, o estudante deverá informar seus dados pessoais, a modalidade de ensino e a etapa que pretende cursar.
Após a solicitação, será necessário comparecer à unidade escolar para confirmar a matrícula. Nesse momento, o aluno deverá apresentar comprovantes de escolaridade e de endereço.
Caso não possua documentação que comprove os estudos anteriores, o estudante poderá realizar uma prova de classificação. Assim, a escola identificará a etapa de ensino mais adequada ao seu nível de conhecimento.
Quem pode participar
A rede estadual oferece a EJA em dezenas de municípios goianos. As turmas são organizadas para atender pessoas que precisam conciliar os estudos com trabalho e compromissos familiares.
A modalidade é dividida em duas etapas:
- Ensino Fundamental (1º ao 9º ano): destinado a pessoas com 15 anos ou mais;
- Ensino Médio (1ª à 3ª série): voltado para estudantes com idade mínima de 18 anos.
Ademais, o currículo tem organização semestral. Dessa forma, cada semestre concluído com aprovação equivale a um ano letivo do ensino regular, permitindo que o aluno finalize os estudos em menos tempo.
“A EJA é importante para melhorar a vida das pessoas que não conseguiram terminar a educação básica no tempo certo. Ver as vidas transformadas dá muito prazer a todos nós”, afirmou a secretária da Educação, Helena Bezerra.
Modalidade semipresencial
Além das turmas presenciais, o Estado investe em plataformas digitais e recursos didáticos modernos para ampliar o acesso à educação. Assim, um dos destaques é o programa EJAtec, voltado para estudantes do Ensino Médio que enfrentam dificuldades para frequentar aulas diariamente.
Nesse modelo semipresencial, o estudante realiza 80% da carga horária por meio de uma plataforma virtual. Os outros 20% acontecem em encontros presenciais obrigatórios nas unidades escolares.
Com essa metodologia, os alunos conseguem organizar melhor a rotina e conciliar os estudos com as atividades profissionais e familiares.





