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2 de abril de 2020

DECRETO DE ISOLAMENTO EM GOIÁS POR CORONAVÍRUS DEVE SER PRORROGADO POR MAIS 15 DIAS

Expectativa do setor empresarial é de que o novo decreto faça concessões para algumas atividades econômicas, que retornariam ao trabalho de forma controlada e gradual. Na foto, o governador aparece ao lado do Secretário de Saúde de Goiás, Ismael Alexandrino. Foto: Lucas Diener – Ass. Governo de Goiás/Reprodução

CORONAVÍRUS – COVID-19| O governador Ronaldo Caiado deve anunciar ainda nesta quinta-feira (2) o novo decreto com novas regras de isolamento a serem seguidas pela população para evitar a propagação do coronavírus. O decreto em vigor tem validade até o próximo dia 4 (sábado). Mas informações de bastidores já dão conta de que a quarentena deve ser prorrogada por mais 15 dias para evitar um aumento mais acentuado da curva de infectados no Estado, que já é crescente.

A expectativa do setor empresarial é de que o novo decreto força concessões para algumas atividades econômicas, que retornariam ao trabalho de forma controlada e gradual, seguindo normas pré-estabelecidas. O anúncio das novas regras será feito apenas pelo governador, mas um integrante do alto escalão do governo estadual disse agora há pouco que acredita que o decreto será mesmo prorrogado. “Caso haja concessões, elas serão bem pequenas”, prevê.

Agora à tarde, representantes do Fórum Empresarial reúnem com o governador para tratar do assunto e a expectativa é muito grande. O presidente da Federação das Indústrias de Goiás (Fieg), Sandro Mabel, lembrou ontem que muitos empresários estão desesperados e oferecendo seus produtos e serviços aos clientes pelas redes sociais. Dessa forma eles estão atendendo com horário marcado e com portas fechadas, o que aumenta o risco de contaminação. “O pessoal vai querer abrir na marra e, depois, o governador vai culpar o setor empresarial se algo der errado. Só dividiremos a responsabilidade com ele se a reabertura ocorrer de forma controlada. Se não for assim, o governo perderá o controle”, disse Mabel.

 

Escrito por: Redação/O Popular