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25 de novembro de 2019

PELA SEGUNDA VEZ EM UM MÊS, SOBE O PREÇO DO GÁS DE COZINHA

Foto: Reprodução

A partir desta segunda-feira (25), a Petrobras elevou o preço do GLP residencial, o gás de conzinha, em 4% e empresarial/comercial em 0,6%. Desta forma, segundo a explicação da estatal, os preços para ambos os segmentos serão igualados. 

Ocorre que está é a segunda elevação em pouco mais de um mês. No dia 21 de outubro, o aumento anunciado do preço GLP residencial foi entre 4,8% e 5,3%, enquanto a elevação no valor do GLP empresaril foi de 2,9% a 3,2%. O gás de cozinha tem alta acumulada de quase 5% este ano. 

Em Goiânia, os novos valores ainda não começaram a ser praticados. Mas nos próximos dias o novo preve deve se estabelecer. 

Para não perder vendas, as distribuidoras já absorveram o primeiro aumento, o que não está garantido para o último anúncio. A média de preços praticados para o gás de cozinha, no botijão de 13 quilos, é entre R$ 70 e R$ 78 reiais. Caso a elevação seja adotada, a nova média deve ficar entre R$ 72,8 e R$ 81,1%. 

“O consumidor não aceita mais aumentos e temos conseguido permanecer com os mesmos preços. Agora não sei se será possível com esse novo aumento. A concorrência é alta e o consumidor irá pesquisar ainda mais daqui para frente para economizar”, avaliou o presidente do Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás da Região Centro-Oeste (Sinergás), Zenildo Dias Vale.

Segundo o presidente, de forma errônea, os clientes já pensam que a proposta do governo federal para reduzir em até 40% o valor do gás já está em vigor. “Os clientes ficam bravos e não entedem, mas a essa proposta ainda não chegou até as revendedoras”, informou Zenildo Vale. 

Como mencionado pelo presidente da Sinergás, o governo federal lançou em julho deste ano o programa Novo Mercado de Gás, que visa a reduzir o preço do insumo em até 40% nos próximos dois anos. Com o plano, a União quer incentivar o aumento de investimentos, enfrentar monopólios e diversificar o número de empresas que atuam no segmento. As ações ainda estão em desenvolvimento e não chegaram até o bolso dos clientes até o momento. 

 

Escrito por: Redação/Jornal O Popular