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27 de fevereiro de 2019

CONSELHO DE ÉTICA DO MDB AVALIA HOJE A EXPULSÃO DE EMEDEBISTAS; ADIB DEVE SER JULGADO JUNTO COM OUTROS DOIS PREFEITOS

Prefeitos Paulos do Vale (Rio Verde), Adib Elias (Catalão) e Fausto Mariano de Turvânia. Fotos: Reprodução

O Conselho de Ética do MDB se reúne hoje, dia 27 de fevereiro, para tratar da expulsão de emedebistas que apoiaram Ronaldo Caiado (DEM) ao governo, considerados “infiéis”. Dois emedebistas não aguardaram as expulsões do partido pela executiva estadual. José Nelto foi para o Podemos e se elegeu deputado federal e Ernesto Roller, hoje secretário de governo, saiu e deverá se filiar no DEM.

A atenção volta agora para Adib Elias que promete brigar juridicamente pela não expulsão. O comentário é que Adib Elias, prefeito de Catalão, Paulo do Valle, prefeito de Rio Verde e Fausto Mariano, prefeito de Turvânia, devem ir à essa reunião do Conselho de Ética e fazer a defesa oral.

Segundo matéria do Jornalista Pidim, publicada em seu Blog, Adib aguarda ainda uma decisão judicial de uma representação onde pede a nulidade da convenção do partido (questiona a legalidade da eleição), realizada recentemente, em 19 de janeiro.

Senador Luiz do Carmo (MDB/GO) pediu intervenção no MDB-GO

Já a coluna Giro do Jornal O Popular, traz no dia de de hoje, quarta-feira (27), a notícia de que o Senador Luiz Carlos do Carmo (MDB/GO), que assumiu no lugar de Caiado, apresentou ontem, terça-feira (26), pedido de intervenção no MDB para evitar as expulsões dos prefeitos Adib Elias (Catalão), Fausto Mariano (Turvânia) e Paulo do Vale (Rio Verde). 

Ainda segundo o texto do Jornalista Caio Henrique Salgado, o documento apresentado por Luiz Carlos do Carmo, também cita o prefeito Renato de Castro, alvo de processo no diretório municipal de Goianésia, e que tal documento teria sido entregue ao presidente da executiva nacional emedebista, o ex-senador Romero Jucá, com as assinaturas de 12 dos 13 integrantes da bancada da sigla no Senado. 

No documento de quatro páginas, Luiz Carlos traz como principal argumento sua trajetória até o Senado para defender que os aliados não podem perder os mandatos por conta de apoio ao governador Ronaldo Caiado (DEM) em 2018. “Era suplente e só assumi porque Caiado ganhou o governo. E eu fui o que mais trabalhou para a eleição dele. Então, também deveria ser expulso. Não quero comando de diretório, nada. A intervenção é só para que não sejam expulsos”, argumentou, citando que é o único goiano emedebista no Congresso Nacional. Segundo ele, Jucá teria sinalizado para a “anistia” dos prefeitos. 

Escrito por: Badiinho Filho/Fonte: Blog do Pidim e O Popular